Quatro olhos no interior

12/04/2012

Fonte: Valor Econômico

Filomena Garcia, da Franchise Store, e Mário Ponci, da Chilli Beans: marca de óculos planeja abrir 200 lojas em 2012

A grife de óculos Chilli Beans é uma velha conhecida dos corredores de shoppings brasileiros. A marca paulistana tem 15 anos e 400 lojas espalhadas pelo país – a maior parte delas em shoppings de grandes capitais. Agora, pega uma carona no crescimento da economia brasileira e começa um agressivo plano de expansão por lojas de rua do interior do Nordeste e no Sul do país. A estratégia, criada pela Franchise Store para a Chilli Beans, contempla a abertura de 200 novos pontos em 2012. “Teremos lojas e quiosques. Vamos escolher entre um e outro de acordo com o potencial de consumo da cidade e a localização do ponto”, diz Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store. Ela conta que os shoppings, onde nasceram os primeiros quiosques da marca de óculos, continuam na mira. Porém, o modelo de expansão foi ampliado pois foi identificada “uma oportunidade de consumo potencial nas lojas de rua”. Apesar da ida da Chilli Beans para cidades menores, a política de preços deve continuar a mesma, segundo a empresa. Apesar do consumidor ter a impressão de que os preços da marca andaram aumentando nos últimos anos, o diretor institucional Mário Ponci conta que o que aconteceu foi a criação de novas linhas de produtos com preço acima da média da marca. “Trabalhamos com cinco preços por linha, com média de R$ 142.”

Quatro olhos I – O objetivo da Chilli Beans para 2012 é fechar o ano com 600 pontos de venda, expectativa baseada principalmente na abertura das 200 franquias e também no resultado positivo do ano passado. A empresa fechou 2011 com aumento de 35% no faturamento em comparação a 2010. No exterior, a marca tem expandido aos poucos. A Chilli Beans tem 6 lojas em Los Angeles, 6 em Portugal, 2 na Colômbia e 1 em Angola. E está em fase de andamento – fase adiantada – também a abertura de pontos no Peru e no Oriente Médio.

Quatro olhos II – A principal estratégia da Chilli Beans para gerar desejo em sua clientela colecionadora de óculos é a parceria com artistas e estilistas. Desde 2010, a marca mantém uma parceria de cobranding com Alexandre Herchcovitch, que desenvolve produtos com os designers da Chilli Beans. As peças são lançadas em coleções semanais, assim como os óculos de linha da marca – ao todo, semanalmente chegam às prateleiras dez novos modelos. Ainda neste mês serão lançados óculos em parceria com Ronaldo Fraga, Isabela Capeto e o cantor Carlinhos Brown.

Quatro olhos III – O mais novo nicho de mercado da Chilli Beans são os óculos de grau da linha Vista. “Fizemos uma pesquisa de mercado em que identificamos que havia demanda por óculos de grau como acessório, para compor um estilo, e não só pela necessidade”, diz Ponci. Atualmente, a marca lança em média três novos modelos da Vista por semana. São armações coloridas, vintage ou inspiradas no estilo dos geeks – fazem sucesso as armações estampadas e de hastes finas. Em 2011, foram vendidos 45.914 óculos de grau e para 2012 a expectativa é de chegar a 95 mil peças.

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5 riscos de investir em uma franquia

12/04/2012

Com taxa de mortalidade perto dos 5%, as franquias costumam ser vistas como negócios sólidos e quase infalíveis. Em partes, este diagnóstico é verdadeiro, mas depende muito também da atuação do franqueado.

Assim como qualquer negócio ou investimento, as franquias apresentam riscos e exigem que o empreendedor esteja muito atento a eles para que o negócio seja bem sucedido. “Franquia é um negócio, portanto, é arriscada”, alerta Filomena Garcia, sócia da Franchise Store.

Boa parte desses riscos pode ser minimizada com uma boa gestão e uma leitura atenta do contrato e da circular de oferta da franquia. Antes de investir o capital de uma vida no negócio, faça também uma análise do seu perfil de empreendedor.

