Dermage quer mais 60 franquias

28/09/2012

Especializada em multimarcas, a Franchise Store está à frente da expansão da carioca Dermage, rede da farmácia de manipulação

Especializada em multimarcas, a Franchise Store está à frente da expansão da carioca Dermage, rede da farmácia de manipulação especializada em dermocosméticos. Até dezembro, 10 contratos de franquia da marca devem ser fechados, e outros 50 até o fim de 2013. O modelo de negócios ofertado é um lounge para shoppings especialmente criado para o segmento.

Fonte: DCI

Para saber mais informações sobre a Dermage, clique aqui.


Estudo revela que número de jovens investindo em franquias é alto

27/09/2012

De acordo com uma pesquisa realizada pela Franchise Store, primeira loja de franquias do Brasil, o número de jovens até 30 anos, interessados em investir em franquias, supera o número de investidores entre 31 e 40 anos interessados em investir nesse modelo de negócio.

O levantamento apontou que no primeiro trimestre de 2012 os jovens representaram 45% a 47% dos candidatos com interesse em abrir uma franquia, enquanto no ano passado, nesse mesmo período, o número de interessados nesse mesmo grupo não chegava a 37%. Quando analisado o interesse de candidatos na faixa que compreende entre 31 e 40 anos, em 2011 eles representavam 40% e nesse ano essa porcentagem cai para 35%.

O aumento do interesse por investir em franquias da famigerada Geração Y, que compreende jovens até 30 anos, reflete o comportamento dessa geração, que é impaciente e objetiva retorno rápido.

Para Filomena Garcia, sócia – diretora da Franchise Store, além do perfil empreendedor, na hora de investir em um negócio é importante também a vivência de mercado. “Por mais que o jovem tenha um perfil empreendedor, e a decisão de empreender cedo demonstra isso,  a eles falta a prática e a vivência de ter passado por acertos e superado dificuldades.”

Para o jovens que pensam em investir em uma franquia, a executiva dá um conselho. “Assim como é bom ter sócios com perfis complementares, para os jovens é bom se associar com pessoas que já tenham tido vivência anterior em algum negócio”.

Segundo Filomena, muitos dos jovens que empreendem cedo são formados em administração ou gestão, o que facilita na administração do negócio. E ao decidirem investir em franquias, eles investem em um modelo de negócio já testado e que apresenta resultado.


Mercado de café premium é ótima oportunidade de investimento

26/09/2012

Marco Suplicy, sócio – fundador da Suplicy Cafés Especiais

A Suplicy Cafés Especiais surgiu em 2003, com cafeterias em São Paulo. “O café no Brasil não é uma coisa nova. É um hábito arraigado. Quando a gente nasceu, o hábito do brasileiro tomar café já estava na maioria dos lares”, conta Marco Suplicy, sócio-fundador da marca.

Para ele, hoje o consumidor está começando a olhar o café com mais atenção, em um movimento semelhante ao que aconteceu com o vinho anos atrás. “No país do café, não tem quem entenda de café. O maior desafio que nós enxergamos é uma maior educação do consumidor”, diz.

Neste ano, a marca anunciou a venda de 45% da empresa para o fundo TreeCorp. O dinheiro deve ser usado para acelerar a expansão com novas unidades. Hoje, a rede conta com oito cafeterias e pretende inaugurar 80 lojas nos próximos três anos. “Em termos de faturamento, vamos crescer 100%”, diz, sem revelar seus números de faturamento.

Com 300 xícaras de café servidas por dia a 5 reais cada, a Suplicy Cafés Especiais investe em franquias para crescer. “O nosso franqueado vai gastar uns 300 mil reais para abrir uma loja de shopping”, diz. Para ele, o frescor do café, que vem da torra recente do grão, é indispensável para ter um café especial. “Eu tenho certeza que para quem mexe com qualidade nosso mercado está nascendo”, diz.

Fonte: EXAME.com

Para saber mais informações sobre Suplicy Cafés Especiais, clique aqui.

Veja também: Franquias de cafeteria faturam 10% mais


Saiba usar a comunicação para fidelizar seus clientes

25/09/2012

*Por Filomena Garcia

Em qual segmento atuar? Oferecer produtos ou serviços? Qual o melhor ponto comercial? Em quanto tempo começarei a ter lucro? Como contratar e treinar a equipe? Essas dúvidas estão sempre presentes na vida de um empreendedor, principalmente os de primeira viagem. Mas um item que também deveria ser colocado nessa lista, e que muitas vezes é lembrado apenas quando o negócio não demonstra o desempenho esperado, é a fidelização do cliente.

