Veja como empreender em seis passos

29/05/2012

Por Filomena Garcia*

Do UOL, em São Paulo

Empreender com sucesso está longe de ser uma ciência exata. Não existe uma receita perfeita. E, mesmo que existisse, segui-la à risca poderia não ser o suficiente para se obter um ótimo resultado. Não é raro encontrarmos duas pessoas que prepararam a mesma receita e chegaram a resultados bem diferentes.

Para empreender não basta o dinheiro no bolso e a vontade de ter o seu próprio negócio. Grande parte do sucesso, ou fracasso, depende do perfil do empreendedor, de sua habilidade como administrador e principalmente do seu comportamento diante do desafio de ter um negócio.

Apesar dessas particularidades, existem alguns aspectos que todo empreendedor precisa considerar antes, durante ou depois de abrir o seu negócio.

A escolha do negócio

Na hora de escolher qual será o tipo de negócio que você estará à frente, opte por algo com o qual você tenha afinidade ou um certo conhecimento de mercado. Independente do segmento ou serviço escolhido, é muito importante que você se sinta confortável no universo em que irá atuar.

Por isso, na hora de escolher o seu negócio, não olhe apenas o lucro que ele propicia. É mais difícil ser bem sucedido em um segmento com o qual você não tem a menor afinidade.

O modelo do negócio

É importante ter em mente que, independentemente do modelo de negócio escolhido, ele vai implicar em alguns riscos. Não existe um modelo de negócio 100% seguro. Alto ou baixo, o risco sempre existirá. Procure conhecê-lo e entendê-lo muito bem, contrapondo-o com as vantagens do modelo que você elegeu.

O mercado

Informação nunca é demais. Pesquise, converse, pergunte. Tente obter o máximo de informações, saber quais os desafios de se empreender no segmento escolhido. Quem já está há algum tempo à frente de um negócio pode te dar boas ideias, dicas e até contar coisas que você nem imaginava que pudessem acontecer durante a administração de um negócio.

O seu momento de vida

O seu atual momento de vida permite que você se dedique, pelo menos nos próximos dois ou três anos, ao seu novo empreendimento? Esse é o tempo médio que um empreendimento leva para “amadurecer” e que você leva para ter domínio sobre o modelo de negócio escolhido.

Tenha em mente que, durante esse período, o empreendimento deverá ser o centro de suas atenções.

O planejamento

Planeje os primeiros anos do seu negócio, considerando alguns detalhes importantes: expectativas reais de investimento e de retorno do capital investido, capital de giro necessário para o início da operação e prazo para utilização dessa quantia, perfil da equipe de trabalho, habilidades a serem aprimoradas ou incluídas na equipe através de contratações e estratégias para diferenciar-se da concorrência.

Mantenha-se sempre atualizado do que está acontecendo, não apenas no segmento de sua atuação, mas também em outros que podem impactar o seu negócio, e esteja pronto para revisar e ajustar essa estratégia periodicamente de acordo com os movimentos naturais do mercado.

A sociedade

Se você pensa em ter sócios, procure pessoas com perfis complementares ao seu. Se você tem um perfil administrativo, por exemplo, busque um sócio que tenha o perfil comercial. Se você é mais visionário ou estrategista, procure se associar a bons executores.

Esse equilíbrio é fundamental para o sucesso do seu negócio e essa dica pode ser aplicada também na hora de montar a sua equipe.

Toda pessoa possui um certo grau de empreendedorismo. Uns têm um perfil mais agressivo. Outros são mais conservadores. Esse fator determina, inclusive, qual o nível de risco que a pessoa se permite correr ao empreender.

Procure identificar, antes de começar seu próprio negócio, onde o seu perfil está situado nesse cenário. Tenha em mente que o conceito de empreendedorismo abrange muito mais do que ser o dono de sua própria empresa.

Também não basta ter uma boa ideia. Acima de tudo é preciso ter a capacidade de implementá-la. Você pode, inclusive, se tornar um empreendedor em seu emprego atual, trazendo novas possibilidades, agregando novas soluções ou até mesmo desenvolvendo uma nova área de negócios. Mãos à obra!

*Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, é especialista em marketing e atua há 20 anos nas áreas de negócios, varejo e Franchising. É co-autora dos livros “Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios e “Marketing para Franquias”

Fonte: UOL


Mulheres no comando das franquias

25/05/2012

Por Filomena Garcia*

Do UOL, em São Paulo

Já faz algum tempo que as mulheres conquistaram o seu espaço no mercado de trabalho. Elas agora avançam no comando das empresas. Porém, apenas recentemente, estão descobrindo o mercado de franquias.

Na pesquisa anual que realizamos na Franchise Store sobre o perfil dos interessados em franquias, identificamos que 40% das unidades comercializadas hoje são administradas por mulheres. Há 5 anos, essa margem não passava dos 28%.

As franquias, de início, eram vistas pelo mercado predominantemente masculino também como uma alternativa de ocupação para as mulheres que não estavam inseridas no mercado de trabalho.

Em pouco tempo, porém, o franchising se revelou um terreno promissor para as mulheres de espírito empreendedor, cujas habilidades naturais de gestão, resolução de conflitos e atenção aos detalhes não estavam sendo utilizadas em sua totalidade.

Ao longo dos anos, as mulheres foram abandonando seus papéis de coadjuvantes na administração dos negócios – muitas vezes, de apenas auxiliar o marido – para serem protagonistas de muitas histórias de sucesso.

Claro que o perfil da mulher empreendedora também mudou. Vindas principalmente de áreas como vendas, recursos humanos e marketing, as empreendedoras de hoje chegam com um histórico profissional de sucesso na bagagem, buscando nas franquias uma alternativa de negócio rentável e consideravelmente mais seguro, para atingir sua independência.

Compreendem a vantagem de investir em uma marca já conhecida, operando um modelo de negócio que já foi testado e comprovado pelo mercado.

Boas gestoras e parceiras comprometidas

À frente de uma unidade franqueada, lidando diretamente com todos os detalhes e atuando, ora como motivadora da equipe de vendas, ora como administrativo ou gerencial, as mulheres têm demonstrado ótima capacidade de adaptação, organização e bom relacionamento com os funcionários.

E isso, aos olhos dos franqueadores, é ótimo, pois muitos descobriram dentre elas gestoras eficientes e parceiras comprometidas com o sucesso da rede. Por esse motivo, é cada vez mais frequente o número de franqueadas que possuem mais de uma unidade.

As mulheres que optam por ser proprietárias de uma unidade franqueada, por sua vez, destacam a possibilidade de administrar o próprio tempo como uma das maiores vantagens que o mercado de franquias oferece, pois assim conseguem estar mais perto da família.

Outra vantagem mencionada é o suporte, já que as redes de franquias disponibilizam as ferramentas que possibilitam a operação e a gestão do negócio, além do apoio na localização do ponto comercial.

A entrada da mulher no universo das franquias aquece e enriquece o mercado como um todo, pois além de trazer novas abordagens para a gestão do negócio, também possibilita o surgimento de grandes redes em segmentos característicos do universo feminino, como centros de estética, calçados e acessórios, cosméticos e lingerie.

*Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, é especialista em marketing e atua há 20 anos nas áreas de negócios, varejo e Franchising. É co-autora dos livros “Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios e “Marketing para Franquias”

Fonte: UOL


Marcas querem que franqueado vire dono “Investir em várias unidades é uma forma do franqueado maximizar seu investimento”

25/04/2012

O evidente amadurecimento do mercado de franquias brasileiro, que faturou R$ 89 bilhões no ano passado, mudou também a forma como as redes lidam com seus franqueados. Diante do crescimento acelerado do setor, que ultrapassa a casa de dois dígitos há quase uma década, e do bom desempenho da economia, que elevou o número de investidores dispostos a entrar nesse segmento, as marcas se interessam cada vez mais por parceiros com perfil de liderança dispostos a administrar não apenas uma unidade, mas um grupo de lojas.