1 – Pouco trabalho, pouco resultado

O primeiro problema de quem compra uma franquia é acreditar que o negócio vem pronto e não exige dedicação. “A gestão do franqueado pode ser responsável pela falta de rentabilidade”, explica Filomena. Segundo ela, quando o problema está no franqueador, toda a rede tende a sentir o impacto e não apenas uma ou duas unidades.

2- Atenção no contrato

Quando o franqueado entra para uma rede, o sentimento predominante costuma ser de empolgação. Se as coisas não saem como ele espera, no entanto, surge a revolta e o empreendedor então enxerga pontos no contrato com os quais não concorda. “A assinatura do contrato é como um casamento. Se falam mal do noivo, a noiva nem escuta”, compara Filomena. Por isso, tenha um advogado por perto para ajudar a interpretar as cláusulas e saiba o que acontece quando acaba o prazo de contrato de uso da marca ou mesmo se você desistir do negócio no meio do caminho.

3 – Cuidado com o ponto

A escolha do ponto comercial, como em todo negócio, é essencial para o sucesso da empresa. Confira o contrato de locação, os prazos e valores envolvidos no ponto. Em casos extremos, esta despesa pode prejudicar a rentabilidade.

4 – Análise financeira (e racional)

Ter todo o capital necessário para manter o negócio é premissa para tirar parte do risco da franquia. Muitas vezes, a informação de investimento inicial divulgada pelas redes é apenas uma parte do valor que a operação vai exigir. É função do franqueado ter capital de giro para segurar a empresa, principalmente nos primeiros meses.

5 – Franqueador franco

Quase toda responsabilidade em uma franquia é dividida. Por isso, o franqueado também tem parte na escolha do franqueador. Para evitar este problema, é muito importante conversar com pessoas que já fazem parte da rede. “Os franqueados da marca podem dizer os pontos negativos e positivos do negócio”, explica Filomena.

Leia a matéria na íntegra em  EXAME.com


Franquia é opção para lucrar com a Copa do Mundo

13/03/2012

O sistema de franquias ganha destaque pelas facilidades conseguidas por grandes redes; turismo, câmbio e alimentação prometem faturar mais

As expectativas dos brasileiros com a proximidade de 2014, ano em que o país vai receber a Copa do Mundo, estão cada vez mais afloradas. No noticiário, é possível acompanhar, diariamente, o ritmo das obras dos estádios de futebol, as reuniões de responsáveis por pensar a logística do evento, bem como as discussões entre representantes do governo e a FIFA. Além da preparação das cidades, as grandes marcas também já traçam estratégias de marketing e de ampliação para se beneficiar do evento esportivo.

Embora as grande empresas apareçam mais nestes eventos, também há espaço para as pequenas empresas lucrarem. É preciso estar atento e ter planejamento. “Tem que focar no tipo de negócio certo, entender o momento. Não se pode perder a noção de que haverá grande movimento de pessoas dispostas a gastar, mas não vão comprar coisas que não fazem sentido. Ninguém comprará um relógio na porta do estádio, mas pode querer adquirir um óculos, ou camisetas, por exemplo”, explica Marcelo Cherto, consultor e presidente do grupo Cherto.

O especialista acredita que negócios montados com foco nos eventos vão permanecer ativos nos próximos anos. “Lógico que alguns serão fechados porque só se sustentam durante os eventos, como lojas abertas nas portas dos estádios de futebol”, diz Cherto. Segundo ele, haverá turistas estrangeiros, mas o grande movimento será de brasileiros de outros estados que irão para as regiões onde os eventos acontecerão. “O acesso das classes C e D ao mercado de consumo ainda tem muita lenha para queimar, até porque a expansão não é apenas de marcas sofisticadas, com apelos para a classe A.”

