Shopping Vale Verde inicia plantão de vendas

27/06/2011

Foi iniciado o plantão de vendas do Shopping Vale Verde. Uma equipe de consultores de venda estará diariamente a disposição dos lojistas nas futuras instalações do shopping, onde funcionará o plantão.

O horário de funcionamento do plantão de vendas é das 9h às 18h, de segunda à sexta-feira e aos sábados e domingos das 9h às 16h. A equipe de vendas é coordenada pela Semma, empresa especializada no ramo de shopping centers, com mais de 20 anos de experiência.

Os consultores também irão visitar os lojistas da região e também de São Paulo com material informativo sobre o Shopping Vale Verde. A expectativa é que a ação atraia comerciantes de várias partes do Vale e do Estado.

Shopping terá 20 mil m² de lojas

O Shopping Vale Verde contará com lojas âncoras, megalojas, hipermercado, home center, praça de alimentação, área de lazer com quatro salas de cinema e um parque infantil, além de um amplo estacionamento, com mais de 1.500 vagas.

Com investimentos de aproximadamente R$ 120 milhões, o projeto promete alavancar o crescimento da cidade e criar cerca de 4200 empregos diretos e indiretos para o município e a região. A previsão de movimentação de negócios é de R$ 20 milhões por mês quando o shopping estiver em operação.

O shopping fica na Avenida Nossa Senhora do Bom Sucesso, entrada da Via Dutra para a cidade, uma localização que facilita o deslocamento da população e favorece a visita de moradores de cidades vizinha.

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Raio X do franchising no Brasil

16/06/2011
image Em entrevista ao Mundo do Marketing, Ricardo Camargo, Diretor Executivo da ABF, fala sobre resultados e tendências do setor
Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing | 16/06/2011 sylvia@mundodomarketing.com.br

Com um faturamento de R$ 77 bilhões em 2010, as franquias brasileiras têm motivos para comemorar. Os números representam uma expansão de 20,4%, se comparado a 2009, e a expectativa é que o setor continue crescendo a dois dígitos nos próximos cinco anos. Hoje, as 1.865 redes de franchising operam 87 mil pontos de venda no país. Para 2011, a previsão é de aumento contínuo, com mais nove mil lojas e um crescimento de 8% no número de redes, além de um faturamento 15% maior.

Entre os setores com melhor desempenho estão alimentação, acessórios pessoais e calçados, vestuário e beleza. Áreas de prestação de serviço, no entanto, como atendimento, reparos domésticos, acompanhamento de idosos, jardinagem, consertos de computador e representações comerciais também apresentam oportunidades para aqueles que desejam investir. Na medida em que o poder de consumo do brasileiro aumenta, novos mercados podem ser explorados por quem quer empreender.

Em entrevista ao Mundo do Marketing, Ricardo Camargo, Diretor Executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF), traça um raio X do setor. Quem são os novos franqueados, como aproveitar as oportunidades do e-commerce e quais são as tendências para os próximos anos são alguns dos assuntos abordados. A seguir, a conversa na íntegra.

Clique no link e tenha acesso à entrevista na íntegra:

http://mundodomarketing.com.br/7,19248,raio-x-do-franchising-no-brasil.htm

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Empresas estrangeiras miram no Brasil e buscam parceiros

16/06/2011
PAULA NUNES | COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
10/06/2011 – 07h14

De olho na América Latina, empresas estrangeiras escolhem o Brasil para iniciar suas estratégias de expansão dos negócios.

Uma delas é a espanhola Charanga, marca especializada em moda infantil, que vai inaugurar em setembro sua primeira loja deste lado do Atlântico.

Ao contrário de boa parte das redes estrangeiras que se instalam por aqui, a Charanga não busca um máster-franqueador: ela está montando uma filial no Brasil para negociar franquias.

"Acreditamos que, a partir daqui [do Brasil], vamos crescer em outros mercados. Afinal, estamos nos estabelecendo no ponto mais importante da América Latina", resume o diretor internacional de marketing da marca, Iria Villar.

Roupas coloridas e bom acabamento são, na visão de Villar, os grandes trunfos de sua empresa. "O investimento total é de R$ 300 mil para uma loja de 60 m²."

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A marca de relógios belga Ice Watch também entra no mercado nacional apostando no colorido.

