Conheça a rede de franquias Dudalina Concept

30/07/2010

O Grupo, que possui as marcas de moda masculina: Dudalina, Individual e Base está a 53 anos no setor industrial e comercial com grande expertise na produção de roupas masculinas em um complexo de três fábricas em Santa Catarina e uma no Paraná.

Base - assist  Gilberto fotógrafo Marcus Luconi e modelos Felipe Oliveira Iuri Heberle Felipe Rovaris Fábio De Angelis e Diego Zang DSC03838Making of Base

Com o sucesso das centenas de loja s multimarcas, onde estão distribuídas as três grifes, agora o Grupo entra de cabeça com um grande projeto de franquias, liderado pelo Diretor de franquias, Rui Hess de Souza: a Dudalina Concept

A primeira loja surgiu como um experimento e deu muito certo. Cinco lojas franqueadas (Passo Fundo – RS; Brusque – SC; Balneário Camburiú – SC; Aeroporto Afonso Pena – Curitiba – PR e Aeroporto de Congonhas – São Paulo – SP) e uma própria (Navegantes – SC), são sucesso, e até o fim de 2011 a empresa pretende inaugurar 20 lojas espalhadas nas principais cidades do país.

Base mak ver 2011 - Gestor de marketing e branding do Grupo Dudalina - Base e o modelo Fábio De Angelis DSC04025 Base mak ver 2011 -  modelos - Felipe Oliveira Fábio De Angelis e Diego Zang - fotógrafo Marcus Luconi DSC03444 Gestor de mkt e branding           Fotógrafo Marcus Luconi

A Base, marca mais jovem do Grupo, tem uma proposta de moda masculina casual, porém com toques de requinte. Perfeita para os homens de estilo próprio e muito bom gosto. A Campanha primavera/ verão 2011 foi fotografa na praia paradisíaca de Jurerê Internacional, uma homenagem ao Estado onde surgiu a Empresa. Os modelos, todos catarinenses, vestem peças que ainda não estão nas lojas, mas na primeira quinzena de agosto já estarão disponíveis para as vendas em todas as multimarcas e nas seis lojas Dudalina Concept.

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Cinco lições que só o fracasso pode dar

29/07/2010

Empresário Marcelo Cherto fala dos ensinamentos que adquiriu depois de quase falir e se reerguer

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Mais do que desespero, ansiedade e cabelos brancos, o fracasso pode render aprendizado

O aprendizado que o fracasso proporciona é uma das armas mais poderosas contra os riscos de entrar em um novo negócio ou ampliar o que já existe. Mas, melhor do que fracassar e aprender tudo na prática é observar o fracasso alheio e aprender com ele. Infelizmente (ou felizmente), o presidente da consultoria de mercado Cherto, Marcelo Cherto, conheceu de perto a falha e a quase falência. O resultado foi o livro "Sucesso é uma questão de atitude", contando as lições que tirou disso.

Entre os anos de 1995 e 1996, Cherto tinha uma empresa de consultoria de franchising. Em uma das visitas a franqueadores dos Estados Unidos, conheceu o dono de uma gráfica rápida que havia falido oito vezes, mas foi persistente, conseguiu vencer na vida e escreveu um livro sobre sua história. Impressionado com a lição de vida, Cherto resolveu lançar o livro do americano no Brasil e, para isso, escolheu o caminho mais complexo: abrir uma editora.

O fracasso, que deveria ter ficado apenas no livro, ultrapassou as páginas da obra e entrou no novo negócio de Cherto. Sem conhecer nada do empreendimento, ele conseguiu publicar cerca de sete livros pela editora, mas se afundou em dívidas e quase faliu. Ele preferiu parar antes que o pior acontecesse. "Muitos dos meus cabelos brancos de hoje, eu consegui nessa época", lembra.

Além da cabeça grisalha, esses enganos renderam o livro "Sucesso é uma questão de atitude", que será vendido a partir de hoje, apenas sob demanda pelo site da AGBook. Assim, somente depois da compra pela web o livro será impresso e entregue na casa do comprador, o que reduz os custos e o desperdício na produção de livros. Cada exemplar custa R$34,86 e parte do dinheiro das vendas vai ser doado à Endeavor, ONG que apóia o empreendedorismo.

A seguir, Marcelo Cherto dá algumas dicas para quem prefere aprender sobre fracasso sem precisar sentir na pele.