Franquias

Apesar das muitas possibilidades para os pequenos empreendedores, que podem pensar em diversas formas de explorar o momento, Cherto ressalta as franquias como a melhor opção para quem deseja entrar no mundo dos negócios neste período. “Faz mais sentido porque, em muitos casos, o empresário terá mais facilidade para colocar ponto de venda na hora e no local certo. No entanto, apesar de ser um negócio já estruturado, uma franquia só deve ser adquirida se oferecer algo que o empresário não consegue fazer sozinho pelo mesmo preço”, avalia o consultor.

Cherto ressalta três ramos de negócios que devem ser beneficiados pelas chances geradas no período: turismo, câmbio e alimentação. O consultor acredita que agências de viagem, hotéis, serviços de recepção, casa de câmbio e empresas de comida devem lucrar muito no período. “De forma indireta, todos acabam sendo beneficiados”, diz.

Um dos desafios dos novos negócios para a Copa é o ponto comercial. Especialistas em mercado imobiliário estimam um aumento de, pelo menos, 100% no valor dos aluguéis de estabelecimentos comerciais até os eventos esportivos. Essa questão, na visão de Marcelo Cherto, não permite desenhar claramente o cenário nos anos dos eventos. Segundo destaca, as grandes marcas apostarão em formatos diferentes de negócios. “Formas distintas como quiosques, lojas temporárias, lojas móveis, menores, que caibam em espaços inusitados como dentro de hotéis, estações de metrô ou pequenos shoppings e galerias têm surgido e muitas redes estão optando por isso”.

A diretora de serviços corporativos da Herzog Imóveis Industriais e Comerciais, Simone Santos, destaca que os preços devem se manter elevados. “Se quer visibilidade, vai ter que aceitar pagar por isso e, provavelmente, caro”, conclui Santos. Para SImone, é mais fácil conseguir um ponto através de franquias. “Grandes redes se favorecem até do ponto de vista de negociação de locais. O locatário sabe que a probabilidade de uma marca já conhecida se manter é maior”, explica.

De acordo com Simone Santos, nas regiões de comércio já consolidado deve haver uma manutenção dos preços cobrados. No entanto, alguns locais de mercado ainda em baixa serão diretamente atingidos. “Falando em Copa do Mundo, o Itaquerão, por exemplo, ainda tem uma margem forte de valorização, porque é um local extremamente carente em termos de marcas e lojas.”

Para a especialista em mercado imobiliário, a necessidade de driblar o patamar elevado de valorização das áreas mais tradicionais de loja de rua tem exigido do mercado a busca por novos locais. “Alternativa para suprir essa demanda tanto do espaço físico quanto do custo financeiro é desenvolver novas vias para poder encaixar uma nova demanda lá”, destaca Simone.

Outro problema a ser enfrentado por empreendedores é o apagão da mão de obra. Cherto afirma que encontrar gente qualificada para gerenciar e trabalhar está cada dia mais difícil. “Redes terão que encontrar gente gabaritada ou apostar na formação de profissionais”, afirma o consultor.

Ele lembra que a falta de capacitação profissional deve estimular iniciativas como a das redes de alimentação Bob’s e Habib’s. A primeira investe no treinamento dos funcionários, com cursos e aulas práticas de atendimento. Já a franqueadora de comida árabe apostou na criação da Universidade Habib’s, que ministra aulas de gestão, competências técnicas, desenvolvimento humano, entre outras.

Fonte: Portal Exame
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Prepare-se para lucrar com eventos sazonais

12/03/2012

Para ficar alinhado ao calendário de promoções sazonais, especialistas aconselham a elaboração de um bom planejamento para evitar prejuízos. Foto: Shutterstock/Especial para Terra

Foto: Shutterstock/Especial para Terra

Para ficar alinhado ao calendário de promoções sazonais, especialistas aconselham a elaboração de um bom planejamento para evitar prejuízos

As datas comemorativas, como Páscoa, Dia das Mães, Natal, são períodos que podem representar uma boa lucratividade adicional para o comércio e para a indústria. Para o Gustavo Carrer, consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), todo empreendedor deveria ao menos estudar as possibilidades que esses eventos comemorativos podem trazer. “O empresário deve estar sempre atento ao calendário promocional. Ele pode encontrar boas oportunidades de negócio com essas datas, fazendo uma promoção temática ou oferecendo produtos relacionados ao evento.”No setor de alimentação, a Páscoa aparece como uma das mais tradicionais datas do calendário promocional. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), em 2011 foram produzidas 18 mil toneladas de chocolate durante a Páscoa, representando um aumento de 7% em relação ao mesmo período de 2010.

