Ajudada pelas classes baixas, venda nos shoppings cresce 7% no Natal

26/12/2009

A entrada das classes D e E no mercado consumidor, somada à oferta de crédito com juros competitivos e aos incentivos fiscais em setores que amargaram um fraco desempenho nas vendas do Natal passado, contribuiram para que o varejo de shopping este ano conquistasse um crescimento real (descontada a inflação) de 7% na comparação com 2008.

O segmento que mais se destacou nesse cenário foi o de eletroeletrônicos, as "vedetes" natalinas de 2009, de acordo com
o presidente da Alshop (Associação Brasileira dos Lojistas de Shopping), Nabil Sahyoun.

O setor vendeu 30% mais este ano, impulsionado pela redução do IPI. "Foi uma surpresa positiva e indica que a diminuição da tributação tem resposta imediata no consumo", avaliou Sahyoun.

Só o que o bom desempenho teve seus efeitos colaterais: algumas lojas ficaram desabastecidas dias antes do Natal. "Foram ligeiros problemas de abastecimento, mas eles não geraram queda expressiva nas vendas", justificou.

O resultado do comércio foi positivo, mas não chega a bater o desempenho recorde de 2007, considerado o melhor dos últimos dez anos.

Quer receber mais notícias como esta? Cadastre-se aqui!


Em 2010, a Franchise Store deseja a você…

22/12/2009

Em 2010, a Franchise Store deseja a você...


Andarella e Swains em destaque no Jornal Brasil Econômico

22/12/2009

BR_ECON

Quer receber mais notícias como esta? Cadastre-se aqui!


Hoken abre franquias para vender purificadores de água

18/12/2009

Confira nota publicada hoje (18/12) na Coluna do jornalista Guilherme Barros no IG.

GUILHERME

A Hoken, rede de purificadores de água, vai abrir mais de 20 lojas em ruas e shoppings por todo Brasil em 2010. O atual sistema porta a porta será substituído pelos pontos de venda. O investimento para abrir uma franquia é de a partir de R$ 70 mil.

O plano de expansão é da Franchise Store. Segundo Filomena Garcia, sócia diretora da empresa, a Hoken é uma marca respeitada e conhecida internacionalmente, e agora vai se consolidar no Brasil. “O grande diferencial é que o modelo de negócios da rede não cobra taxas como franquia, royalties e propaganda”, diz.

Quer receber mais notícias como esta? Cadastre-se aqui!


Pequenas e médias empresas pretendem investir mais em 2010

18/12/2009

71% planejam gastar, principalmente, com a compra de máquinas, equipamentos e reforma das instalações, segundo pesquisa feita pelo Sebrae-SP

1148457_44590166

Para os pequenos e médios empresários paulistas, o pior da crise já passou e grande parte dos empreendedores do estado pretende investir nos negócios em 2010, segundo pesquisa feita pelo Sebrae-SP. O estudo constatou que 72% dos donos de empresa acham que no próximo ano o faturamento irá crescer e 71% planejam gastar, principalmente, com a compra de máquinas, equipamentos e reforma das instalações.

A maioria dos entrevistados (51%) espera aumentar o número de empregados e 80% vão lançar novos produtos e serviços no ano que vem. Ricardo Tortorella, diretor-superintendente do Sebrae-SP, afirma que aspequenas e médias empresas (PMEs) devem aproveitar a retomada da economia para alavancar os negócios. “Após passarem por um ano difícil, os empreendedores têm perspectivas favoráveis. Eles precisam se manter informados e se capacitar para atuar em mercados concorridos”, diz.
Balanço
A queda do consumo foi citada por 66% das PMEs como a principal dificuldade enfrentada em 2009, seguida pelo pagamento de impostos (59%) e aumento dos custos (57%).

A pesquisa constatou também que durante este ano 72% das empresas paulistas aperfeiçoaram produtos e serviços, 61% passaram a oferecer novos itens e 51% substituíram os fornecedores.

Quer receber mais notícias como esta? Cadastre-se aqui!


