Spoleto cresce em 2011 e grupo inicia o ano com novo nome

22/02/2012

 

A rede Spoleto obteve em 2011 faturamento de R$ 402 milhões, 16% a mais do que em 2010 e acima do projetado para o ano. Seu crescimento físico também foi significativo, alcançando a marca de 11%, resultado da inauguração de 28 novas lojas. A estimativa para 2012 é manter o mesmo ritmo de crescimento e abrir 30 novas unidades, chegando ao faturamento de R$ 471,2 milhões (o equivalente a 17% de crescimento). Hoje a rede possui 311 restaurantes. São 283 no Brasil e 28 no exterior – 26 no México e duas na Espanha.

O Spoleto pertence ao grupo TRIGO (antigo grupo Umbria), 100% brasileiro de gestão de food service, formado ainda pelas redes alimentícias Domino’s Pizza e Koni Store. O sistema – que engloba a controladora das lojas próprias, distribuidora, fábrica e franquias das três marcas – registrou crescimento de 5,4% em 2011, chegando ao faturamento de R$ 450 milhões. No período, foram abertas 44 unidades.

Hoje o Trigo conta com 334 restaurantes e o objetivo é, ao longo do ano, inaugurar 60 novos pontos para as três marcas do grupo, chegando a aproximadamente 400 lojas.

Mudança de nome:
Umbria é uma região na Itália em que se encontra a cidade de Spoleto. Com o crescimento do grupo ao longo dos últimos anos e a diversidade das marcas, a empresa resolveu adotar outro nome que não ficasse restrito a uma de suas três redes de alimentação. Foi promovido um concurso interno para buscar sugestões e assim nasceu o novo Grupo TRIGO a partir de 23 de janeiro de 2012.

Fonte: Assessoria de imprensa

Quer saber mais sobre as franquias Spoleto? Acesse: http://www.franquia.com.br/franquia/spoleto

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Sharing anuncia expansão por franquias

22/02/2012
A Franchise Store, primeira loja de franquias da América Latina, tem uma nova marca em seu portfólio. A Sharing Ortodontia Especializadaoferece instalação e manutenção de aparelhos corretivos, além de clareamento a laser instantâneo. A rede está expandindo o negócio de franquias e pretende encerrar o ano com 24 novas unidades. Hoje, são nove franquias e uma loja própria, todas concentradas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

O plano de crescimento prioriza as praças do Sul e Sudeste, sobretudo em lojas de rua. O principal diferencial da marca é que o franqueado não precisa ser dentista e cada franquia pode ter até três sócios. “A Sharing trabalha com um negócio que tem uma das maiores rentabilidades do mercado. Além disso, a rede oferece cartões de fidelidade, que concedem descontos em tratamentos, e isso é um chamariz para o público”, afirma Filomena Garcia, sócia da Franchise Store.

O investimento mínimo em uma franquia Sharing é de R$ 180 mil com retorno previsto em 12 meses. O ticket médio é de R$ 115 e o faturamento por unidade é de aproximadamente R$ 50 mil mensais.

Fonte: Alshop
Para saber mais sobre as franquias da Sharing Ortodontia Especializada, acesse: http://www.franquia.com.br/franquia/sharing_ortodontia_especializada

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Parmeggio anuncia busca por novas franquias

17/02/2012

As refeições rápidas da Parmeggio vão chegar às principais capitais do Brasil em 2012. A rede de fast-food, que já tem 25 lojas nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste, quer ampliar a presença nessas praças e chegar à região Sul. Até o final do ano, a marca pretende abrir 10 novas unidades, preferencialmente em shoppings.
O plano de expansão está sendo desenhado pela Franchise Store, primeira loja de franquias da América Latina, que iniciou 2012 com três novas franquias em seu portfólio de vendas.
“A Parmeggio é uma franquia que oferece pratos executivos, com opções variadas, saborosas e feitas na hora. O cardápio é completo e o preço é justo”, afirma Filomena Garcia, sócia da Franchise Store.
O investimento mínimo em uma franquia Parmeggio é de R$ 300 mil com retorno previsto em 24 meses. O faturamento por loja gira em torno de R$ 85 mil e o ticket médio é de R$ 16.

Fonte: Portal Varejo

Para mais informações sobre as franquias Parmeggio, acesse: http://www.franquia.com.br/franquia/parmeggio

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Zarkha adota sistema de franquias para alavancar negócios

17/02/2012
A indústria calçadista brasileira pode atualmente vivenciar problemas por conta da concorrência com os produtos asiáticos, mas no ramo varejista, o mercado de calçados não para de crescer e inclusive atrair novas bandeiras para a área de franquias. É o caso da marca cearense de calçados masculinos e femininos Zarkha, que acaba de entrar no franchising e quer ter presença em ao menos 6 das principais capitais do Brasil.
Hoje a rede tem duas lojas próprias nos principais shoppings de Fortaleza, e seu plano de expansão, que está sob a coordenação da Franchise Store, envolve um crescimento coordenado, como aponta Filomena Garcia, sócia da Franchise Store . A Zarkha tem arquitetura original e diferenciada, além de produtos sofisticados: “É uma marca consolidada no Ceará e quer abrir as portas para consumidores de todo o País”.