Fidelizar o cliente é um trabalho diário, pois graças a essa manutenção constante a marca consegue cada vez mais estar presente na vida de quem realmente importa para sua permanência no mercado.

O empreendedor deve saber que produto, serviço, comunicação e relacionamento são os pontos mais significativos do negócio para a fidelização da marca. Com o nível de expectativa cada vez maior dos clientes, oferecer produtos e serviços de ótima qualidade, pode até garantir que a sua marca será lembrada, mas não garante a fidelização.

Há canais de comunicação de baixo investimento

Comunicação é uma das vertentes mais importantes quando falamos sobre fidelização. No entanto, muitos empreendedores a cortam, ou por não tê-la ou mesmo por falta de recursos. Sem comunicação, o mercado não saberá sobre a sua existência, sobre seus diferenciais, produtos ou serviços, e o quão bom você.

Um bom exemplo de canal de comunicação, e que não requer altos investimentos,  são as redes sociais. Através delas, não só conseguimos nos comunicar com novos e atuais clientes, como conseguimos interagir e responder rapidamente as expectativas ou até mesmo saber o retorno de uma ação ou lançamento de um novo produto ou serviço. Isso cria um relacionamento com o cliente, pois a comunicação é sempre de mão dupla.

Investir neste e em outros tipos de relacionamento com o seu cliente, se torna cada vez mais fundamental. Pois, com a padronização cada vez maior de produtos e pontos de venda, você corre o risco de acabar se tornando apenas mais um aos olhos do consumidor. Oferecer ao cliente uma experiência diferenciada na hora da compra é outro fator que pode ampliar muito a possibilidade de fidelizá-lo.

E, por fim, ofereça um ambiente físico agradável para que o cliente se sinta confortável e queira permanecer o maior tempo possível em sua loja. Se preocupe com os detalhes, como o visual da loja, vitrines, limpeza, organização, iluminação, estacionamento, música e sensações olfativas.

Obter sucesso fidelizando tanto os novos clientes quanto aqueles já conquistados, também é uma forma de empreender.

*Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, é especialista em marketing e atua há 20 anos nas áreas de negócios, varejo e Franchising. É co-autora dos livros “Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios e “Marketing para Franquias”

Fonte: UOL


Franquias de cafeteria faturam 10% mais

25/09/2012

As cafeterias são uma boa oportunidade para os interessados em abrir uma franquia, segundo o Panorama Global das Franquias do Setor de Food Service, pesquisa elaborada pela ABF (Associação Brasileira de Franchising) e a ECD, consultoria especializada em food service.

O segmento de café e snacks teve crescimento de 10% no faturamento no período de janeiro a maio deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com a pesquisa.

Segundo Nathan Herszkowicz, diretor-executivo da Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café), o café representa somente 30% das vendas de uma cafeteria e a maior parte do faturamento vem de lanches, salgados e outros bebidas.

Entretanto, as pessoas que apreciam café estão dispostas a pagar caro por ele. “Há alguns anos, o café era vendido por R$ 0,50 no copo americano, hoje, com o aumento da oferta de café gourmet, ele pode custar até R$ 5 em alguns lugares”, diz Herszkowicz.

Empreendedor não precisa ser especialista em café

O empreendedor não precisa ser barista ou profundo conhecedor de café, já que a franqueadora é responsável pela sua capacitação e por transmitir o conhecimento do negócio. Mas é importante que ele e seus funcionários apreciem a bebida.

“Café é movido a paixão, ele exige cuidado até a hora em que vai para o xícara. Se os funcionários são motivados e tem afinidade com o negócio, isso se reflete no atendimento e até na bebida, na aparência do produto”, afirma o diretor-executivo da ABIC.

Alguns cuidados na escolha da franquia e na operação do negócio podem ajudar o franqueado a ter sucesso. Trabalhar com grãos e máquinas de boa qualidade, oferecer um bom mix de produtos, investir no treinamento e na reciclagem constante dos funcionários e na criação de um ambiente agradável para encontros sociais e até para reuniões de trabalho são alguns deles. “O preço do produto não é o mais importante, quando as pessoas gostam, elas estão dispostas a pagar mais”, declara Herszkowicz.

Saiba mais sobre franquias do segmento de cafeteria e confeitaria, clicando aqui.