Para as redes, essa é uma forma de potencializar os resultados nas unidades bem-sucedidas e aumentar o envolvimento dos parceiros com a marca. Para os empreendedores, é a oportunidade de reduzir custos e ampliar lucro e produtividade. “Quando a pessoa tem um número maior de lojas da mesma marca, maximiza o investimento porque pode fazer gestão compartilhada do estoque e da equipe, além de ganhar mais experiência”, afirma Filomena Garcia, diretora da consultoria Franchise Store.

Nos Estados Unidos, é comum a figura do franqueado que comanda centenas de unidades. No Brasil, embora as redes sempre tenham incentivado esse tipo de crescimento, o interesse hoje é maior em virtude do aumento do poder aquisitivo, da concorrência e do número de investidores. Mas ter perfil empreendedor é muito importante.

Para administrar o negócio de maneira organizada e dar conta de 80 funcionários, Dalton Polete Neto, 27 anos, que gerencia quatro unidades da Griletto, abriu um escritório, contratou assessoria contábil e um profissional de recursos humanos para comandar todos os processos seletivos.

O investimento compensa. Além dos custos do escritório serem diluídos em quatro lojas e assim pesarem menos no caixa do empreendedor, Dalton ganhou agilidade nas contratações, reduziu custos, problemas com mão de obra e aumentou sua rentabilidade.

Hoje, o empresário fatura em média R$ 400 mil por mês com as unidades e conversa com a rede para a abertura de mais uma. “Conforme você se aprofunda e adquire experiência em uma franquia, consegue melhorar o desempenho e também aumentar sua capacidade de investimento”, explica.

Quem já opera como franqueado ainda pode negociar facilidades no fechamento de um novo contrato – prazos de pagamento maiores ou até mesmo descontos na taxa de franquia estão entre os benefícios oferecidos normalmente.

Mas esse crescimento não é para qualquer um. Além de apresentar bom desempenho, que comprove a capacidade de administrar outras unidades, o franqueado também precisa garantir ao franqueador que a expansão não vai afastá-lo do dia a dia da operação.

Capacitação

No caso de Dalton, por exemplo, a Griletto só autorizou a compra de novas unidades quando ele garantiu que manteria visitas diárias às lojas. Mesmo tendo contratado gerentes, o empreendedor frequenta pelo menos dois pontos por dia. “Quando você tem várias operações, todos os processos ganham proporção e te obrigam a adotar um estilo de administração mais profissional e próprio, que não dependa só da orientação da franquia”, explica Dalton Polete.

É por causa disso que algumas redes já investem na criação de cursos específicos para formar franqueados com capacidade de liderança e gestão do negócio de maneira mais independente. O grupo Trigo, que administra as redes Spoleto, Domino’s e Koni Store, desenvolve o projeto-piloto de uma universidade corporativa, que deve começar a funcionar no ano que vem. O curso será uma espécie de pós-graduação em administração de franquias com duração prevista de um ano. “Nós queremos que nossos franqueados cresçam e tenham uma postura mais profissional”, diz Renata Rouchou, diretora de expansão da marca.

Diversificar

Outra maneira de um franqueado crescer como empresário é adquirir franquias de redes diferentes.

Essa foi a opção da empresária Fátima Cerantola, que ao lado dos pais e da irmã Ana Maria, comanda oito unidades da Hering, duas da marca PUC, três da Lupo e ainda duas da Havaianas. Juntas, as lojas faturam R$ 13 milhões por ano. “Nós diversificamos dentro do mesmo ramo, mas apostando em nichos diferentes”, explica a empreendedora. A vantagem, segundo ela, é equilibrar os ganhos e reduzir o impacto da sazonalidade – enquanto as lojas da Hering e Havaianas vendem bem no verão, por exemplo, as unidades da Lupo faturam mais no inverno.

Antes de diversificar os investimentos, no entanto, ela recomenda que o franqueado desenvolva-se dentro de uma mesma marca. “É importante para entender melhor o sistema em si e aprender com alguns erros.”

