Freddo Gelateria oferece sorvetes saborosos para enfrentar dias quentes

07/01/2013

Freddo: de tão cremosos, nem dá para moldar os sorvetes no formato de bola

Referência na Argentina, a Freddo veio para São Paulo em 2011 e logo conquistou uma legião de fãs dos gelados de doce de leite. Depois da primeira loja de rua em Moema foram abertos outros cinco endereços em shoppings — o do JK Iguatemi vive lotado. Até o fim do ano, a expectativa é que mais cinco unidades sejam inauguradas. Para este verão, a gelateria aposta em sabores de frutas como tangerina, grape fruit e lúcuma, típica dos Andes. De tão cremosos, nem dá para moldar os sorvetes no formato de bola. No copo ou na casquinha, até dois sabores saem por R$ 14,50. Apelidado de cubanito, o novo biscoito de biju recheado de sorvete de doce de leite e coberto por chocolate custa R$ 7,90.

Para mais informações sobre a Freddo clique aqui.

Fonte: Veja São Paulo

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Gelado Expandido

01/11/2012

Depois de anos de experiência em varejo, no Grupo Pão de Açúcar, Eduardo Gasperini acaba de assumir a direção da expansão da sorveteria argentina Freddo no Brasil. A rede tem até então uma atuação relativamente tímida por aqui. Apenas 9 das 130 lojas estão no Brasil – em São Paulo, Barueri (Alphaville), Campinas e Brasília. Foram aberturas esporádicas, conta o CEO Sergio Gratton, baseadas no interesse dos franqueados pela operação.

Agora, ele conta que o Brasil é o foco da expansão da Freddo, o que exigiu da empresa a contratação de alguém para acompanhar e dirigir as futuras aberturas de perto, e não remotamente como havia sendo feito. “Quando fui contratado, em maio deste ano, minha missão era colocar o pé no acelerador”, conta Gasperini.

Com consultoria da Franchise Store, foi elaborado um projeto que contempla a abertura de lojas primeiramente apenas na região Sudeste. Serão 19 novas lojas até 2013, começando por Rio de Janeiro, Vitória, Porto Alegre e São Bernardo do Campo. “Escolhemos essa região por uma questão de logística. Estaremos onde, por enquanto, é mais fácil para conseguir o transporte adequado para os produtos. Hoje o que nos impede de entrar no Nordeste é não ter transporte que consiga manter a temperatura adequada para os sorvetes”, diz Gasperini.

Os gelados da Freddo vem das fábricas que a empresa mantém na Argentina e no Uruguai. Hoje, conta Gratton, 15% do total de produção da Freddo vem para o Brasil – potencial que já justifica a instalação de uma futura fábrica no país, pondera Gratton. “Estamos planejando a fabricação no Brasil para 2013, principalmente para reduzir os custos e tropicalizar os sabores”, diz Gasperini.

Sobre a crescente concorrência no mercado de sorvetes, com novas marcas nacionais abrindo as portas nos últimos meses, o executivo acredita que a Freddo pode fazer frente a elas destacando seus carros-chefes, os cones de doce de leite e chocolate. “Compramos o cacau e fazemos o chocolate na fábrica, sem gordura hidrogenada, o que dá um gosto especial ao produto.”

Gelado expandido I

As futuras Freddo terão mesas e cadeiras, parte do processo de tornar os espaços pontos de encontro. “O aumento no número de pessoas comendo fora de casa é uma oportunidade. Ainda há muito para crescer, o consumo per capta de sorvete no Brasil é menos da metade da Argentina”, diz Gasperini.

Filomena Garcia, sócia da Franchise Store, diz que o posicionamento da marca e a intenção de produzir no Brasil tornaram o modelo de negócio mais atrativo para os investidores. Ela conta que os próximos dois anos serão o principal período de expansão da Freddo, o que a torna interessante para franqueados que desejam crescer com a marca e usar a franquia como um investimento. O aporte inicial para uma franquia da Freddo varia de R$ 300 mil a R$ 350 mil.

Fonte: Valor Econômico

Para saber mais informações sobre a Freddo, clique aqui.


Franquias de cafeteria faturam 10% mais

25/09/2012

As cafeterias são uma boa oportunidade para os interessados em abrir uma franquia, segundo o Panorama Global das Franquias do Setor de Food Service, pesquisa elaborada pela ABF (Associação Brasileira de Franchising) e a ECD, consultoria especializada em food service.

O segmento de café e snacks teve crescimento de 10% no faturamento no período de janeiro a maio deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com a pesquisa.

Segundo Nathan Herszkowicz, diretor-executivo da Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café), o café representa somente 30% das vendas de uma cafeteria e a maior parte do faturamento vem de lanches, salgados e outros bebidas.

Entretanto, as pessoas que apreciam café estão dispostas a pagar caro por ele. “Há alguns anos, o café era vendido por R$ 0,50 no copo americano, hoje, com o aumento da oferta de café gourmet, ele pode custar até R$ 5 em alguns lugares”, diz Herszkowicz.

Empreendedor não precisa ser especialista em café

O empreendedor não precisa ser barista ou profundo conhecedor de café, já que a franqueadora é responsável pela sua capacitação e por transmitir o conhecimento do negócio. Mas é importante que ele e seus funcionários apreciem a bebida.

“Café é movido a paixão, ele exige cuidado até a hora em que vai para o xícara. Se os funcionários são motivados e tem afinidade com o negócio, isso se reflete no atendimento e até na bebida, na aparência do produto”, afirma o diretor-executivo da ABIC.

Alguns cuidados na escolha da franquia e na operação do negócio podem ajudar o franqueado a ter sucesso. Trabalhar com grãos e máquinas de boa qualidade, oferecer um bom mix de produtos, investir no treinamento e na reciclagem constante dos funcionários e na criação de um ambiente agradável para encontros sociais e até para reuniões de trabalho são alguns deles. “O preço do produto não é o mais importante, quando as pessoas gostam, elas estão dispostas a pagar mais”, declara Herszkowicz.

Saiba mais sobre franquias do segmento de cafeteria e confeitaria, clicando aqui.

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Fonte: UOL