Franquia é opção para lucrar com a Copa do Mundo

13/03/2012

O sistema de franquias ganha destaque pelas facilidades conseguidas por grandes redes; turismo, câmbio e alimentação prometem faturar mais

As expectativas dos brasileiros com a proximidade de 2014, ano em que o país vai receber a Copa do Mundo, estão cada vez mais afloradas. No noticiário, é possível acompanhar, diariamente, o ritmo das obras dos estádios de futebol, as reuniões de responsáveis por pensar a logística do evento, bem como as discussões entre representantes do governo e a FIFA. Além da preparação das cidades, as grandes marcas também já traçam estratégias de marketing e de ampliação para se beneficiar do evento esportivo.

Embora as grande empresas apareçam mais nestes eventos, também há espaço para as pequenas empresas lucrarem. É preciso estar atento e ter planejamento. “Tem que focar no tipo de negócio certo, entender o momento. Não se pode perder a noção de que haverá grande movimento de pessoas dispostas a gastar, mas não vão comprar coisas que não fazem sentido. Ninguém comprará um relógio na porta do estádio, mas pode querer adquirir um óculos, ou camisetas, por exemplo”, explica Marcelo Cherto, consultor e presidente do grupo Cherto.

O especialista acredita que negócios montados com foco nos eventos vão permanecer ativos nos próximos anos. “Lógico que alguns serão fechados porque só se sustentam durante os eventos, como lojas abertas nas portas dos estádios de futebol”, diz Cherto. Segundo ele, haverá turistas estrangeiros, mas o grande movimento será de brasileiros de outros estados que irão para as regiões onde os eventos acontecerão. “O acesso das classes C e D ao mercado de consumo ainda tem muita lenha para queimar, até porque a expansão não é apenas de marcas sofisticadas, com apelos para a classe A.”

Franquias

Apesar das muitas possibilidades para os pequenos empreendedores, que podem pensar em diversas formas de explorar o momento, Cherto ressalta as franquias como a melhor opção para quem deseja entrar no mundo dos negócios neste período. “Faz mais sentido porque, em muitos casos, o empresário terá mais facilidade para colocar ponto de venda na hora e no local certo. No entanto, apesar de ser um negócio já estruturado, uma franquia só deve ser adquirida se oferecer algo que o empresário não consegue fazer sozinho pelo mesmo preço”, avalia o consultor.

Cherto ressalta três ramos de negócios que devem ser beneficiados pelas chances geradas no período: turismo, câmbio e alimentação. O consultor acredita que agências de viagem, hotéis, serviços de recepção, casa de câmbio e empresas de comida devem lucrar muito no período. “De forma indireta, todos acabam sendo beneficiados”, diz.

Um dos desafios dos novos negócios para a Copa é o ponto comercial. Especialistas em mercado imobiliário estimam um aumento de, pelo menos, 100% no valor dos aluguéis de estabelecimentos comerciais até os eventos esportivos. Essa questão, na visão de Marcelo Cherto, não permite desenhar claramente o cenário nos anos dos eventos. Segundo destaca, as grandes marcas apostarão em formatos diferentes de negócios. “Formas distintas como quiosques, lojas temporárias, lojas móveis, menores, que caibam em espaços inusitados como dentro de hotéis, estações de metrô ou pequenos shoppings e galerias têm surgido e muitas redes estão optando por isso”.

A diretora de serviços corporativos da Herzog Imóveis Industriais e Comerciais, Simone Santos, destaca que os preços devem se manter elevados. “Se quer visibilidade, vai ter que aceitar pagar por isso e, provavelmente, caro”, conclui Santos. Para SImone, é mais fácil conseguir um ponto através de franquias. “Grandes redes se favorecem até do ponto de vista de negociação de locais. O locatário sabe que a probabilidade de uma marca já conhecida se manter é maior”, explica.

De acordo com Simone Santos, nas regiões de comércio já consolidado deve haver uma manutenção dos preços cobrados. No entanto, alguns locais de mercado ainda em baixa serão diretamente atingidos. “Falando em Copa do Mundo, o Itaquerão, por exemplo, ainda tem uma margem forte de valorização, porque é um local extremamente carente em termos de marcas e lojas.”