Criada há aproximadamente 25 anos, quando os proprietários decidiram comprar  um lote de sapatos em promoção em uma loja do Rio de Janeiro, a bandeira passou, ano passado, a abrir uma marca própria com produtos focados no público A e B.

No caso de empreendedores interessados na marca, o investimento mínimo da franquia é R$ 405 mil, com retorno previsto em até 24 meses. O faturamento por loja gira em R$ 120 mil por mês, e o tíquete médio é de R$ 200.

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Mercado de franquias ganhou 185 redes em 2011, estima Associação Brasileira de Franchising

17/02/2012

A Associação Brasileira de Franchising (ABF) estima que 185 novas redes tenham surgido no Brasil em 2011 – os dados ainda não foram consolidados. Isso representaria um acréscimo de 10% em relação às 1.855 franqueadoras registradas no País até 2010 e mais oportunidades de investimento para candidatos a franqueados.

Para ajudar os futuros empresários a analisar as novas opções do mercado, o Estadão PME ouviu especialistas e listou os benefícios que as redes estreantes podem oferecer e também os cuidados que o candidato deve tomar antes de investir em uma nova marca. Confira:

BENEFÍCIOS

Espaço para crescer
Enquanto redes mais famosas têm filas de candidatos e poucas regiões disponíveis para abertura de novas unidades, as novas franquias apresentam situação oposta. “O mercado ainda não foi explorado pela marca, os melhores pontos não foram ocupados e o candidato que quiser abrir mais de uma loja terá espaço para crescer com a rede”, aponta Filomena Garcia, diretora da consultoria Franchise Store.

Preços mais baixos
No início da expansão de uma rede, o preço da taxa de franquia tende a ser mais barato. É possível, em alguns casos, conseguir desconto e esticar o prazo de pagamento de outras taxas.

Seleção menos rigorosa
Redes já estabelecidas normalmente exigem que o candidato a franqueado tenha experiência anterior no mundo dos negócios – caso contrário ele não é aprovado. Já as redes novas costumam ser menos rigorosas nesse aspecto. “Normalmente, o franqueador está disposto a treinar mais os primeiros franqueados, por isso torna-se um pouco mais flexível na hora de selecionar os candidatos”, analisa Filomena.

CUIDADOS
Mercado sem barreira de entrada
O primeiro ponto a ser analisado por um candidato a franqueado é o mercado de atuação da marca. Ele está saturado? Há espaço para uma nova marca? O setor é promissor? Caso o modelo de negócio seja muito simples e outras empresas possam copiá-lo facilmente, é provável que a nova marca ganhe muitos concorrentes em um curto espaço de tempo – como recentemente ocorreu com as temakerias e iogurterias.

Modelo de negócio mal estruturado

O trabalho de estruturação da rede deve ser anterior à venda de franquias. Ou seja, antes de começar a selecionar investidores, o franqueador já deve ter planejado o sistema logístico da rede, o plano de marketing e expansão, além de detalhar todos os custos e definir preços de produtos e taxas. O programa de treinamento e consultoria de campo também precisam estar prontos. “O candidato deve questionar cada um desses detalhes e pedir também para que o franqueador fale sobre o trabalho dos concorrentes. Assim será possível averiguar se ele estudou bem o mercado”, recomenda Filomena. A análise minuciosa do contrato de franquia também é essencial.

Histórico do franqueador
Quando uma marca não é conhecida, quem deve conferir credibilidade à empresa é o empresário que a frente do negócio. É imprescindível se informar sobre o histórico de realizações profissionais do franqueador, assim como sua idoneidade e formação técnica. “Caso a empresa tenha sido criada por alguém sem experiência no mundo dos negócios, é recomendável que ela conte com apoio de uma consultoria especializada na formatação redes de franquia”, analisa Filomena.

Expansão superestimada
Redes que fazem planos de expansão muito ambiciosos e muito acelerados passam a impressão de serem simplesmente caça-níqueis.  Antes de vender uma franquia, o ideal é que o franqueador tenha pelo menos duas unidades próprias em funcionamento, em operação há dois anos. “Também é recomendável que o plano de expansão seja mais conservador no primeiro ano das redes de franquia”, avalia Filomena. “Uma empresa deve vender cerca de 10 unidades no primeiro ano, para poder ter tempo de dimensionar a estrutura de atendimento aos franqueados. Só no segundo ou terceiro ano de Franchising é que a expansão pode ganhar um ritmo mais acelerado.”

Fonte: Estadão PME

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