Outra dica da empreendedora é a pessoa não apostar em segmentos muito diferentes. Ela mesma precisou vender a franquia de uma loja de produtos para casa que havia aberto. “Era um negócio totalmente diferente do que estava acostumada e não tinha como me aprofundar no ramo”, conclui.

A proposta é muito simples: achar bons empresários e fazer deles proprietários de diversas unidades.

Para ler a matéria na íntegra, acesse: Estadão.com.br


Jovem prefere abrir uma franquia a ser empregado

24/04/2012

Fonte: Jornal da Tarde

O jovem brasileiro quer ter um negócio próprio e a franquia aparece como a opção mais segura de investimento. É o que mostra pesquisa feita pela Franchise Store sobre o perfil dos interessados nas franquias: 45% deles têm entre 21 e 30 anos. O número de 2011 indica que a intenção tem aumentado, já que em 2010 o índice era de 36%. O setor de alimentação é preferido para abertura do empreendimento.

Segundo a sócia-diretora da Franchise Store, Filomena Garcia, o número cada vez maior de jovens com a intenção de ser o próprio chefe pode ser explicado pelas características comuns às pessoas dessa faixa etária. Elas têm menos paciência para um plano de carreira formal e mais confiança em seu desempenho. “O jovem busca uma forma menos tradicional e mais rápida de crescimento”, destaca.

A pesquisa mostra ainda que 39% têm pouco dinheiro para investir: até R$ 10 mil. Porém, esse valor não se encaixa na grande maioria das opções de franquia. Entram então no leque de possibilidades as microfranquias, que requerem investimento de até R$ 50 mil. Esse segmento geralmente está relacionado à prestação de serviços, trabalho em casa e o próprio franqueado é o executor do serviço, explica André Friedheim, diretor da Francap, consultoria na área de franchising. “Mesmo que o interessado tente um empréstimo no banco, ele vai precisar oferecer garantias”, ressalta Friedheim.

Formado em publicidade e com pós-graduação em administração, Felipe Pollastrini, de 28 anos, resolveu investir há dois anos em uma franquia do Seletti, de culinária saudável. Ser dono do próprio negócio era um plano antigo. A insatisfação com um emprego de auditor ajudou a levar adiante a ideia. “Tinha um dinheiro disponível e minha família é de empresários. Decidi seguir o mesmo caminho.”

Ter o próprio negócio sempre motivou o gerente da área de empresas de um banco Fábio Nacaratto, de 30 anos. Formado em administração, ele cuidará de duas franquias da Risotto Mix nos shoppings de Piracicaba e Sumaré, ambos com inauguração em 2013. “Busquei uma opção mais sólida, com menor risco.”

O investimento de Aline Zagatto Lara Bove, de 28 anos, é uma unidade da Brou’ne em São José dos Campos. Formada em terapia ocupacional com pós-graduação, ela não se encontrou na área. “Vi que não tinha muito a ver comigo. Meu marido sempre falou de abrir uma franquia e decidimos investir.”

Para quem pretende entrar no ramo, o consultor do Sebrae-SP, Wlamir Bello, aconselha comparar a franquia com um negócio independente para avaliar. Apesar do risco ser menor, os padrões já são definidos o que reduz a autonomia do franqueado. E além do custo de abertura normal de uma empresa, há taxas da franquia.


Jovens são maioria na busca por franquias, diz pesquisa

13/04/2012

Fonte: EXAME.com

Um levantamento feito pela Franchise Store mostra que 45% dos interessados têm até 30 anos

Um balanço feito pela consultoria Franchise Store mostrou o perfil dos interessados em abrir uma franquia no Brasil. Com dados coletados dos atendimentos da empresa, a pesquisa mostra que 81% das pessoas que buscam um negócio deste tipo têm entre 21 e 40 anos, sendo que 45% tem até 30 anos. “Existe um interesse muito grande de um público jovem”, disse Filomena Garcia, sócia da consultoria, em conversa exclusiva com Exame.com.

Na divisão entre os sexos, os homens ainda são maioria na busca por franquias. “Hoje, é 60% masculino e 40% feminino. Mas, há dois anos, as mulheres representavam 30%”, diz Filomena.