Para a especialista em mercado imobiliário, a necessidade de driblar o patamar elevado de valorização das áreas mais tradicionais de loja de rua tem exigido do mercado a busca por novos locais. “Alternativa para suprir essa demanda tanto do espaço físico quanto do custo financeiro é desenvolver novas vias para poder encaixar uma nova demanda lá”, destaca Simone.

Outro problema a ser enfrentado por empreendedores é o apagão da mão de obra. Cherto afirma que encontrar gente qualificada para gerenciar e trabalhar está cada dia mais difícil. “Redes terão que encontrar gente gabaritada ou apostar na formação de profissionais”, afirma o consultor.

Ele lembra que a falta de capacitação profissional deve estimular iniciativas como a das redes de alimentação Bob’s e Habib’s. A primeira investe no treinamento dos funcionários, com cursos e aulas práticas de atendimento. Já a franqueadora de comida árabe apostou na criação da Universidade Habib’s, que ministra aulas de gestão, competências técnicas, desenvolvimento humano, entre outras.

Fonte: Portal Exame
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Max Sushi dá toque brasileiro à culinária japonesa

12/03/2012

A Max Sushi, primeira franquia de self service de comida japonesa do Brasil, quer expandir o negócio e encerrar 2012 com 6 novas lojas. Original de Goiânia, a marca possui 3 unidades próprias e 5 franqueadas em Goiás, Belo Horizonte, Brasília e Santos.

O plano de crescimento foi desenhado pela Franchise Store, primeira loja de venda de franquias do mundo, e contempla as principais capitais do país. Nos restaurantes da rede, todos os pratos são feitos na hora e o peixe é fresco.  São mais de 20 tipos de sushi, sashimi e temaki, inclusive de salmão, além dos pratos quentes shimeji e yakissoba. Os molhos são uma atração à parte.  Criados pelos donos da Max Sushi, são feitos com morango, maracujá e abacaxi e dão um sabor abrasileirado a comida japonesa.“Além da novidade do fast food, o Max Sushi conseguiu dar um toque brasileiro à culinária japonesa. A mistura de peixes e raízes com o sabor das frutas tropicais deixa o prato muito mais saboroso. Além disso, a rede não trabalha com peixes congelados e desenvolve fornecedores regionalmente, o que torna a comida mais fresca e saudável”, diz Filomena Garcia, diretora da Franchise Store.

O investimento mínimo em uma franquia da rede é de R$ 255 mil e o retorno previsto é em 24 meses. O faturamento médio por loja gira em torno de R$ 200 mil. Para saber mais sobre as franquias Max Sushi, acesse: www.franquia.com.br/franquia/max-sushi

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Spoleto cresce em 2011 e grupo inicia o ano com novo nome

22/02/2012

 

A rede Spoleto obteve em 2011 faturamento de R$ 402 milhões, 16% a mais do que em 2010 e acima do projetado para o ano. Seu crescimento físico também foi significativo, alcançando a marca de 11%, resultado da inauguração de 28 novas lojas. A estimativa para 2012 é manter o mesmo ritmo de crescimento e abrir 30 novas unidades, chegando ao faturamento de R$ 471,2 milhões (o equivalente a 17% de crescimento). Hoje a rede possui 311 restaurantes. São 283 no Brasil e 28 no exterior – 26 no México e duas na Espanha.

O Spoleto pertence ao grupo TRIGO (antigo grupo Umbria), 100% brasileiro de gestão de food service, formado ainda pelas redes alimentícias Domino’s Pizza e Koni Store. O sistema – que engloba a controladora das lojas próprias, distribuidora, fábrica e franquias das três marcas – registrou crescimento de 5,4% em 2011, chegando ao faturamento de R$ 450 milhões. No período, foram abertas 44 unidades.