Desenvolvendo o conceito de "artigo fashion", em que acessórios devem combinar com roupa e ocasião, o empresário Bernardo Grein Cavalcanti, 26, assumiu a comercialização de franquias da marca e espera que, em um ano de operação no país, consiga contabilizar 30 quiosques.

Para poder ser o distribuidor dos relógios aqui, Cavalcanti conta que foram quatro meses de negociação com o franqueador. E o empresário garante que "não tem pressa" de vender as franquias.

"Queremos pessoas com perfil empreendedor, que entendam o espírito da marca. É melhor um crescimento planejado do que um boom que gere dor de cabeça depois", diz.

Segundo o empresário, o fato de o modelo de negócios ser baseado em quiosques e não em lojas também facilita e barateia o acesso à marca.

O investimento inicial é de R$ 115 mil, dos quais R$ 40 mil respondem pelo estoque de mercadorias.

A franquia tem quiosques em 102 países em cinco anos de existência e planeja expandir para outros países da América do Sul.

MAIOR INTERESSE

"O Brasil nunca esteve tão no foco de expansão das redes mundiais como agora, e o país é visto como porta para toda a América Latina", afirma Wagner Lopes D’Almeida, diretor da Global Franchise Consulting.

Segundo o consultor, as empresas estrangeiras estão de olho no poder de consumo da classe média brasileira e sentem-se confortáveis em formar parcerias com empreendedores de um país politica e economicamente estável.

"Tenho mais de 40 empresas querendo entrar aqui", confidencia.

Para as companhias estrangeiras, as franquias de potencial mais promissor são as de alimentos, seguidas pelas de serviços e as de varejo.

Funcionário da Salad Creations manipula alimento em loja do Shopping Higienópolis, em São Paulo

Acreditando nessa perspectiva, Victor Giansante, 26, sócio-proprietário da Salad Creations, trouxe a marca dos EUA para o país há três anos.

"Julgamos que a rede é uma tendência e não um modismo e, por isso, nos tornamos distribuidores das franquias não só no Brasil como também em alguns países vizinhos", diz.

Para Filomena Garcia, diretora da Franchise Store, empresa de comercialização de franquias, o maior interesse dos parceiros brasileiros é por modelos de negócios inovadores executados lá fora e sem correspondência por aqui.

"Para as empresas multinacionais, crescer no Brasil passou a ser estratégico. Só neste ano, mais de dez companhias nos procuraram para entrar no nosso mercado", diz.

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Ortodontic Center inaugura clínica em Assis (SP)

16/06/2011

Com expansão em alta, rede contabiliza cerca de 200.000 mil clientes satisfeitos

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A Ortodontic Center, rede de franquias de clínicas odontológicas presente em todas as regiões do país, avança no plano de expansão e chega à cidade de Assis, no estado de São Paulo.

O novo franqueado da rede é Genivaldo dos Santos, cirurgião dentista que conheceu a Ortodontic Center por meio de sua irmã, também franqueada da marca. “Escolhi a Ortodontic principalmente por ter boas referências, inclusive da minha irmã que já é franqueada e me indicou a Rede na rede”, conta Santos.

Segundo o franqueado da unidade de Assis, o fundador Fernando Massi deu toda assistência que o investidor precisa ter principalmente, no início do negócio. “O Fernando me passou confiança, honestidade e segurança. Mostrou ser correto e todos os valores essenciais para ter uma boa relação entre o franqueado e franqueador, que é fundamental nesta parceria”, diz o empresário.

Atualmente a rede possui 35 unidades espalhadas em mais de dez estados, fora o Distrito Federal, e mantém a meta de atingir a marca de 50 clínicas em 2011.

Serviço
Nova unidade Ortodontic Center
Rua: General Osório, 77
Centro de Assis – (18)3322-8277

Sobre a Ortodontic Center
A Ortodontic Center é uma rede de clínicas odontológicas que opera por meio do sistema de franquias. O foco principal é o empreendedorismo e a gestão. Ou seja, tornar a odontologia uma atividade de alto retorno financeiro aliando excelência técnica, qualidade material, estrutura interna e o bom relacionamento com os clientes. Atualmente a rede possui mais de 35 unidades espalhadas em dez Estados mais o Distrito Federal

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ABF Franchising Expo 2011 superou as expectativas e anuncia ampliação para o ano que vem

15/06/2011

Segunda maior feira de franquias do mundo recebeu público recorde de 46.700 visitantes e prevê gerar R$300 milhões em negócios.

