KFC lança tortilhas I-Twist Tropical, Picante e Cheddar no Brasil

27/04/2012

Produtos fazem parte da plataforma “A Boa do Seu Bolso” e estão disponíveis nos restaurantes da companhia por R$ 5,95 cada. Rede pretende aumentar as vendas em 10% com as novas opções

A rede KFC amplia o seu portfólio no Brasil com o lançamento da linha de tortilhas I-Twist. As novas opções são compostas por tirinhas de frango, alface e mussarela em três versões de molho Tropical, Picante e Cheddar.

O produto  é enrolado em tortilhas coloridas com ingredientes naturais e faz parte da plataforma “A Boa do Seu Bolso”, que oferece pratos mais baratos aos consumidores. O projeto realiza a rotatividade nas ofertas e em horários variados buscando agradar todos os clientes. Os três sabores estão disponíveis em todos os restaurantes da companhia pelo preço de R$ 5,95 cada.

Para divulgar o lançamento, o KFC realiza ações no ponto de venda e nas redes sociais, além de uma game online em que os internautas poderão “interagir” com o produto e concorrer a prêmios para serem trocados na loja. Com a iniciativa, a rede espera aumentar as vendas em 10%.

Fonte: Mundo do Marketing


Convite à entrada

26/04/2012

A Pizza Hut está globalizando o design do seu cardápio para que, no mundo todo, as fotos das pizzas, entradas e sobremesas sejam bem vistosas e convidativas. A rede aproveita a estreia do menu que foi redesenhado em Dallas para lançar uma entrada, o pão de calabresa. É preparado com a mesma massa da pizza e recheado com calabresa, cebola e molho de tomate. Por R$ 12,90.

Fonte: Valor Econômico


Do Rock in Rio para o cardápio do Chile, Doggis cresce no país

26/04/2012

Rede de cachorro quente planeja abrir 25 lojas por ano no Brasil e investir R$ 40 milhões até 2015

Flavio Maia, diretor da Doggis no Brasil

O cachorro quente virou um bom negócio no Brasil. Que diga a rede chilena Doggis, considerada a maior da América Latina e que planeja abrir 25 lojas em nosso país por ano, com investimentos de R$ 40 milhões até 2015. Hoje são 15 lojas, sendo dez no Rio e cinco em São Paulo, Manaus, João Pessoa e Salvador. A marca acaba de “exportar” uma ideia tipicamente brasileira — e carioca — para o cardápio de suas 201 lojas no Chile. O Rock Doggis, criado para o Rock in Rio, fez tanto sucesso que, de ação temporária, entrou no cardápio fixo das filiais brasileiras e despertou o interesse do consumidor chileno.

“Vendemos no Rock in Rio cerca de 50 mil hot dogs, 50% acima da expectativa. Foram 20 toneladas de molho e quase 43 toneladas de salsicha. O produto já responde por 17% das vendas”, diz Flavio Maia, diretor da Doggis no Brasil. Ele comemora o crescimento da rede no país, respeitando a conjugação de produtos de qualidade com preços atraentes.

“Doggis é uma marca alegre e descontraída e nosso posicionamento é sempre vender muito mais por muito menos. O sucesso de Rock Doggis é resultado de estudos em busca do produto que se encaixasse no gosto dos jovens brasileiros”.

Fonte: Brasil Econômico (23/04/2012)


Marcas querem que franqueado vire dono “Investir em várias unidades é uma forma do franqueado maximizar seu investimento”

25/04/2012

O evidente amadurecimento do mercado de franquias brasileiro, que faturou R$ 89 bilhões no ano passado, mudou também a forma como as redes lidam com seus franqueados. Diante do crescimento acelerado do setor, que ultrapassa a casa de dois dígitos há quase uma década, e do bom desempenho da economia, que elevou o número de investidores dispostos a entrar nesse segmento, as marcas se interessam cada vez mais por parceiros com perfil de liderança dispostos a administrar não apenas uma unidade, mas um grupo de lojas.

Para as redes, essa é uma forma de potencializar os resultados nas unidades bem-sucedidas e aumentar o envolvimento dos parceiros com a marca. Para os empreendedores, é a oportunidade de reduzir custos e ampliar lucro e produtividade. “Quando a pessoa tem um número maior de lojas da mesma marca, maximiza o investimento porque pode fazer gestão compartilhada do estoque e da equipe, além de ganhar mais experiência”, afirma Filomena Garcia, diretora da consultoria Franchise Store.

Nos Estados Unidos, é comum a figura do franqueado que comanda centenas de unidades. No Brasil, embora as redes sempre tenham incentivado esse tipo de crescimento, o interesse hoje é maior em virtude do aumento do poder aquisitivo, da concorrência e do número de investidores. Mas ter perfil empreendedor é muito importante.