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

Fonte: UOL


Um bolo que viaja três mil quilômetros

19/09/2012

Silvana Abramovay Marmonti, fundadora do Amor aos Pedaços

Depois de décadas limitando seu crescimento a um raio de 300 quilômetros de São Paulo, a Amor aos Pedaços cria embalagem que faz seus bolos durarem mais e se espalha pelo País

Todo dia centenas de caminhões saem de São Paulo para Belém, no Pará, levando todo tipo de carga. De automóveis a geladeiras, ferramentas a maquinário industrial, tudo passa por esses 2.913 quilômetros de estrada. Tudo mesmo. Até bolos, doces, pavês e outros quitutes. Mas como produtos tão delicados – e perecíveis – resistem aos solavancos dessa viagem?

A rede paulista de docerias Amor aos Pedaços conseguiu encontrar uma resposta para essa pergunta depois de décadas limitando sua expansão a um raio de 300 quilômetros da capital. “O charme de nossos bolos é que eles são artesanais. Não usamos conservantes e muitos dos doces, como o bicho-de-pé, são feitos ainda na panela, com colher de pau”, diz Silvana Abramovay Marmonti, sócia e fundadora da rede, junto com Ivani Calarezi. “Mudar isso seria perder nossa essência e deixaríamos de ser a Amor aos Pedaços”, diz Silvana.

O obstáculo da distância, diz Filomena Garcia, diretora da consultoria Franchise Store, é um entrave para grande parte das franquias de alimentação. “Um simples pão fica diferente se feito por pessoas diferentes”, diz ela. “O consumidor, quando vai a uma franquia, espera encontrar o bolo ou o doce no mesmo padrão que ele já conhece.”

Na tentativa de expandir sua rede, hoje com 60 lojas, a Amor aos Pedaços já tentou transferir parte da produção para outros Estados. “Estabelecemos que alguns master-franqueados, no Rio e no Paraná, iriam gerenciar, cada um, uma unidade de produção”, lembra Silvana. Isso foi há dez anos e não deu certo. “Eles não conseguiam tomar conta da rede e das fábricas ao mesmo tempo. A qualidade ficou comprometida e foi um fiasco.”

Apesar do fracasso, a ideia da expansão continuou sendo uma meta para Silvana e Ivani. As duas, então, passaram a tarefa à engenheira de alimentos Tania Nakajima, que ganhou também um prazo para encontrar a solução: em um ano, a empresa teria de estar pronta para iniciar o processo de expansão para outros Estados.

Embalagem. “Nossa primeira ideia foi congelar”, lembra Tania, que já tem 19 anos na Amor aos Pedaços. “Mas congelando, criávamos um problema para as lojas pois muitas não têm espaço na cozinha para mais um freezer ou para armazenar os bolos. “

Mandar tudo em caminhão refrigerado, tampouco daria certo: o frete sairia caro demais e inviabilizaria o preço final do produto. Além disso, muitas rotas levam dez dias por transporte rodoviário e a validade do bolo era de quatro dias.

“A ideia seguinte foi usar uma embalagem a vácuo”, lembra Tania, mas também não deu certo: quando era retirado da embalagem, o bolo praticamente esfarelava. Mas conversando com seus colegas da Associação Brasileira de Engenheiros de Alimentos (Abea), a engenheira teve a ideia de “customizar” a embalagem a vácuo. “Um colega da associação, que é fornecedor da máquina de vácuo e trabalha com gases e controle microbiológico, sugeriu que tirássemos o oxigênio da embalagem”, lembra Tania.

Deu certo. A massa do bolo – já assada e pronta para a montagem – começou a ser embalada em uma espécie de bolsa plástica da qual é retirado todo o oxigênio. “Uma mistura de gases é injetada nessa bolsa hermeticamente fechada e eles conservam o bolo por até seis meses”, conta. “Depois de estudar cada detalhe de como são feitos nossos produtos, as engenheiras chegaram a uma solução”, diz Ricardo Miragaia, diretor executivo da rede de docerias.

Na mesma embalagem, a Amor aos Pedaços agora consegue transportar recheios e doces, como o brigadeiro mole. Tudo é embarcado em caminhões de uma empresa terceirizada. Semanalmente, a empresa despacha o caminhão para atender as recém inauguradas lojas em outros Estados.

