La Martina foca luxo crescente do Brasil

A grife argentina La Martina tem em seu país natal um prestígio que ainda não chegou ao Brasil, mas que quer alcançar rapidamente. Fornecedora oficial da Federação Internacional de Polo e presente nos principais torneios da modalidade no mundo, a empresa tem crescido na Europa e nos Estados Unidos, ao passar de fabricante de material técnico para marca de luxo. Com esse potencial, ela tem focado o seu desenvolvimento na nação vizinha.

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Loja da La Martina em Milão: luxo na Europa e no Brasil

A história entre La Martina e Brasil é recente. A empresa criou uma unidade no país apenas em novembro de 2010. Ainda assim, ela já tem sido figura constante em torneios de polo, com foco em seu público alvo. No próximo sábado, ela estará na Copa Ouro – Audi Brasil, em Campinas, nesse que será o seu terceiro evento no país.

A ideia é mostrar para o público que a empresa está no Brasil, que o acesso ao consumidor está diferente. No próximo fim de semana, a marca terá uma loja na Copa Ouro, além de entregar prêmio aos principais competidores. Segundo a consultora de gestão comercial da empresa, Guga Macedo, a exposição é a prioridade. “Queremos gerar mídia espontânea para os consumidores”, afirmou.

Eventos de polo, de fato, têm sido a principal arma da empresa para se expor, o que é facilitado com o patrocínio à federação internacional da modalidade. Nos Estados Unidos, onde a marca tenta alcançar novos consumidores, foram mais de 300 eventos com a participação da La Martina.

O crescimento econômico brasileiro fez com que o país entrasse num grupo de interesse da La Martina. “Polo é mercado de luxo, o que no Brasil é algo muito concreto. Logo, aqui é onde eles vão ganhar dinheiro, aqui é a bola da vez”, reiterou Macedo.

A aposta no mercado brasileiro se baseia nos números apresentados pelo país no mercado de luxo. Como exemplo desse potencial, vale ressaltar que, em 2009, essa fatia faturou US$ 6,45 bilhões no país, o que representou um crescimento de 8% em relação a 2008. Esse período foi o de crise financeira mundial, quando o segmento se retraiu na Europa e nos Estados Unidos.

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