Hoje o Trigo conta com 334 restaurantes e o objetivo é, ao longo do ano, inaugurar 60 novos pontos para as três marcas do grupo, chegando a aproximadamente 400 lojas.

Mudança de nome:
Umbria é uma região na Itália em que se encontra a cidade de Spoleto. Com o crescimento do grupo ao longo dos últimos anos e a diversidade das marcas, a empresa resolveu adotar outro nome que não ficasse restrito a uma de suas três redes de alimentação. Foi promovido um concurso interno para buscar sugestões e assim nasceu o novo Grupo TRIGO a partir de 23 de janeiro de 2012.

Fonte: Assessoria de imprensa

Quer saber mais sobre as franquias Spoleto? Acesse: http://www.franquia.com.br/franquia/spoleto

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Parmeggio anuncia busca por novas franquias

17/02/2012

As refeições rápidas da Parmeggio vão chegar às principais capitais do Brasil em 2012. A rede de fast-food, que já tem 25 lojas nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste, quer ampliar a presença nessas praças e chegar à região Sul. Até o final do ano, a marca pretende abrir 10 novas unidades, preferencialmente em shoppings.
O plano de expansão está sendo desenhado pela Franchise Store, primeira loja de franquias da América Latina, que iniciou 2012 com três novas franquias em seu portfólio de vendas.
“A Parmeggio é uma franquia que oferece pratos executivos, com opções variadas, saborosas e feitas na hora. O cardápio é completo e o preço é justo”, afirma Filomena Garcia, sócia da Franchise Store.
O investimento mínimo em uma franquia Parmeggio é de R$ 300 mil com retorno previsto em 24 meses. O faturamento por loja gira em torno de R$ 85 mil e o ticket médio é de R$ 16.

Fonte: Portal Varejo

Para mais informações sobre as franquias Parmeggio, acesse: http://www.franquia.com.br/franquia/parmeggio

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Griletto cresce 40% em número de lojas em 2011

24/01/2012

A expectativa é que sejam abertas mais 120 lojas até 2015

 

O Griletto, rede de franquias especializada em grelhados e parmegianas e uma das que mais cresce no país, superou as expectativas e vai terminar o ano com crescimento de 30% em faturamento.

“Estamos satisfeitos com os resultados deste ano e continuamos trabalhando para crescer e expandir para as principais praças de alimentação de todo o país”, afirma Ricardo José, sócio-fundador do Griletto.

Dando sequência a seu programa de expansão no País, até o primeiro semestre de 2012, o Griletto pretende inaugurar mais 20 unidades.  No total, hoje são mais de 90 lojas nos principais shoppings do interior paulista além da capital,  Grande São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia e Piauí. Isso significa um crescimento de 40% comparado com o ano anterior.

Servindo comida saudável, saborosa e de qualidade, com preços extremamente acessíveis, o Griletto comercializa mais de 4,5 milhões de pratos por ano.

Em novembro a rede incrementou o cardápio com oito novas opções de pratos. São eles: Polpetinni, Risoto de Queijo, Risoto de Funghi, Risoto de Bacon, Prato Express com Almôndegas, Lasanha aos Quatro Queijos, Talharine com Almôndegas ao Sugo e Fraldinha. O preço dos novos pratos varia entre R$9,90 e R$15,90. Agora são mais de 60 opções de pratos principais, além de acompanhamentos, bebidas e sobremesas.

Segundo a ABF – Associação Brasileira de Franchising, o segmento de franquias que obteve o maior rendimento, com 39% de aumento, foi o de alimentação.

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Nova franquia de comida árabe mira os shoppings

13/12/2011

Empresa investe nas praças de alimentação e quer conquistar as classes mais altas para chegar a 100 unidades

Sergio Castro/AE

A maior rede de restaurantes de comida árabe do mundo é brasileira – trata-se do Habib’s, com mais de 350 lojas no País. A presença de um gigante no mercado nacional, entretanto, não impediu que um pequeno restaurante paulistano, especializado na mesma culinária, traçasse um plano ambicioso: abrir 100 lojas até 2014, também pelo sistema de franquias.