Quando chegam às franquias, o bolo é retirado da embalagem para ser montado: recebe recheio, cobertura e vai para a vitrine. “Os franqueados têm um treinamento de 30 dias aqui na sede para fazer tudo como se faz aqui, sem mudanças e mantendo a mesma qualidade”, diz o executivo.

Lojas e nova fábrica. Com a charada da logística resolvida, agora a Amor aos Pedaços faz planos para se espalhar pelo País. Já têm lojas em Minas Gerais, no Maranhão, no Espírito Santo, Distrito Federal, na Bahia, no Mato Grosso do Sul e no Pará. A meta da companhia, que faturou R$ 56 milhões em 2011, é saltar de 60 para 100 lojas nos próximos três anos – e alcançar 160 até 2017.

Para dar conta dessa demanda, a Amor aos Pedaços pretende inaugurar no mês que vem uma nova fábrica, na qual investiu R$ 4 milhões de seu próprio capital. Até hoje, tudo é feito numa casa, na Vila Olímpia. Quando pronta, a unidade em Cotia, absorverá a produção atual e ampliará a capacidade de 70 toneladas ao mês para 200 toneladas ao mês. “A fábrica dará suporte à expansão”, diz Silvana.

Até agora, segundo ela, a estratégia tem dado certo, conforme o faturamento das franquias mais distantes. Muitas chegam a igualar a receita à de lojas movimentadas, na capital paulista. “Tivemos um ótimo retorno, principalmente dos consumidores. Muita gente contou que quando vinha a São Paulo, visitava uma das lojas, como se fosse ponto turístico e que as franquias que estão sendo abertas no Norte e no Nordeste não perdem em nada”, afirma a sócia-fundadora.

Mas além da logística, a expansão também tem seus obstáculos. “Com lojas distantes, a gestão do franqueado deve ser muito precisa e afinada com o que a empresa quer”, diz Filomena Garcia, da Franchise Store. “Por isso uma boa seleção do franqueado nessas cidades distantes é fundamental para não haver diferenças.” Afinal, não é só o bolo que conta.

Fonte: O Estado de São Paulo

Para saber mais informações sobre Amor aos Pedaços, clique aqui.


Conheça ingredientes essenciais de marketing para redes de franquias

18/09/2012

*Por Filomena Garcia

Nesta coluna, já falei sobre as boas práticas no uso da verba de marketing de sua empresa. Desde então, percebi que muitos empresários, independentemente do ramo de atuação, têm dúvidas sobre como desenvolver uma linha de marketing que seja eficiente e, ao mesmo tempo, atenda às necessidades da rede.

Como uma das funções do marketing é superar desafios, eu diria que responder a essa questão seja o maior deles, pois a partir daí a direção ficará mais clara e toda a rede trabalhará  “com” e não “para” o marketing .

O marketing em uma rede de franquias precisa envolver seus franqueados no processo de desenvolvimento, que terá como produto final as ações e campanhas da marca e da rede. O  grande desafio que temos em uma rede de franquia é atender as necessidades regionais, sem com isso perder a essência, a “promessa” que toda marca se propõe a realizar.

Não é como em uma receita de bolo, para a qual existe uma fórmula única a ser seguida. Aqui os ingredientes são adicionados conforme o paladar, podendo ser inseridos ou não, em maior ou menor quantidade.

Comunicação com franqueados é a chave

O   primeiro ingrediente é criar canais de comunicação com a própria rede, seja comitês de marketing, intranet, pesquisas periódicas, encontros regionais, entre outros. Criado esses canais, vamos ao segundo ingrediente que é dar relevância e prioridade no que diz respeito à participação efetiva entre  franqueados e equipe da franqueadora.

O terceiro é munir a rede de conceitos sobre os caminhos que se está pretendendo tomar e os motivos pelos quais os mesmos gerarão mais resultados a todos.

O último e talvez o ingrediente mais importante é pensar em uma estratégia em que os investimentos de marketing possam ter uma  parcela direcionada para ações locais, onde de fato o franqueado possa “incrementar” uma ação nacional e com isso obter  mais  e melhores resultados.

Portanto, o papel do franqueado em uma rede de franquia pode e deve fazer toda a diferença no marketing, transformando uma simples ação, uma nova campanha da marca ou o lançamento de um produto ou serviço em um evento único e de sucesso.


*Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, é especialista em marketing e atua há 20 anos nas áreas de negócios, varejo e Franchising. É co-autora dos livros “Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios e “Marketing para Franquias”

Fonte: UOL