Para 2012, o mercado continua com expectativas de dar água na boca de qualquer empreendedor. Segundo a Abricab, desde fevereiro, mais de 800 mil pontos de venda estão recebendo cerca de 80 milhões de ovos. Para suprir a demanda que o setor gera durante o período que antecede Páscoa até o dia da comemoração, foram geradas mais 20 mil vagas de empregos temporários (o dado se refere somente às empresas associadas à Abicab).

Como se preparar
Não basta apenas querer participar do calendário de boas datas para o comércio – é necessário preparação. O planejamento, observação do mercado e análise da situação financeira do negócio são ingredientes essenciais para o sucesso com as ações. Segundo especialistas, o estabelecimento precisa ser preparado com no mínimo 60 dias de antecedência.

De acordo com o consultor do Sebrae-SP, para começar, será necessário fazer uma análise de investimento e do público-alvo. “O empreendedor tem que fazer uma pesquisa dentro da própria clientela. Ou, simplesmente, fazer um teste. Incluir produtos novos relacionados à data e ver se o público aceita. Mas com cautela, para que não haja prejuízo”, aconselha o Carrer. “Como é um tiro no escuro, às vezes ele pode investir uma alta quantia na novidade e pode acabar faltando verba para a compra dos produtos que já são fidelizados ao empreendimento.” Para quem está se iniciando, uma boa estratégia, segundo ele, pode ser “entrar com mais cautela nesse ano e, se perceber que é rentável, entrar com toda força no próximo”.

Divulgação é umas das vertentes mais importantes de um negócio, e isso também vale para as datas específicas. Para Fernando Campora, sócio-diretor do Grupo Cherto, consultoria especializada no desenvolvimento e implementação de estratégias de canais de marketing e distribuição, o empreendedor precisa fazer uma boa propaganda com os clientes, mostrando que aquele comércio também oferece um belo presente para o Dia dos Namorados, por exemplo. “Ele deve informar ao público que passou a fornecer produtos especiais para datas especiais. Não adianta só colocar nas prateleiras; tem de divulgar de alguma forma.”

Fonte: Cross Content – Especial para o portal Terra

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Setor de franquias cresce 16,9% em 2011

01/03/2012

De acordo com a ABF, Associação Brasileira de Franchising, o segmento de franquias do Brasil cresceu 16,9% em 2011, atingindo o faturamento de R$ 88,8 bilhões. Atualmente, o franchising representa 2,3% do PIB nacional (considerando um crescimento do PIB de 3,5%, em 2011).

O estudo da ABF revela que o setor cresceu um pouco mais do que o esperado e que o bom momento da economia nacional e o aumento da renda da população foram os principais motivos dessa alta.

Os dados foram compilados pela ABF, tendo como base as 2.031 marcas de franquias atuantes no país. Para 2012, a entidade acredita que o ritmo de crescimento fique em torno de 15%.

“O crescimento do setor é sustentável e acompanha a economia do País, apesar de estar crescendo muito acima do PIB”, afirma Ricardo Camargo, diretor executivo da ABF. Segundo ele, 15% de crescimento para 2012 é um excelente número e pode até ser considerado conservador, uma vez que estão previstos 43 novos shopping centers ao longo de 2012.