Para atingir a meta, o Espaço Árabe adotou uma estratégia de crescimento que segue em direção oposta à famosa rede franqueadora. “Eu não quero brigar com o Habib’s”, enfatiza Maurício Salla, diretor da marca.

A proposta do Espaço Árabe, segundo o executivo, é preencher uma lacuna de mercado. “Percebemos que não havia redes de culinária árabe em praças de alimentação de shoppings center e enxergamos aí uma oportunidade”, conta Salla. “Além disso, nosso foco são as classes A e B. Portanto, nem sequer considero o Habib’s como concorrente.”

O restaurante Espaço Árabe foi fundado em 2003, na Rua Oscar Freire, em São Paulo. Era um negócio familiar, chefiado pelo imigrante sírio-libanês Elias Sabag. Mas em 2009, já consolidada no mercado gastronômico paulistano, a marca chamou a atenção do fundo de investimentos Endurance Capital Partners, que procurava oportunidades no ramo de alimentação.

O fundo adquiriu 70% da empresa e, de lá para cá, já investiu R$ 7 milhões na formatação da rede de franquias e abertura de novas lojas. Hoje, o negócio conta com 12 unidades próprias e três franqueadas.

O restaurante da Oscar Freire foi mantido como uma espécie de loja-conceito da marca. Lá, os pratos são servidos à la carte e o cardápio tem uma variedade maior. O modelo, entretanto, não foi replicado nas franquias, que pedem sistemas mais compactos, de baixo investimento.

Formatos distintos

Além de lojas em praças de alimentação, o candidato a franqueado também tem a opção de abrir um quiosque ou mesmo uma loja de rua (este modelo ainda está em fase de teste). O investimento mínimo é de R$ 185 mil para o quiosque, que tem entre 9 e 16 metros. E a rentabilidade de todas as operações, segundo a empresa, varia entre 18% e 22%.

O cardápio nas franquias mantém alguns dos pratos oferecidos no restaurante da Oscar Freire, porém, em porções menores. Isso explica porque o ticket médio varia entre R$ 9 e R$ 16 nessas unidades, menos da metade do gasto que os clientes costumam ter no restaurante.

Outra mudança está no preparo dos alimentos. A rede mantém hoje uma cozinha central que atende às unidades com os pratos congelados. Nas lojas, o produto é aquecido e fica pronto em até três minutos.

O diretor do Espaço Árabe, Maurício Salla, acredita que os clientes que frequentavam o restaurante da Oscar Freire não devem estranhar as novidades apresentadas da marca. “São momentos de consumo distintos, o cliente sabe fazer esta diferenciação.”

Planejamento

A única preocupação da rede atualmente é acelerar o crescimento. “Precisamos conquistar espaço nos principais shoppings do Brasil para criar uma barreira de entrada para concorrentes diretos”, afirma Salla. Em 2012, a meta é abrir 40 lojas. As regiões Sudeste e Nordeste são os principais focos da empresa. “A demanda também parte dos shoppings, que querem uma rede árabe em suas praças de alimentação.

E os resultados que o Espaço Árabe conquistou até agora já fizeram o fundo de investimento Endurance Capital Partners perceber que encontrou um nicho de mercado promissor. Por isso, Salla admite que pode criar uma outra rede de comida árabe no futuro, desta vez voltada para consumidores da classe C – o que obrigaria a empresa a, enfim, enfrentar o Habib’s.

fonte: Estadão PME

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Griletto amplia opções no cardápio

24/11/2011

Entre os novos pratos a maior novidade são os risotos

 

São Paulo, novembro de 2011 – O Griletto, rede de franquias especializada em grelhados e parmegianas, aumentou ainda mais as opções oferecidas aos consumidores. Agora são mais de 60 opções de pratos principais, além de acompanhamentos, bebidas e sobremesas.

 

A partir do dia 16 de novembro, os clientes poderão saborear oito novos pratos. São eles: Polpetinni, Risoto de Queijo, Risoto de Funghi, Risoto de Bacon, Prato Express com Almôndegas, Lasanha aos Quatro Queijos, Talharine com Almôndegas ao Sugo e Fraldinha. O preço dos novos pratos varia entre R$9,90 e R$15,90.