"Nunca entre em um negócio sem conhecer a área". Mesmo que já tenha experiência anterior, é inevitável que você se depare com quatro tipo de coisas: as com as quais sabe lidar; as que você sabe que não sabe; as que você acha que sabe, mas não sabe; e, pior, aquelas você não sabe que não sabe lidar. Para evitar os danos de não saber onde pisa, se for entrar em um negócio diferente, tenha alguém extremamente confiável por perto.

"Aprenda o máximo de coisas que puder e faça as perguntas certas". Não adianta apenas confiar no sócio ou na equipe contratada. É preciso estudar a fundo o negócio, todos os processos e possibilidades. As novidades boas ou ruins sempre vão aparecer e é importante estar preparado para isso.

"Errar não tem problema". Desde que não erre por displicência ou por desonestidade, não faz mal errar. Na verdade, há ocasiões em que o erro precisa ser premiado, festejado. Sem ele, muito conhecimento pode ficar submerso e o negócio pode não amadurecer. Para inovar é preciso errar.

"Não se pode ter certeza de que vai dar certo". Ninguém tem bola de cristal para saber o futuro. É possível conhecer tudo sobre a área, planejar bem os empreendimentos e ter segurança nos passos da empresa, mas nada pode garantir que terá sucesso.

"Saiba a hora certa de desistir". Desistir antes da hora não vale a pena, mas é preciso ver a linha tênue entre persistência e estupidez. Se perceber que errou, volte atrás, tente de outra forma. Se continuar dando errado e as contas estiverem apertando cada vez mais, desista. Muitas vezes, parar um negócio requer mais coragem do que começar.

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Notícias da AlphaGraphics: Assista matéria sobre o agBook no Jornal da Band

28/07/2010

No sábado (17), o agBook (www.agbook.com.br) foi destaque no Jornal da Band. A matéria que fala sobre as novas maneiras de se publicar um livro no Brasil, foi toda pautada nos serviços de publicação sob demanda do agBook.
A pauta ainda conta com a entrevista do vice-presidente da AlphaGraphics, Rodrigo Abreu e Bernardo Salcedo, campeão de vendas do agBook.

Clique aqui e assista a matéria.

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"Economia incentiva volta de marcas ao mercado" – Folha de São Paulo

28/07/2010

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Companhias que deixaram o país ou reduziram operações retomam atividades e buscam expansão com oportunidades a micro e pequenas empresas

O bom ambiente econômico brasileiro favorece a retomada de empresas que haviam se retirado do mercado ou reduzido suas operações.

Marcas como Pakalolo, Forno de Minas, Dominos e KFC são exemplos do movimento de retomada das operações e fazem planos para crescer com o suporte de micro e pequenas empresas.

Como ponto positivo, têm a experiência. "As empresas retornam [ao mercado] com um aprendizado", pontua Claudia Bittencourt, diretora da Bittencourt Consultoria, especializada em franquias.

Denis Santini, professor da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e sócio da MD Comunicação, concorda: "É a principal vantagem dessas empresas".

Um caso que evidencia isso é o da rede de fast food Subway, que chegou ao Brasil em 1993, sem obter sucesso na primeira investida.
No fim dos anos 1990, alcançou 38 pontos. Em 2002, no entanto, eram apenas dois -um no Rio de Janeiro e outro em Salvador. O novo rumo veio em 2003, com a mudança de estratégia. Hoje são 450 lojas em 150 cidades. "Não éramos conhecidos, a operação tinha custos altos e a conjuntura econômica não ajudou", justifica a gerente de operações da empresa, Roberta Damasceno, 35.

CULTURA LOCAL
Atualmente, contrapõe, o Brasil se transformou no terceiro país que mais cresce em número de lojas da rede.
Na avaliação de Roberto Gonzalez, professor de governança corporativa da Trevisan Escola de Negócios, nesses casos é fundamental observar a cultura local.
No caso da Subway, diz, nos anos 1990, o brasileiro não estava acostumado a montar seu próprio lanche.
"Agora ele consome mais."
Outro ponto a destacar é o surgimento de candidatos a empresários e franqueados.
"O fortalecimento da classe média amplia o número de pessoas que querem investir", assinala Pedro Zanni, professor de estratégia empresarial da BSP (Business School São Paulo).