A ABF Franchising Expo, segunda maior feira de franquias do mundo, bateu recordes de público com 46.700 pessoas. Promovida pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) e organizada pela Brazil Trade Shows (BTS), a feira contou com diversas opções de franquias para quem busca abrir um negócio próprio.
O evento espera movimentar R$300 milhões em negócios. Ainda maior esse ano, a exposição ocupou 27 mil metros quadrados do Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, na capital paulista, com a presença de mais de 400 expositores e co-expositores de diversos segmentos.
Para o ano que vem, a ABF já anunciou que a ABF Franchising Expo acontecerá de 13 a 16 de junho. A feira crescerá para 30 mil m², ocupando os Pavilhões Branco e Azul do Expo Center Norte. Com essa ampliação a expectativa é que o público visitante ultrapasse 50 mil pessoas.

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Diversificar os negócios ajuda redes de franquias a crescer

15/06/2011
Em alguns casos, é preciso levar a loja ao cliente

Por Juliana Elias (PEGN) 

 Alex Palarea

Loja móvel da Yoggi durante SPFW: empresa investe em eventos

No mercado de franquias, uma maneira de incrementar a rentabilidade e, ao mesmo tempo, fortalecer e expandir a marca, é diversificar a forma de fazer negócios. São lojas de cosmético que aproveitam para dar cursos de maquiagem, restaurantes que criam novas bandeiras ou escolas de idiomas que criam cursos específicos para empresas. “Quando a rede quer atingir um público novo, ou entrar em uma cidade diferente, acaba sentindo a necessidade de se diversificar”, diz Filomena Garcia, sócia-diretora da loja de franquias Franchise Store. “Não é sempre que o cliente irá à loja, então é preciso encontrar formas de levar a loja ao cliente”, explica.
Na rede carioca de frozen iogurte Yoggi essa demanda partiu dos usuários. “Nós começamos a receber muitos pedidos para participar de eventos”, conta um dos sócios-fundadores da empresa, Bruno Grossman. “Iam desde casamentos e Bar Mitzvahs até shows, concertos e desfiles.”
Desde as primeiras tentativas, em 2009, o nicho amadureceu, tomou vida própria e deu origem, no ano passado, a um braço na empresa voltado apenas para a venda dos iogurtes em eventos.
Entre os clientes da Yoggi em Movimento, como foi batizado o novo braço da rede, a São Paulo Fashion Week e um camarote da cerveja Devassa no carnaval do Rio de Janeiro. Agora, a empresa se prepara para fornecer o frozen iogurte às mais de 120 mil pessoas que deverão passar pelo Rock in Rio, o megafestival de música que ocorrerá em setembro na capital fluminense.
“Não tínhamos conhecimento nenhum em eventos. Passamos quase um ano levantando as melhores formas de fazer isso e investimos cerca de R$ 100 mil na compra de máquinas, equipamentos especiais, cenografia e uma série de coisas, até criarmos oficialmente o negócio”, explica Grossman. “E esse investimento com certeza já se pagou.”
“É um forma excelente de conseguir produtividade e rentabilidade, já que na maioria dos casos é possível utilizar a infraestutura que a empresa já possui”, diz Filomena, da Franchise Store. Ela estima que estes novos negócios cheguem, na média, até a 20% ou 30% do faturamento das empresas que apostam neles.
Em alguns casos, como em certas unidades da escola de inglês Seven, os novos negócios chegam a representar 50% do faturamento. Além das turmas tradicionais, a franquia também oferece pacotes de aulas exclusivos para empresas e faz parcerias com colégios. Nesse caso, no lugar de o colégio contratar um professor para dar as aulas de inglês, contrata a Seven, que faz toda a programação e ministra o curso direto na escola.
“Começamos essas ações ainda nos anos 90, quando o Brasil era economicamente muito instável e precisávamos de atividades alternativas para garantir os negócios”, diz o presidente da rede, Steven Beggs. “Hoje, no entanto, são negócios por si, de muita importância para nós.”
Atualmente a rede possui 13 escolas, concentradas na Grande São Paulo. Dessas, seis já oferecem alguma das formas customizadas de aula. E o número deve aumentar bastante, junto com o agressivo plano de expansão que a Seven vem capitaneando: até 2017, quer saltar para 70 unidades, espalhadas pelos principais estados do Brasil e também em países da América Latina.
Segundo Filomena Garcia, a busca por formas diferentes de oferecer o serviço é uma tendência natural dentro de qualquer franquia. “Quando a rede já está há algum tempo no mercado, e já está em lugares diferentes, ela tem que buscar novas formas de se expandir”, diz. “As recentes mudanças de classes, com pessoas da classe E e D ascendendo à C, também abre um mercado enorme que exige novas formas de linguagem.”