Segundo ela, a região Sudeste é origem da maioria dos candidatos, com 54%. O Nordeste, no entanto, chama a atenção da consultora. “É a região que mais cresce, com 18% dos interessados”, conta.

Este é um movimento do franchising brasileiro como um todo, com cada vez mais redes olhando para o mercado nordestino e enxergando o potencial da região. Em seguida, aparecem Sul, com 12%, Centro-Oeste, com 10%, e Norte, com 6%.

Hoje, 26% dos interessados em abrir uma franquia são formados em Administração, 10% em Direito e 6% em Engenharia. Filomena ressalta que 20% das pessoas que buscam uma franquia já são empresárias. “É um índice muito alto. Outros 11% são autônomos, ou seja, pessoas que já entendem o risco de um negócio”, explica.

Outro fator apontado na pesquisa é o potencial de investimento dos interessados. Neste quesito, 39% dos ouvidos dizem ter no máximo 10 mil reais para começar, 21% falaram ter até 50 mil reais, 24% garantem ter até 100 mil reais.

Nos valores mais altos, 11% dos empreendedores estão dispostos a investir até 250 mil reais, 4% desembolsaria até 500 mil reais e apenas 1% investiria em uma franquia de 1 milhão de reais. “É curioso que a maioria diz que não tem mais do que 100 mil reais, mas acaba fechando negócios por mais de 250 mil reais. Acho que as pessoas têm receio de dizer quanto querem investir de cara”, justifica.

Em relação aos segmentos mais procurados, alimentação, saúde e beleza, vestuário e serviços aparecem com destaque. “Mas 80% dos interessados não têm ideia de qual franquia pretendem abrir”, diz.


Quatro olhos no interior

12/04/2012

Fonte: Valor Econômico

Filomena Garcia, da Franchise Store, e Mário Ponci, da Chilli Beans: marca de óculos planeja abrir 200 lojas em 2012

A grife de óculos Chilli Beans é uma velha conhecida dos corredores de shoppings brasileiros. A marca paulistana tem 15 anos e 400 lojas espalhadas pelo país – a maior parte delas em shoppings de grandes capitais. Agora, pega uma carona no crescimento da economia brasileira e começa um agressivo plano de expansão por lojas de rua do interior do Nordeste e no Sul do país. A estratégia, criada pela Franchise Store para a Chilli Beans, contempla a abertura de 200 novos pontos em 2012. “Teremos lojas e quiosques. Vamos escolher entre um e outro de acordo com o potencial de consumo da cidade e a localização do ponto”, diz Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store. Ela conta que os shoppings, onde nasceram os primeiros quiosques da marca de óculos, continuam na mira. Porém, o modelo de expansão foi ampliado pois foi identificada “uma oportunidade de consumo potencial nas lojas de rua”. Apesar da ida da Chilli Beans para cidades menores, a política de preços deve continuar a mesma, segundo a empresa. Apesar do consumidor ter a impressão de que os preços da marca andaram aumentando nos últimos anos, o diretor institucional Mário Ponci conta que o que aconteceu foi a criação de novas linhas de produtos com preço acima da média da marca. “Trabalhamos com cinco preços por linha, com média de R$ 142.”

Quatro olhos I – O objetivo da Chilli Beans para 2012 é fechar o ano com 600 pontos de venda, expectativa baseada principalmente na abertura das 200 franquias e também no resultado positivo do ano passado. A empresa fechou 2011 com aumento de 35% no faturamento em comparação a 2010. No exterior, a marca tem expandido aos poucos. A Chilli Beans tem 6 lojas em Los Angeles, 6 em Portugal, 2 na Colômbia e 1 em Angola. E está em fase de andamento – fase adiantada – também a abertura de pontos no Peru e no Oriente Médio.