"Nova velha" empresa exige cautela
Planejamento e boas parcerias são fundamentais, dizem consultores

DE SÃO PAULO

Para quem se empolga com a ideia de investir em uma marca que alcançou o auge e depois desapareceu, um aviso: todo cuidado nessas situações é pouco, aconselham consultores de negócios ouvidos pela Folha.
O primeiro passo é analisar os produtos, verificando sua receptividade, e o público consumidor atual -que pode ser diferente do antigo.
É necessário ainda que a "nova velha empresa" tenha flexibilidade. "As estrangeiras, por exemplo, precisam se adequar à cultura local", afirma Roberto Gonzalez, da Trevisan Escola de Negócios.
Para isso, uma tática é aliar-se a uma rede que conheça o mercado nacional.
Denis Santini, da ESPM, menciona o caso da rede norte-americana de fast food KFC, que desde 2007 é gerida pela BFFC (Brazil Fast Food Corporation), dona do Bobs.
A marca não caiu no gosto nacional na primeira investida, nos anos 1990. No início dos anos 2000, voltou, mas apenas no Rio de Janeiro. No ano passado, abriu uma unidade em Osasco, na Grande São Paulo, e agora estuda expandir-se via franchising.
Essa estratégia, de voltar por outras praças que não a principal na primeira investida, é recorrente entre quem deseja retornar ao mercado.
Foi o que fez a Subway, que deixou Rio de Janeiro e São Paulo para um segundo momento em sua expansão.
A empresa recomeçou por Salvador, onde ficava uma das duas lojas remanescentes da primeira investida.
"Exploramos primeiro o Nordeste, o Centro-Oeste e o Sul, e só depois viemos para o eixo Rio-São Paulo", explica Roberta Damasceno, gerente de operações da rede.

CAUTELA
O retorno ao mercado, também é marcado por mais cautela em relação à primeira tentativa. "As empresas se estruturam para oferecer condições melhores aos investidores", destaca Santini.
A Pakalolo, que vai expandir-se por meio de franquias, por exemplo, diz ter uma lista de candidatos a empreendedores (leia mais ao lado).
"Mas precisamos ajustar alguns detalhes na operação e na comunicação antes de crescer", confirma Roberto Keiber, 43, diretor-executivo da Marisol, empresa responsável pela marca desde 2005.

Frase

"O desafio do marketing e da comunicação é aproveitar a lembrança do cliente da época de sucesso e, ao mesmo tempo, renovar o conceito"
DENIS SANTINI
professor da ESPM

Gestora traz de volta marca de uniforme da seleção de 70
DE SÃO PAULO

A empresa Athleta entrou em campo com a seleção brasileira entre 1958 e 1978, como responsável pela fabricação dos uniformes oficiais.
Nos anos 1980, com o ingresso de concorrentes multinacionais como Nike e Adidas como patrocinadoras dos grandes clubes, a empresa perdeu força e restringiu sua atuação a uniformes escolares. Pouco tempo depois, saiu do mercado brasileiro.
Duas décadas mais tarde, os proprietários da marca começaram a buscar quem tivesse interesse em retomá-la.
Foi assim que Hayo Cohen, presidente da TBC (The Brands Company), empresa que faz gestão de marcas como Ecko Unltd e Rocawear, decidiu investir R$ 2 milhões em duas linhas de "streetwear" com a assinatura Athleta -uma inspirada nas cores dos uniformes de clubes do Brasil e outra com alusões à seleção brasileira da época de ouro da marca.
As criações foram apresentadas no segundo semestre de 2009, em um evento no Museu do Futebol com a participação de jogadores que vestiram os antigos uniformes feitos pela Athleta.
"Vendemos as 20 mil peças produzidas em 45 dias", afirma Cohen. O número não é grande, diz, mas indica potencial de giro. "As sobras normalmente são de 30%."
A meta para a coleção de verão é triplicar as vendas.
A distribuição tem sido tanto por lojas voltadas ao "streetwear" como por pontos considerados "atípicos", como duty-free shops (lojas livres de impostos em aeroportos) e lojas de grandes redes de hotéis.

Ícone dos anos 1980 retorna com franchising
DE SÃO PAULO

A Pakalolo, famosa marca de roupas para adolescentes nos anos 1980, ensaia seu retorno depois de quase dez anos fora do mercado.
A expansão se dará por meio de franquias. O objetivo é chegar ao fim do ano com dez pontos de venda, revela Roberto Keiber, diretor-executivo da Marisol, responsável pela marca desde 2005. "O projeto prevê cem lojas até 2014", comenta.