Para administrar o negócio de maneira organizada e dar conta de 80 funcionários, Dalton Polete Neto, 27 anos, que gerencia quatro unidades da Griletto, abriu um escritório, contratou assessoria contábil e um profissional de recursos humanos para comandar todos os processos seletivos.

O investimento compensa. Além dos custos do escritório serem diluídos em quatro lojas e assim pesarem menos no caixa do empreendedor, Dalton ganhou agilidade nas contratações, reduziu custos, problemas com mão de obra e aumentou sua rentabilidade.

Hoje, o empresário fatura em média R$ 400 mil por mês com as unidades e conversa com a rede para a abertura de mais uma. “Conforme você se aprofunda e adquire experiência em uma franquia, consegue melhorar o desempenho e também aumentar sua capacidade de investimento”, explica.

Quem já opera como franqueado ainda pode negociar facilidades no fechamento de um novo contrato – prazos de pagamento maiores ou até mesmo descontos na taxa de franquia estão entre os benefícios oferecidos normalmente.

Mas esse crescimento não é para qualquer um. Além de apresentar bom desempenho, que comprove a capacidade de administrar outras unidades, o franqueado também precisa garantir ao franqueador que a expansão não vai afastá-lo do dia a dia da operação.

Capacitação

No caso de Dalton, por exemplo, a Griletto só autorizou a compra de novas unidades quando ele garantiu que manteria visitas diárias às lojas. Mesmo tendo contratado gerentes, o empreendedor frequenta pelo menos dois pontos por dia. “Quando você tem várias operações, todos os processos ganham proporção e te obrigam a adotar um estilo de administração mais profissional e próprio, que não dependa só da orientação da franquia”, explica Dalton Polete.

É por causa disso que algumas redes já investem na criação de cursos específicos para formar franqueados com capacidade de liderança e gestão do negócio de maneira mais independente. O grupo Trigo, que administra as redes Spoleto, Domino’s e Koni Store, desenvolve o projeto-piloto de uma universidade corporativa, que deve começar a funcionar no ano que vem. O curso será uma espécie de pós-graduação em administração de franquias com duração prevista de um ano. “Nós queremos que nossos franqueados cresçam e tenham uma postura mais profissional”, diz Renata Rouchou, diretora de expansão da marca.

Diversificar

Outra maneira de um franqueado crescer como empresário é adquirir franquias de redes diferentes.

Essa foi a opção da empresária Fátima Cerantola, que ao lado dos pais e da irmã Ana Maria, comanda oito unidades da Hering, duas da marca PUC, três da Lupo e ainda duas da Havaianas. Juntas, as lojas faturam R$ 13 milhões por ano. “Nós diversificamos dentro do mesmo ramo, mas apostando em nichos diferentes”, explica a empreendedora. A vantagem, segundo ela, é equilibrar os ganhos e reduzir o impacto da sazonalidade – enquanto as lojas da Hering e Havaianas vendem bem no verão, por exemplo, as unidades da Lupo faturam mais no inverno.

Antes de diversificar os investimentos, no entanto, ela recomenda que o franqueado desenvolva-se dentro de uma mesma marca. “É importante para entender melhor o sistema em si e aprender com alguns erros.”

Outra dica da empreendedora é a pessoa não apostar em segmentos muito diferentes. Ela mesma precisou vender a franquia de uma loja de produtos para casa que havia aberto. “Era um negócio totalmente diferente do que estava acostumada e não tinha como me aprofundar no ramo”, conclui.

A proposta é muito simples: achar bons empresários e fazer deles proprietários de diversas unidades.

Para ler a matéria na íntegra, acesse: Estadão.com.br


Brasil: 26% dos interessados em abrir franquia são formados em Administração

24/04/2012

Fonte: InfoMoney

Um levantamento realizado pela Franchise Store revelou o perfil das pessoas interessadas em ingressar no setor de franchising. De acordo com a pesquisa, 26% dos que desejam abrir uma franquia são formados em Administração.

Outros 10% são formados em Direito, 6% cursaram Engenharia, 3%, Ciências Contábeis e 3%, Propaganda e Marketing. Já 2% estudaram Economia, a mesma quantidade que cursou Medicina.

Ao analisar a ocupação dos interessados, os dados indicam que 20% são empresários, 11% são autonômos, 8% gerentes, 7% de empregados de empresas privadas, 6% profissionais liberais e 4% são estudantes.

Outros 3% são consultores, supervisores, sem ocupação, profissional autonômos e funcionários públicos. Uma parcela de 2% é formada por assistentes e diretores, enquanto 23% têm outras ocupações.

Dinheiro para investir

Apesar do interesse, as pessoas têm pouco dinheiro para investir. Pelos dados, 39% têm até R$ 10 mil. Outros 24% dispõem entre R$ 50 mil e R$ 100 mil e 21%, entre R$ 10 mil e R$ 50 mil.