Quatro olhos II – A principal estratégia da Chilli Beans para gerar desejo em sua clientela colecionadora de óculos é a parceria com artistas e estilistas. Desde 2010, a marca mantém uma parceria de cobranding com Alexandre Herchcovitch, que desenvolve produtos com os designers da Chilli Beans. As peças são lançadas em coleções semanais, assim como os óculos de linha da marca – ao todo, semanalmente chegam às prateleiras dez novos modelos. Ainda neste mês serão lançados óculos em parceria com Ronaldo Fraga, Isabela Capeto e o cantor Carlinhos Brown.

Quatro olhos III – O mais novo nicho de mercado da Chilli Beans são os óculos de grau da linha Vista. “Fizemos uma pesquisa de mercado em que identificamos que havia demanda por óculos de grau como acessório, para compor um estilo, e não só pela necessidade”, diz Ponci. Atualmente, a marca lança em média três novos modelos da Vista por semana. São armações coloridas, vintage ou inspiradas no estilo dos geeks – fazem sucesso as armações estampadas e de hastes finas. Em 2011, foram vendidos 45.914 óculos de grau e para 2012 a expectativa é de chegar a 95 mil peças.


5 riscos de investir em uma franquia

12/04/2012

Com taxa de mortalidade perto dos 5%, as franquias costumam ser vistas como negócios sólidos e quase infalíveis. Em partes, este diagnóstico é verdadeiro, mas depende muito também da atuação do franqueado.

Assim como qualquer negócio ou investimento, as franquias apresentam riscos e exigem que o empreendedor esteja muito atento a eles para que o negócio seja bem sucedido. “Franquia é um negócio, portanto, é arriscada”, alerta Filomena Garcia, sócia da Franchise Store.

Boa parte desses riscos pode ser minimizada com uma boa gestão e uma leitura atenta do contrato e da circular de oferta da franquia. Antes de investir o capital de uma vida no negócio, faça também uma análise do seu perfil de empreendedor.

1 – Pouco trabalho, pouco resultado

O primeiro problema de quem compra uma franquia é acreditar que o negócio vem pronto e não exige dedicação. “A gestão do franqueado pode ser responsável pela falta de rentabilidade”, explica Filomena. Segundo ela, quando o problema está no franqueador, toda a rede tende a sentir o impacto e não apenas uma ou duas unidades.

2- Atenção no contrato

Quando o franqueado entra para uma rede, o sentimento predominante costuma ser de empolgação. Se as coisas não saem como ele espera, no entanto, surge a revolta e o empreendedor então enxerga pontos no contrato com os quais não concorda. “A assinatura do contrato é como um casamento. Se falam mal do noivo, a noiva nem escuta”, compara Filomena. Por isso, tenha um advogado por perto para ajudar a interpretar as cláusulas e saiba o que acontece quando acaba o prazo de contrato de uso da marca ou mesmo se você desistir do negócio no meio do caminho.

3 – Cuidado com o ponto

A escolha do ponto comercial, como em todo negócio, é essencial para o sucesso da empresa. Confira o contrato de locação, os prazos e valores envolvidos no ponto. Em casos extremos, esta despesa pode prejudicar a rentabilidade.

4 – Análise financeira (e racional)

Ter todo o capital necessário para manter o negócio é premissa para tirar parte do risco da franquia. Muitas vezes, a informação de investimento inicial divulgada pelas redes é apenas uma parte do valor que a operação vai exigir. É função do franqueado ter capital de giro para segurar a empresa, principalmente nos primeiros meses.

5 – Franqueador franco

Quase toda responsabilidade em uma franquia é dividida. Por isso, o franqueado também tem parte na escolha do franqueador. Para evitar este problema, é muito importante conversar com pessoas que já fazem parte da rede. “Os franqueados da marca podem dizer os pontos negativos e positivos do negócio”, explica Filomena.

