Clederson Cabral da Mr. Mix, capa da revista Exame PME!

Chega de Choro

Cinco estratégias para comprar matéria-prima e serviços que cortam custos numa pequena ou média empresa — e por que elas são bem melhores do que implorar por descontos

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Já se falou um bocado que controlar custos é essencial em pequenas e médias empresas em expansão — e todo empreendedor minimamente cuidadoso, pelo menos uma vez na vida, tratou de eliminar alguma despesa para não ter de aumentar seus preços ou sacrificar a rentabilidade. Nessa luta diária se encontra todo tipo de gasto candidato à tesoura, como o papel da impressora, o cafezinho ou os copos descartáveis. Mas é nas compras, onde os gastos começam, que está uma das oportunidades mais interessantes de obter reduções de custos realmente significativas. É por isso que tantos pequenos e médios empresários se preparam para, ao negociar com seus fornecedores, ter bons argumentos na ponta da língua para clamar por preços menores.

Pedir desconto é bom — muitas vezes dá certo mesmo. O problema é que o crescimento de uma empresa não pode depender disso. O presidente americano Abraham Lincoln disse que é possível enganar alguns todo o tempo e todos por algum tempo — mas não todos o tempo todo. Parafraseando-o, pode-se conseguir descontos de alguns fornecedores por todo o tempo e de todos os fornecedores por algum tempo. Mas uma pequena ou média empresa não consegue descontos de todos os fornecedores o tempo todo. A seguir, cinco empreendedores contam como conseguiram reduzir significativamente os custos fazendo compras com inteligência.

Todo dia a administradora Fernanda Cabral, de 29 anos, acessa sites que informam a cotação do açúcar e do leite. Ela também lê boletins com a previsão do tempo e análises do mercado de commodities. “Preciso saber com antecedência se os preços estão para subir ou cair”, diz ela. “Quando estão em baixa, é hora de comprar.” Fernanda fala como se operasse na Bolsa Mercantil de Chicago. Ela se tornou especialista no assunto ao fazer as compras da rede paulista de milkshakerias Mr. Mix, que pertence a ela e ao marido, o administrador Clederson Cabral, de 35 anos…

Acesse o site e leia a matéria na íntegra: http://exame.abril.com.br/revista-exame-pme/edicoes/0032/noticias/chega-de-choro

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