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Burger King tem novo sócio no Brasil

15/06/2011
Grupo americano cria, com a Vinci Partners, nova empresa para gerir o negócio no País.
Melina Costa – O Estado de S.Paulo

A rede americana de fast-food Burger King fechou um acordo com a gestora de investimentos Vinci Partners, de Gilberto Sayão. Serão sócios de uma nova empresa, a Burger King do Brasil, que será a master franqueada responsável pela gestão e o desenvolvimento da cadeia de lanchonetes no País. O valor do negócio não foi revelado, mas o "Estado" apurou que a Vinci investiu R$ 500 milhões por meio de seu fundo de private equity.

Filipe Araujo/AE–2/9/2010

Filipe Araujo/AE–2/9/2010
Crescimento. De acordo com a recém-criada Burger King do Brasil, atuais franqueados serão incluídos na expansão da rede

A meta da companhia recém-criada, de acordo com pessoas próximas, é ambiciosa: abrir mil lojas nos próximos cinco anos. "Será muito difícil", diz Marcelo Cherto, consultor especializado em franquias. "Para uma expansão assim, não basta ter dinheiro. É preciso encontrar pontos para abrir as lojas e gente treinada, o que é escasso no Brasil."

Entre alguns franqueados, a notícia do novo modelo de gestão causou desconforto. A preocupação está no fato de que a Burger King do Brasil poderá, ao mesmo tempo, abrir suas próprias lojas e definir regras para a expansão dos atuais franqueados – como a localização das novas lanchonetes.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o banco BR Partners, que há cerca de dois meses comprou o controle da maior franqueada da rede no Brasil, informou ver com preocupação um modelo que mistura os papéis de franqueadora e franqueados. "A relação entre ambos tem de ser de parceria, com atuações claramente delimitadas, sem qualquer conflito de interesses", diz.

Pequenos. Até agora, a rede americana atuou no Brasil por um modelo de "franquias-condomínio", formado por diversos pequenos investidores. Hoje são, ao todo, 11 franqueados. Para especialistas, essa escolha atrasou o crescimento da rede.

Após dez anos no País, o número de unidades do Burger King é o equivalente a um sexto do exibido pelo McDonald"s. A ideia de criar um grande grupo com maior capacidade de investimento na expansão veio no fim do ano passado, depois que o fundo 3G Capital, dos investidores brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira – principais acionistas da AB Inbev -, comprou o Burger King por US$ 4 bilhões.

"Nitidamente, a marca Burger King não se desenvolveu como poderia no Brasil. Então, faz sentido colocar um peso-pesado para controlar a operação. Mas é natural que os franqueados se sintam incomodados com a mudança, já que foi inserido um elemento novo em um jogo já em andamento", diz Cherto.

O executivo Iuri Miranda, que assume como presidente do Burger King do Brasil, afirma que os novos planos de expansão da rede incluem os atuais franqueados. "Todos os contratos existentes serão respeitados", diz. "No nosso ponto de vista, a figura de um master franqueado com lojas próprias não é conflitante com os atuais franqueados. Esse modelo já existe em outros países, como nos Estados Unidos, México e Espanha. O que queremos é que a rede acompanhe o crescimento do consumo no mercado brasileiro."

Com um faturamento global superior a US$ 2,5 bilhões, o Burger King tem mais de 12,2 mil restaurantes em 76 países. A rede tem 108 lojas no Brasil, mercado que a companhia classifica, hoje, como prioritário.

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