Para iniciar, montou três lojas-conceito. Uma no shopping Morumbi, voltada aos públicos A e B outra no shopping Center Norte, direcionada às classes B e C e uma terceira em Florianópolis, fruto de oportunidade de ponto e com o objetivo de "pegar o público paulista que estiver em férias por lá".
Nos três pontos foram investidos R$ 3,5 milhões, afirma Keiber, que não revela de quanto foi o aporte da fabricante na compra da marca.
Consultores de negócios se dividem sobre esse retorno. Para Claudia Bittencourt, a retomada da Pakalolo deve gerar ainda mais negócios do que sua primeira versão.

"Talvez ela não tivesse a estrutura de produção e operação que a Marisol tem."
Já Denis Santini, da ESPM, reforça a necessidade de criar uma nova identidade. O desafio, aponta, é aproveitar a lembrança do cliente antigo e, ao mesmo tempo, renovar o conceito.

Frase

"Renovamos o visual das linhas e das lojas para chamar um novo público. Os clientes que usaram a marca [nos anos 1980] vêm e trazem os filhos"
ROBERTO KEIBER
diretor da Marisol

Retomada inclui recompra de fábrica
Sob controle de estrangeiros por dez anos, a Forno de Minas volta ao dono original para estimular as vendas

DE SÃO PAULO

O mote para o retorno da Forno de Minas ao mercado um ano depois de sua desativação é "pão de queijo com seis vezes mais queijo".
Essa história, contudo, teve uma reviravolta que a di-ferencia dos demais casos: a marca foi vendida a uma gigante norte-americana, perdeu fôlego e foi retomada pelos proprietários anteriores.
O diretor-presidente da empresa, Hélder Mendonça, conta que quando as operações foram vendidas à General Mills, em 1999, a receita levava 20% de queijo.
No ano passado, "tinha apenas 2% e muito aromatizante", compara. Ele atribui à mudança na fórmula original o declínio do negócio.
Nos dez anos em que a marca esteve em mãos estrangeiras, calcula, a produção foi reduzida de 1.600 para 800 toneladas por mês.
Com isso, a General Mills descontinuou a produção, que foi recomprada pelos fundadores no ano passado.
A retomada começou pelas gôndolas, que representam 40% do faturamento.
"Temos de convencer o consumidor de que a qualidade do produto voltou", diz.

COPA-2014
O trabalho mais complexo será com os cafés e restaurantes, que representam 60% de todas as vendas.
Alguns dos que trabalhavam com o produto na época da transição tiveram de procurar outro fornecedor por causa da rejeição do público às mudanças nas características do pão de queijo.
"Precisaremos recuperar o relacionamento [com o canal]. Não é um trabalho do dia para a noite", salienta.
Hoje, a empresa produz 600 toneladas por mês e pretende fechar o ano com um faturamento de R$ 70 milhões. Até a Copa-2014, o plano é alcançar R$ 250 milhões – crescimento de 350%.
O Mundial de futebol no Brasil, aliás, favorece investimentos no país, assim como os Jogos Olímpicos.
Os dois eventos têm sido considerados marcos para as estratégias das companhias que retomam seus negócios, como as fabricantes de roupas Pakalolo e Athleta.
"Nos próximos anos, o Brasil vai se tornar um canteiro de obras", destaca Roberto Gonzalez, da Trevisan Escola de Negócios.
A Copa-2014 promete trazer também desenvolvimento de novas regiões de negócios para os empreendedores, principalmente o Nordeste. "Boa parte das franquias mira hoje áreas fora do eixo Sul-Sudeste", comenta Pedro Zanni, da BSP.

Frase

"Temos de convencer o consumidor de que a qualidade do produto voltou. Também precisaremos recuperar o relacionamento [com o canal de vendas]. Não é um trabalho do dia para a noite"
HÉLDER MENDONÇA
diretor-presidente da Forno de Minas

ANTES DE INVESTIR NO
RETORNO DA MARCA

– Avalie o motivo de a empresa ter saído do mercado e o de estar voltando

– Fique atento ao mercado e ao consumidor para saber se o negócio ainda faz sentido

– Verifique se as estratégias de gestão, produção e operação estão alinhadas ao público que pretende atingir

– Conheça o apoio e a infraestrutura que a empresa oferece. O ideal é passar um tempo em uma loja que já explore a marca

– Saiba que franquias oferecem menos risco, mas o sucesso não está garantido só com o modelo. O mesmo vale para marcas consagradas

– Adquira conhecimento no setor em que pretende investir por meio de cursos e palestras

– Tenha calma para escolher o negócio mais adequado

– Considere se a empresa está adequada à cultura local. Isso vale para estrangeiras que vêm para o Brasil e para nacionais que decidem explorar novas praças

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O consumidor gasta mais com atendimento VIP

27/07/2010

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Franquias e o fim do duopólio dos cartões

27/07/2010

A exemplo do setor de comércio e serviços, segmento analisa opção, disponível desde julho, de processar em máquina única todos os pagamentos com dinheiro de plástico.

