Gelado Expandido

Depois de anos de experiência em varejo, no Grupo Pão de Açúcar, Eduardo Gasperini acaba de assumir a direção da expansão da sorveteria argentina Freddo no Brasil. A rede tem até então uma atuação relativamente tímida por aqui. Apenas 9 das 130 lojas estão no Brasil – em São Paulo, Barueri (Alphaville), Campinas e Brasília. Foram aberturas esporádicas, conta o CEO Sergio Gratton, baseadas no interesse dos franqueados pela operação.

Agora, ele conta que o Brasil é o foco da expansão da Freddo, o que exigiu da empresa a contratação de alguém para acompanhar e dirigir as futuras aberturas de perto, e não remotamente como havia sendo feito. “Quando fui contratado, em maio deste ano, minha missão era colocar o pé no acelerador”, conta Gasperini.

Com consultoria da Franchise Store, foi elaborado um projeto que contempla a abertura de lojas primeiramente apenas na região Sudeste. Serão 19 novas lojas até 2013, começando por Rio de Janeiro, Vitória, Porto Alegre e São Bernardo do Campo. “Escolhemos essa região por uma questão de logística. Estaremos onde, por enquanto, é mais fácil para conseguir o transporte adequado para os produtos. Hoje o que nos impede de entrar no Nordeste é não ter transporte que consiga manter a temperatura adequada para os sorvetes”, diz Gasperini.

Os gelados da Freddo vem das fábricas que a empresa mantém na Argentina e no Uruguai. Hoje, conta Gratton, 15% do total de produção da Freddo vem para o Brasil – potencial que já justifica a instalação de uma futura fábrica no país, pondera Gratton. “Estamos planejando a fabricação no Brasil para 2013, principalmente para reduzir os custos e tropicalizar os sabores”, diz Gasperini.

Sobre a crescente concorrência no mercado de sorvetes, com novas marcas nacionais abrindo as portas nos últimos meses, o executivo acredita que a Freddo pode fazer frente a elas destacando seus carros-chefes, os cones de doce de leite e chocolate. “Compramos o cacau e fazemos o chocolate na fábrica, sem gordura hidrogenada, o que dá um gosto especial ao produto.”

Gelado expandido I

As futuras Freddo terão mesas e cadeiras, parte do processo de tornar os espaços pontos de encontro. “O aumento no número de pessoas comendo fora de casa é uma oportunidade. Ainda há muito para crescer, o consumo per capta de sorvete no Brasil é menos da metade da Argentina”, diz Gasperini.

Filomena Garcia, sócia da Franchise Store, diz que o posicionamento da marca e a intenção de produzir no Brasil tornaram o modelo de negócio mais atrativo para os investidores. Ela conta que os próximos dois anos serão o principal período de expansão da Freddo, o que a torna interessante para franqueados que desejam crescer com a marca e usar a franquia como um investimento. O aporte inicial para uma franquia da Freddo varia de R$ 300 mil a R$ 350 mil.

Fonte: Valor Econômico

Para saber mais informações sobre a Freddo, clique aqui.

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