City Shoes vem se destacando no segmento de calçados e acessórios femininos!

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Rede de calçados e acessórios femininos exige investimento de R$ 200 mil
Com estratégia focada na qualidade de produtos e em preços competitivos, a City Shoes vem se destacando no segmento de calçados e acessórios femininos. Depois de conquistar o Nordeste, o plano da rede para este ano é continuar o processo de expansão, direcionando os seus negócios para as principais praças do Brasil, especificamente para a Região Sul, onde a empresa tem uma pequena representação. Para abrir uma unidade da marca, que tem como público-alvo mulheres das classes A e B, entre 20 e 45 anos, é necessário investimento inicial de R$ 200 mil, além do ponto comercial.
A expectativa da empresa é fortalecer cada vez mais a imagem institucional no mercado, expandindo-se nas regiões nas quais a atuação da marca ainda é irrisória. "Estamos há 10 anos no ramo de calçados. Temos uma rede de 65 lojas espalhadas pelo Brasil, sendo 11 lojas próprias e 55 franquias, pertencentes a 35 franqueados. Este ano, pretendemos crescer 5% em relação a 2005. Para isso, estaremos selecionando investidores interessados em fazer parceria com a marca, dispostos a participar ativamente do negócio. Um pré-requisito exigido será o futuro franqueado residir na cidade onde pretende abrir a franquia há pelo menos dois anos e ter a capacidade de investimento imediato para montar a loja", explica Riza de Sá Freire, gerente de franquias da City Shoes.
Primeira franquia da marca foi aberta em brasília
Primeiro franqueado da empresa, Ricardo Rivera tem 4 lojas em Brasília. Em 1997, durante suas férias com a família, o empreendedor passeava num shopping carioca, quando sua filha resolveu comprar uma bolsa na City Shoes. Por coincidência, Paulo Fernando, proprietário da marca, encontrava-se na loja. Acreditando no fato de que um homem atrapalha as mulheres no momento da compra, Fernando começou a conversar com Rivera. Deste encontro, surgiu a primeira loja franqueada da City Shoes, inaugurada em 1997, em Brasília.
É muito mais fácil abrir uma franquia do que uma loja própria, ressalta Rivera. "Nunca tinha atuado no varejo. Em um ano abri quatro lojas City Shoes. Associar-se a uma marca já estabelecida no mercado é atrativo. Queimam-se etapas. Por possuir suas próprias lojas, a City Shoes já tem um conhecimento apurado sobre o seu segmento de atuação, disponibilizando este know-how para os franqueados. A marca apresenta a tendência do mercado e realiza estudos detalhados sobre o ramo de atuação e seus concorrentes, direcionando os planos de ação da rede. No entanto, a liberdade de atuação dos franqueados é dosada e aferida constantemente pela rede", enfatiza Rivera.
Para Aluísio Sarlo Antônio, proprietário de três franquias da marca em Vitória, conhecer e conversar com os franqueados da City Shoes foi essencial na hora de escolher a empresa como parceira. O empresário já trabalhava no varejo há três anos e queria diversificar a sua área de atuação. Para tomar a decisão certa, Sarlo Antônio procurou os franqueados da rede e os executivos da diretoria da empresa. O sistema de suporte dado pela empresa aos seus franqueados agradou o investidor e o fato de Vitória não ter representação da marca foi mais um ponto favorável.
"Procurei o escritório central da empresa no Rio de Janeiro, em busca de informações a respeito da marca City Shoes e de sua operação. Com os franqueados comprovei o que as minhas pesquisas atestaram. A empresa oferece auxílio de peso aos parceiros com direito a consultoria na área comercial, financeira, de operação, de comunicação e marketing, sem contar as conferências semestrais realizadas pela rede junto aos franqueados. Esta estrutura nos passa confiança e segurança, mas ao mesmo tempo padroniza o sistema, a partir do momento em que utilizamos um software que transfere automaticamente informações importantes sobre compra e venda diária em nossos negócios para a rede", declara Sarlo Antônio.
Maria Celia apostou na marca City Shoes e insistiu para se tornar franqueada e abrir sua loja em Ubá, Minas Gerais. A empresa não acreditava que uma cidade de 150 mil habitantes teria potencial de mercado para suportar um negócio deste porte. Chegou a desencorajar a investidora, mas ela comprou o desafio e demonstrou para os executivos da empresa que é possível investir em cidades do interior.
"Depois que abri minha loja no interior de Minas, a marca aceitou várias propostas de empresários similares a minha. No início, eles acharam que a cidade não comportava uma loja deste nível. A política de abrir franquias em shoppings centers acabou sendo reformulada por conta do meu negócio. Quanto ao suporte oferecido e o acesso às informações pertinentes a marca, a internet se tornou uma ferramenta fundamental para este intercâmbio", observa Maria.
O ponto comercial é um divisor de águas para qualquer franqueado, ressalta Rivera. A City Shoes acredita ser seguro abrir franquias em shoppings. Aposta que o retorno é mais garantido, levando em consideração o número de pessoas que passam por estes pontos comerciais.
"Na minha loja de rua, costumam entrar em média 15 pessoas diariamente. Já na de shopping, entram 150. O fato é que o aluguel é mais barato em estabelecimentos de rua. A contratação é menor nestes pontos devido aos horários de funcionamento mais limitados. Porém, baseado no custo-benefício destes dois exemplos de loja, chego à conclusão que o resultado é o mesmo. O essencial é que o ponto esteja numa região de movimento e intenso varejo. Esta é uma premissa básica para o sucesso do negócio. O ponto é um fator de risco para as vendas", conclui Rivera.

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