O franchising brasileiro poderá se beneficiar da familiaridade que lhe é peculiar com negociações centralizadas para obter vantagens na disputa das credenciadoras de cartões de crédito e débito pela preferência dos lojistas. Pesa a favor o volume de negócios gerados em cerca de 80 mil unidades do sistema. Como acontece no c omércio em geral e entre prestadores de serviço independentes, o segmento analisa a opção, disponível desde o dia primeiro de julho, de processar em máquina única todos os pagamentos com cartão.

Até então, era praticamente obrigatório alugar pelo menos os equipamentos das credenciadoras Cielo e Redecard para processar, respectivamente, pagamentos das bandeiras líderes de mercado Visa e Mastercard. Com o fim do “duopólio”, as empresas passam a disputar a preferência das redes de franquias.

“Cada franqueador adota um sistema e, se ele faz um acordo direto (com a credenciadora), transfere os direitos às franquias. Como as redes têm movimentos maiores que os de negócios independentes, há tendência de as taxas caírem. Trabalhar com uma máquina, no lugar de duas ou três, é uma grande vantagem”, afirma o diretor-executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF), Ricardo Camargo.

A entidade mantém acordo de cooperação com a Cielo, mas a parceria não envolve essas negociações. “Ela está mais voltada para treinamentos. A Cielo fará palestra em um evento de alimentação que faremos em agosto e também na nossa convenção. Os sistemas de pagamento são importantes para o varejo e essas empresas têm interesse no franchising porque a interiorização dos negócios leva as redes para regiões nas quais a profusão do uso de cartões é menor”, analisa.

Custos

Para as franquias estão em jogo custos com aluguel das “maquininhas” e taxas sobre os pagamentos recebidos. A definição sobre o padrão a ser adotado, no entanto, vai além dessas questões. “A decisão sobre a forma de pagamento é tomada de modo individual  por franqueador e depende do modelo de negócio”, pondera a sócia-diretora da loja de venda de franquias Franchise Store (Grupo GrowBiz/Cherto) Filomena Garcia. A área de alimentação, exemplifica, trabalha mais com vendas à vista e a negociação, nesse caso, tende a se concentrar na questão das taxas, tanto melhor quanto maior for a rede.

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Filomena acrescenta que há casos, quando o negócio pressupõe vendas à prazo, nos quais o franqueador negocia um número de parcelamento sem juros com a operadora do cartão. E outros, quando o próprio modelo de negócio prevê um benefício do gênero (como acontece nos cartões tipo private label), em que  há  parceria da franquia com uma bandeira de cartão, banco ou financeira para oferecer um diferencial ao cliente.

“Hoje, praticamente todas as franquias operam com dinheiro, cheque e cartão. O que vai mudar é o uso conforme o modelo de negócio. Não dá mais para fugir do cartão de crédito e débito. É preciso oferecer o melhor pacote para o cliente”, ressalta Filomena.

A rede Giraffas está no meio desse processo, com perspectiva de definir o melhor pacote para as 320 lanchonetes da marca até o fim de julho. Os franqueados decidiram em assembleia entregar a tarefa da negociação ao franqueador.

As lojas da marca, de uma maneira geral, trabalham com “maquininhas” (terminais eletrônicos também conhecidos como POS) fixas ou móveis e com sistemas – Transferências Eletrônicas de Fundo (TEF) – que unificam os pagamentos no caixa computadorizado, por preferência do franqueado ou  exigência tributária de alguns municípios brasileiros.

Banda larga

“Quando o franqueado usa a TEF, não paga aluguel da máquina, mas pelo custo do sistema de terceiros. Há três ou quatro empresas credenciadas pelas operadoras para isso. E o sistema também exige uma boa banda larga de internet”, detalha  o executivo da rede. “O grande benefício (com a extinção do duopólio) é a redução das taxas e melhorias no serviço. O uso da TEF e POS não muda muito com o fim da exclusividade. O aluguel talvez caia um pouco.”