 

Servindo comida saudável, saborosa e de qualidade, com preços extremamente acessíveis, o Griletto atende mais de 4 milhões de pessoas por ano.

 

As novidades serão oferecidas nas mais de 90 unidades da rede localizadas em shoppings center do interior paulista além da capital,  Grande São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia e Piauí.

 

Sobre o Griletto

 

Fundado em 2004, em Itu (SP), o Griletto é uma rede de restaurantes fast-food especializada em grelhados e parmegianas. No mercado de franquias desde 2008, a marca é uma das que mais cresce no País.

Rede conceituada no mercado conquistou pela primeira vez o Selo de Excelência em Franchising 2011, reconhecimento máximo do segmento. Além disso, em uma pesquisa realizada pela Serasa Experian e Pequenas Empresas e Grandes Negócios, a rede obteve a melhor nota no quesito satisfação do franqueado entre todas as franquias e conquistou o segundo lugar como melhor franquia para investir, entre o setor alimentação.

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KFC lança produto exclusivo para o Brasil

16/11/2011

Rede criou versão do balde de frango para o país e concurso de customização com meta de aumentar em 20% as vendas, que já cresceram 206% em relação a 2010

O KFC criou uma versão exclusiva dos baldes de frango para o Brasil, com expectativa de aumentar as vendas do produto em 20%. Atualmente, a rede vende 25 mil baldes por mês no país e o consumo deste ano da categoria já registrou um aumento de 206% em relação a 2010.

A novidade será lançada no próximo domingo, dia 13, e contém três cortes diferentes de frango. Para a divulgação, a empresa, por meio da agência Binder Visão Estratégica, criou a campanha “Domingo é Dia de Balde”, com o objetivo de incentivar o consumidor a sempre fazer o lanche na rede neste dia da semana.

Outra técnica para promover o lançamento é uma ação de customização do balde, com uma promoção que dará ao autor do desenho vencedor um iPad e uma refeição por semana, durante um mês. O KFC divulga a novidade e o concurso com um hotsite, em encartes e nas mídias sociais.

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Redes de fast food investem em cardápio com opções ‘saudáveis’

25/10/2011

Redução dos valores de sal e gordura e a oferta de saladas e sucos ganham força nas lanchonetes

As redes de fast food, principalmente o McDonald’s, estão divulgando a redução dos teores de sal e gordura em seus lanches. A mudança envolve a inclusão de saladas, sucos, legumes e frutas no cardápio. Bob’s e Burger King também oferecem saladas e sanduíches menos calóricos do que as opções clássicas.

Especialistas em nutrição, no entanto, afirmam que as mudanças são tímidas.

A rede McDonald’s incluiu quatro fatias de maçã como sobremesa em seu McLanche Feliz. A batata frita do lanche infantil ganhou uma versão reduzida, com menos de cem calorias, cerca de metade do que havia na porção original. É possível substituir a batata por palitinhos de cenoura e o refrigerante por suco.

Para a nutricionista Daniela Jobst, esse tipo de alteração não deve ser suficiente para mudar os hábitos dos consumidores. Quem vai até uma rede de fast food não vai para comer frutas .

Segundo Jobst, a oferta de pedaços de maçã também não compensa ao lado de uma refeição composta por hambúrguer e fritas.

No Bob’s, os lanches mais saudáveis levam pão integral e peito de peru. No Burger King, o cliente pode optar por água de coco em vez de refrigerante.

Uma das principais mudanças no conteúdo dos lanches é a redução da quantidade de sódio (componente do sal).

O McDonald’s reduziu em 15% o sódio de seu Big Mac. Nos nuggets de frango, o corte foi de 10%. O Bob’s afirma que está estudando reduções nessa mesma direção. Segundo o Burger King, os nuggets já tiveram o sódio reduzido.