O número de redes em operação no Brasil cresceu 9,5% e o número de unidades (franqueadas e próprias) chegou a 93.098, que significa um incremento de 7,8% em relação ao ano anterior. Essa expansão resultou na abertura de mais de 60,5 mil novos postos de trabalho. O setor é responsável hoje por mais de 837 mil empregos diretos. Em 2012, o franchising será responsável por 913 mil empregos.
O crescimento no número de unidades poderia ser ainda maior, de acordo com o levantamento. Porém, o alto custo dos imóveis (luvas, aluguéis etc) registrado em praticamente todas as regiões do país inibiu a abertura de novos pontos de venda.
 “As redes de franquia avaliam minuciosamente o ponto comercial, pois nem sempre é possível repassar o custo do aluguel para o preço do produto ou serviço oferecido. No último ano, esse custo aumentou entre 2% e 4%, principalmente, no primeiro semestre”, explica o executivo.
O número de microfranquias, cujo investimento inicial é de até R$ 50 mil, saltou de 213 para 336, em 2011. Elas já representam 17% do total de marcas e 4% do faturamento do setor, ou seja, R$ 3,7 bilhões.Em 2011, surgiram 176 novas franquias no mercado. Desse total, muitas são marcas já conhecidas do consumidor brasileiro, mas que somente no ano passado adotaram o modelo de franquias como forma de expansão. Entre elas, destacam-se a TAM Viagens, o supermercado Dia%, a loja de roupas Arte na Rua e as marcas Lupo, Hope, entre outras.O interesse no Brasil continua alto e, por isso, muitas redes internacionais continuam sondando o mercado nacional. A tendência é de aumento de marcas estrangeiras em operação no Brasil nos próximos anos. Já as redes nacionais, apesar do grande potencial da economia local, não deixaram de pensar na internacionalização. Ao final de 2011, 90 marcas brasileiras já possuíam operações no exterior.  Elas estão presentes em 58 países, em todos os continentes, o que representa 4,7% do total das marcas nacionais.

Por: Portal Varejo

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Sharing anuncia expansão por franquias

22/02/2012
A Franchise Store, primeira loja de franquias da América Latina, tem uma nova marca em seu portfólio. A Sharing Ortodontia Especializadaoferece instalação e manutenção de aparelhos corretivos, além de clareamento a laser instantâneo. A rede está expandindo o negócio de franquias e pretende encerrar o ano com 24 novas unidades. Hoje, são nove franquias e uma loja própria, todas concentradas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

O plano de crescimento prioriza as praças do Sul e Sudeste, sobretudo em lojas de rua. O principal diferencial da marca é que o franqueado não precisa ser dentista e cada franquia pode ter até três sócios. “A Sharing trabalha com um negócio que tem uma das maiores rentabilidades do mercado. Além disso, a rede oferece cartões de fidelidade, que concedem descontos em tratamentos, e isso é um chamariz para o público”, afirma Filomena Garcia, sócia da Franchise Store.

O investimento mínimo em uma franquia Sharing é de R$ 180 mil com retorno previsto em 12 meses. O ticket médio é de R$ 115 e o faturamento por unidade é de aproximadamente R$ 50 mil mensais.

Fonte: Alshop
Para saber mais sobre as franquias da Sharing Ortodontia Especializada, acesse: http://www.franquia.com.br/franquia/sharing_ortodontia_especializada

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Parmeggio anuncia busca por novas franquias

17/02/2012

As refeições rápidas da Parmeggio vão chegar às principais capitais do Brasil em 2012. A rede de fast-food, que já tem 25 lojas nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste, quer ampliar a presença nessas praças e chegar à região Sul. Até o final do ano, a marca pretende abrir 10 novas unidades, preferencialmente em shoppings.
O plano de expansão está sendo desenhado pela Franchise Store, primeira loja de franquias da América Latina, que iniciou 2012 com três novas franquias em seu portfólio de vendas.
“A Parmeggio é uma franquia que oferece pratos executivos, com opções variadas, saborosas e feitas na hora. O cardápio é completo e o preço é justo”, afirma Filomena Garcia, sócia da Franchise Store.
O investimento mínimo em uma franquia Parmeggio é de R$ 300 mil com retorno previsto em 24 meses. O faturamento por loja gira em torno de R$ 85 mil e o ticket médio é de R$ 16.

Fonte: Portal Varejo

Para mais informações sobre as franquias Parmeggio, acesse: http://www.franquia.com.br/franquia/parmeggio

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