Sobre a faixa etária, os jovens, do total de interessados, 45% têm de 21 a 30 anos. Em seguida, aparecem as pessoas de 31 a 40 anos, com 36% de participação, as de 41 a 50 anos, com 14%, e as de 51 a 60 anos, com 5%. Além disso, 60% dos interessados são homens e 40%, mulheres.

Por região, a maioria é do Sudeste (54%). Já 18% são do Nordeste, seguidos por Sul (12%), Centro-Oeste (10%) e Norte (6%).


Jovem prefere abrir uma franquia a ser empregado

24/04/2012

Fonte: Jornal da Tarde

O jovem brasileiro quer ter um negócio próprio e a franquia aparece como a opção mais segura de investimento. É o que mostra pesquisa feita pela Franchise Store sobre o perfil dos interessados nas franquias: 45% deles têm entre 21 e 30 anos. O número de 2011 indica que a intenção tem aumentado, já que em 2010 o índice era de 36%. O setor de alimentação é preferido para abertura do empreendimento.

Segundo a sócia-diretora da Franchise Store, Filomena Garcia, o número cada vez maior de jovens com a intenção de ser o próprio chefe pode ser explicado pelas características comuns às pessoas dessa faixa etária. Elas têm menos paciência para um plano de carreira formal e mais confiança em seu desempenho. “O jovem busca uma forma menos tradicional e mais rápida de crescimento”, destaca.

A pesquisa mostra ainda que 39% têm pouco dinheiro para investir: até R$ 10 mil. Porém, esse valor não se encaixa na grande maioria das opções de franquia. Entram então no leque de possibilidades as microfranquias, que requerem investimento de até R$ 50 mil. Esse segmento geralmente está relacionado à prestação de serviços, trabalho em casa e o próprio franqueado é o executor do serviço, explica André Friedheim, diretor da Francap, consultoria na área de franchising. “Mesmo que o interessado tente um empréstimo no banco, ele vai precisar oferecer garantias”, ressalta Friedheim.

Formado em publicidade e com pós-graduação em administração, Felipe Pollastrini, de 28 anos, resolveu investir há dois anos em uma franquia do Seletti, de culinária saudável. Ser dono do próprio negócio era um plano antigo. A insatisfação com um emprego de auditor ajudou a levar adiante a ideia. “Tinha um dinheiro disponível e minha família é de empresários. Decidi seguir o mesmo caminho.”

Ter o próprio negócio sempre motivou o gerente da área de empresas de um banco Fábio Nacaratto, de 30 anos. Formado em administração, ele cuidará de duas franquias da Risotto Mix nos shoppings de Piracicaba e Sumaré, ambos com inauguração em 2013. “Busquei uma opção mais sólida, com menor risco.”

O investimento de Aline Zagatto Lara Bove, de 28 anos, é uma unidade da Brou’ne em São José dos Campos. Formada em terapia ocupacional com pós-graduação, ela não se encontrou na área. “Vi que não tinha muito a ver comigo. Meu marido sempre falou de abrir uma franquia e decidimos investir.”

Para quem pretende entrar no ramo, o consultor do Sebrae-SP, Wlamir Bello, aconselha comparar a franquia com um negócio independente para avaliar. Apesar do risco ser menor, os padrões já são definidos o que reduz a autonomia do franqueado. E além do custo de abertura normal de uma empresa, há taxas da franquia.


Spoleto investe R$ 1,5 mil em campanha “Legítima” italiana

24/04/2012

Tutto italiana! No ano da Itália no Brasil, o Spoleto lança prato e campanha legítimos, inspirados no país da Tarantela. A campanha do Penne ao Pomodoro é assinada pelas agências Packaging Brands, responsável pelo conceito, e Artplan, que desenvolveu o novo filme animado da marca. Nele, o Chefinho do Spoleto roda a Itália em uma “lambreta” em busca de inspiração para elaborar o novo prato.

A campanha ficará no ar de 17 de abril a 30 de maio, em todos os restaurantes Spoleto do país. Ela também será exibida no mobiliário urbano na cidade e município do Rio de Janeiro e em Brasília, nos outdoors; na Rede Globo em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro; na TV por assinatura, em revistas nacionais e populares.

A rede investiu R$ 1,5 mil no projeto e a estimativa é incrementar em 15% o volume de vendas da maior rede de culinária italiana do país nos dois primeiros meses.

“Convidamos o consumidor a saborear um molho italiano de verdade e buscamos inspiração em nossas próprias raízes para apresentar uma campanha inédita, com toques italianos, unindo sabor e preço”, declara o diretor de marketing e franquias do Spoleto, Antonio Moreira Leite.