De acordo com a nutricionista, o corte do sódio é o ponto positivo das mudanças no fast food. Consumido em excesso, o sódio aumenta o risco de hipertensão, derrame, infarto e doenças renais.

O brasileiro consome 8,2 g de sal por dia (3,3 g de sódio) em média, mas as recomendações internacionais são de um máximo de 6 g (2,4 g de sódio), só uma colher de chá.

A opção pelas novas saladas incluídas nos cardápios pode ser uma saída para quem frequenta o fast food, mas é preciso atenção à armadilha do molho.

A nova salada do McDonald’s tem mais tipos de folhas e tomate. Sozinha, tem só oito calorias e 21 mg de sódio. O molho, porém, pode mais que dobrar o número de calorias do prato. Esses molhos também são cheios de espessantes, gorduras, conservantes, açúcar e sal , afirma Jobst.

Para Daniel Magnoni, nutrólogo do Hospital do Coração, a mudança nos cardápios pode ser um passo no combate da obesidade infantil.

Mas não adianta oferecer, é preciso educar para escolhas mais saudáveis. Para minimizar os efeitos do fast food, ele recomenda escolher os sanduíches com mais salada, sucos em vez de refrigerantes, batata com menos sal e pão integral.

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Franchising é premiado por melhor Design

25/10/2011

Em parceria com o Retail Design Institue (RDI), a Associação Brasileira de Franchising (ABF) festejou, em  jantar realizado em 11 de agosto no Buffet Mansão Cidade Jardim, em São Paulo, a 2ª edição do Prêmio de Design ABF – Retail Design Institute, que consagra os profissionais e redes que mais se destacaram ou contribuíram para o desenvolvimento da arquitetura e design no ponto de venda como ferramenta de negócio para o franchising brasileiro.

Na abertura, Ricardo Bomeny, presidente da ABF,  falou sobre a parceria com o RDI ressaltando que essa união vai além da criação desse prêmio: `visa, sobretudo disseminar boas práticas, compartilhar estratégias e inovar o setor. Se não houver a preocupação dos empresários brasileiros com o design, os varejistas brasileiros ficarão para trás`.

O presidente do RDI, George Hommer ressaltou a importância do prêmio para a difusão do uso do design no varejo nacional e a forma de avaliação dos projeto: `este prêmio celebra os projetos destacados pelo seu conceito, store branding, comunicação e relacionamento com o franqueado e consumidores, ambientação adequada da marca, exposição correta dos produtos e conscientização sustentável dos projetos`.

As categorias foram divididas em: Pleno, Sênior e Máster. Cada uma premiou os três melhores projetos de loja e o melhor projeto de quiosque. Além disso, uma Menção Honrosa e o prêmio Design do Ano foram concedidos. No total quatorze empresas concorreram à premiação.

O prêmio Design do Ano foi entregue à rede Puket, considerada a empresa franqueadora que melhor utilizou o design para transformar seu ponto de venda num ambiente encantador para seus clientes.

A rede Água Doce Cachaçaria foi reconhecida com uma Menção Honrosa, por ter desenvolvido todo projeto e design da loja atento os princípios da sustentabilidade e recursos naturais.
O prêmio da modalidade quiosque foi entregue à rede Morana, pelo projeto que melhor utilizou o design como ferramenta estratégica na construção do seu quiosque.

Na modalidade loja, que visa reconhecer o projeto que melhor utilizou o design como ferramenta estratégica, a vencedora foi a rede Havaianas na categoria Franqueador Pleno (franqueadoras com 10 ou mais franqueados e, com no mínimo, três anos de atuação). O segundo lugar ficou com a Baloné.

Na categoria Sênior (franqueadoras com 30 ou mais franqueados e com, no mínimo, cinco anos de atividade) foram premiadas a Puket, em primeiro lugar, e a JinJin, em segundo.
Já na categoria Franqueador Máster, (franqueadoras com 60 ou mais franqueados e com, no mínimo, dez anos de atividade), o primeiro lugar foi para a Nativa SPA – O Boticário e o segundo, para a rede KFC.

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