Até agora, as lojas da rede aceitavam, por força do contrato de franquia, os cartões Visa e Mastercard, responsáveis pela maior parte das operações com dinheiro de plástico no ponto de venda.

Em alguns casos, por opção da unidade, também trabalhavam com a bandeira Amex, ou por necessidade regional (caso do Nordeste), com a Hipercard, explica o gerente financeiro, Alexandre Guerra. “Cada franqueado fazia um contrato com a Redecard e a Cielo, mas a negociação das taxas era realizada pela matriz”, detalha. “A gente era refém tanto da Cielo quanto da Redecard. Até conseguíamos condições melhores, mas mesmo assim as taxas eram altas. Agora que elas viraram concorrentes, já há sinalização de queda. Vamos escolher uma das duas e o contrato valerá para a rede toda”, explica Guerra.  A decisão, no entanto, vai além da opção por um dos sistemas de pagamento e precisa contemplar a dinâmica da operação.

Enquanto isso, novas operadoras de cartão de crédito já prospectam franqueados da rede Giraffas e de outras marcas. “Mas a nossa opção é ficar com uma das duas (Cielo ou Redecard), até por uma questão de segurança e para conseguir um benefício maior para a rede”, afirma o gerente financeiro da
marca Giraffas.

Cartões de alimentação

Paralelamente à questão dos plásticos de crédito e débito, a exclusividade dos equipamentos – Cielo e Redecard –  permanece para os respectivos cartões de alimentação. Segundo Guerra, a unificação dessas transações está prevista para acontecer em seis meses, o que obriga o ponto de venda a manter pelo menos uma máquina de bandeira diferente da que vier a ser escolhida para a rede.

A necessidade, ainda que implique pagamento do aluguel da respectiva POS (entre R$ 100 e R$ 150) –, criará uma alternativa para eventual pane no equipamento da credenciadora escolhida pelo franqueador.

A marca Giraffas projeta finalizar o ano com 350 unidades e abrir cerca de 70 em 2011. Segundo Guerra, estão em desenvolvimento outros formatos de loja, especialmente para operações de rua e em cidades sem shopping center.

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SORRIDENTS APOSTA NOS TRENS METROPOLITANOS PARA INFORMAR SOBRE IMPLANTES

27/07/2010

Painéis colocados nas principais linhas vão impactar 1,5 milhão

de pessoas por dia com informações sobre o tratamento

 

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A Sorridents, maior e melhor rede de franquias de clínicas odontológicas do País, investe em informativos sobre a importância da saúde bucal por meio de uma nova ação, agora, nos trens metropolitanos da Grande São Paulo. A empresa distribuiu painéis que falam sobre a Implantodontia, uma das áreas da odontologia que mais recebe aportes tecnológicos, nas estações da CPTM.

Para o vice-presidente da Sorridents, Cleber Soares, a ação é uma forma bastante eficaz de conscientizar os passageiros sobre a importância da saúde bucal. "Existe uma grande parcela da população que nunca foi ao dentista e por isso não consegue identificar os problemas e não sabe que é possível voltar a ter um sorriso perfeito", explica o executivo.

A ação ficará disponível até dezembro nas linhas Rubi (Luz – Francisco Morato), Diamante (Júlio Prestes – Itapevi), Esmeralda (Osasco – Grajaú), Turquesa (Luz – Rio Grande da Serra) e Safira (Brás – Calmon Viana), onde circulam mais de 60 milhões de pessoas por mês.

Mais sobre a Sorridents:

A Sorridents Clínicas Odontológicas, há 15 anos no mercado de odontologia, é a maior referência no setor em que atua.  Todas as unidades – 150 no total e presentes em dez estados brasileiros – promovem o atendimento em 19 áreas da odontologia, da pediatria à geriatria. A rede acaba de receber o prêmio de melhor franquia de Saúde e Bem-Estar oferecido pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios e ficou entre as três primeiras colocadas no prêmio Afras pelo projeto social Adote uma Criança Sorridents. A principal missão da rede é promover o acesso à saúde bucal ao maior número de pessoas possível, servindo conforto e comodidade ao paciente, que poderá realizar seus tratamentos em um único lugar.


Informações para Imprensa:

Ideias & Efeito Assessoria de Comunicação

Tel.: (11) 3277-8252

A/C: Silvia Curado / Renata Noschesi

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