Redes de franquias se instalam dentro de grandes varejistas

18/12/2009

A regra agora é otimizar o espaço. Em vez de ir às ruas, as franquias buscam um lugar à sombra do varejo

pdq Lojas de materiais de construção, utilidades domésticas, equipamentos esportivos, iluminação, livros e locadoras de DVDs são os novos alvos de uma tendência que vem se acelerando no varejo, a store in store — loja dentro de loja. A recessão no início do ano reforçou ainda mais o interesse dos empresários nesse modelo. “Os custos menores e o fluxo garantido de pessoas tornam a prática ainda mais atraente em tempos de crise”, afirma o diretor executivo da Associação Brasileira de Franchising, Ricardo Camargo. Na avaliação do professor do Centro de Excelência em Varejo da Fundação Getulio Vargas (FGV), Maurício Morgado, “o negócio é bom para os dois lados. A in store economiza em manutenção e a loja-mãe ganha por oferecer mais conforto e conveniência ao cliente”.

Quer receber mais notícias como esta? Cadastre-se aqui!


Paes Mendonça compra da BR Malls 20% do Granja Vianna

18/12/2009

 

JCPM

O grupo Pernambucano JCPM, do empresário João Carlos Paes Mendonça, aumentou sua presença no mercado paulista de shopping centers, ao comprar 20% do Shopping Granja Vianna da BR Malls. O empreendimento está sendo construído em Cotia, na região metropolitana de São Paulo.Sem revelar valores, Paes Mendonça afirmou que a aquisição é parte da estratégia de ganhar corpo no mercado de São Paulo, o maior do Brasil, onde a JCPM detinha participação somente no Shopping Villa-Lobos, no qual a BR Malls tem 39,7%. As duas empresas também são sócias no Shopping Recife, na capital pernambucana.

De acordo com o empresário, a decisão de comprar a fatia no Granja Vianna surgiu de um "longo namoro" entre JCPM e BR Malls. Paes Mendonça, entretanto, se esquivou de responder se a participação teria sido oferecida pela BR Malls. "A gente sempre conversa com eles, não houve uma oferta direta de alguma parte", afirmou.Para analistas, a venda da participação é positiva para a BR Malls, visto que reduz a exposição da empresa ao risco do empreendimento, que deve ser inaugurado no primeiro trimestre de 2011, em uma área de 30 mil m2. Para dar conta do investimento, a BR Malls tomou R$ 94,6 milhões emprestados do Santander, montante que será pago em dez anos.

Com a venda para a JCPM, a BR Malls reduziu de 90% para 70% a sua participação no Shopping Granja Vianna. A fatia média da companhia nos 35 shoppings em que participa é de 44,7%, sendo que em 11 detém mais da metade das ações. Os analistas não acreditam, entretanto, que a venda dos 20% do Shopping Granja Vianna possa estar ligada a uma eventual saída gradativa da GP Investimentos do corpo de acionistas da BR Malls. A possibilidade passou a ser considerada diante da grande valorização das ações da empresa, que poderia proporcionar à GP uma oportunidade interessante de desinvestimento.

"Se estivesse vendendo participação em um shopping que já opera, como o Villa-Lobos, poderia até fazer sentido. Mas como é algo que nem entrou em operação, acredito que não haja qualquer relação", disse um analista que preferiu não ter o nome publicado. Do lado da JCPM, Paes Mendonça garante que a estratégia é seguir comprando participações em shoppings de São Paulo, porém sempre minoritárias. "Nossa intenção é liderar projetos apenas no Nordeste, onde estamos próximos e temos a tradição de varejistas", disse. Em 2000, o empresário vendeu para o fundo holandês Royal Ahold a rede de supermercados Bompreço, que em 2004 foi revendida para o Walmart, por US$ 300 milhões.

Além do Villa-Lobos, do Recife e, agora, do Granja Vianna, o grupo JCPM tem participação em outros sete shoppings: Tacaruna (67%), Plaza (23%) e Guararapes (50%), em Pernambuco; Jardins (60%) e Riomar (60%), em Sergipe; e Salvador Shopping (95%) e Salvador Norte (60%), na capital baiana. O grupo pernambucano também tem negócios nos setores de construção civil e de comunicação.

Quer receber mais notícias como esta? Cadastre-se aqui!