Leia a matéria na íntegra em  EXAME.com


Cherto Consultoria promove curso de Marketing para Franquias

13/03/2012

A área de Educação Corporativa da Cherto Consultoria promove o curso Marketing para franquias, no dia 29 de março, em São Paulo. O objetivo é orientar gestores e gerentes de Redes de Franquias na estruturação e gestão do fundo de marketing, e apresentar estratégias para envolver toda a rede nas ações de comunicação, alcançando melhores resultados. O treinamento será ministrado por Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, primeira loja de venda de franquias do mundo, e por Denis Santini, sócio-diretor da MD Comunicação, primeira agência especializada em franquias e redes. No treinamento, serão abordados aspectos relevantes como: o marketing de inauguração de lojas, a internet como ferramenta de divulgação, e ações para alavancar o desempenho dos franqueados e gerar mais resultados para a rede.

Para saber mais sobre o curso, conhecer o programa completo e fazer a sua inscrição, acesse a página do curso no site da Cherto Consultoria.

Serviço: 

Data: 29 de março de 2012
Horário: das 8h30min às 18h
Local: Mercure São Paulo Jardins –Alameda Itu, 1151 – Cerqueira Cesar- São Paulo
Valor: R$ 850,00 (incluso material didático, coffee break, almoço e certificado)

Informações e inscrições: (11) 3549-9910 ou atendimento@cherto.com.br

 image

icone-facebookicone-twittericone-linkedin


Max Sushi dá toque brasileiro à culinária japonesa

12/03/2012

A Max Sushi, primeira franquia de self service de comida japonesa do Brasil, quer expandir o negócio e encerrar 2012 com 6 novas lojas. Original de Goiânia, a marca possui 3 unidades próprias e 5 franqueadas em Goiás, Belo Horizonte, Brasília e Santos.

O plano de crescimento foi desenhado pela Franchise Store, primeira loja de venda de franquias do mundo, e contempla as principais capitais do país. Nos restaurantes da rede, todos os pratos são feitos na hora e o peixe é fresco.  São mais de 20 tipos de sushi, sashimi e temaki, inclusive de salmão, além dos pratos quentes shimeji e yakissoba. Os molhos são uma atração à parte.  Criados pelos donos da Max Sushi, são feitos com morango, maracujá e abacaxi e dão um sabor abrasileirado a comida japonesa.“Além da novidade do fast food, o Max Sushi conseguiu dar um toque brasileiro à culinária japonesa. A mistura de peixes e raízes com o sabor das frutas tropicais deixa o prato muito mais saboroso. Além disso, a rede não trabalha com peixes congelados e desenvolve fornecedores regionalmente, o que torna a comida mais fresca e saudável”, diz Filomena Garcia, diretora da Franchise Store.

O investimento mínimo em uma franquia da rede é de R$ 255 mil e o retorno previsto é em 24 meses. O faturamento médio por loja gira em torno de R$ 200 mil. Para saber mais sobre as franquias Max Sushi, acesse: www.franquia.com.br/franquia/max-sushi

 image

icone-facebookicone-twittericone-linkedin


Sharing anuncia expansão por franquias

22/02/2012
A Franchise Store, primeira loja de franquias da América Latina, tem uma nova marca em seu portfólio. A Sharing Ortodontia Especializadaoferece instalação e manutenção de aparelhos corretivos, além de clareamento a laser instantâneo. A rede está expandindo o negócio de franquias e pretende encerrar o ano com 24 novas unidades. Hoje, são nove franquias e uma loja própria, todas concentradas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

O plano de crescimento prioriza as praças do Sul e Sudeste, sobretudo em lojas de rua. O principal diferencial da marca é que o franqueado não precisa ser dentista e cada franquia pode ter até três sócios. “A Sharing trabalha com um negócio que tem uma das maiores rentabilidades do mercado. Além disso, a rede oferece cartões de fidelidade, que concedem descontos em tratamentos, e isso é um chamariz para o público”, afirma Filomena Garcia, sócia da Franchise Store.

O investimento mínimo em uma franquia Sharing é de R$ 180 mil com retorno previsto em 12 meses. O ticket médio é de R$ 115 e o faturamento por unidade é de aproximadamente R$ 50 mil mensais.

Fonte: Alshop
Para saber mais sobre as franquias da Sharing Ortodontia Especializada, acesse: http://www.franquia.com.br/franquia/sharing_ortodontia_especializada

image

icone-facebookicone-twittericone-linkedin


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.