Grupo Trigo aposta em franquias de lojas com duas bandeiras para crescer no interior

18/12/2012

Modelo store in store reúne marcas Spoleto e Domino’s no mesmo imóvel

De um lado, vários tipos de macarrão complementados com os tradicionais oito ingredientes à escolha do cliente. Do outro, pizzas produzidas por uma das redes mais famosas do mundo. Tudo isso no mesmo lugar.

Desde 2011, o Grupo Trigo tem investido no modelo “store in store”, em que duas marcas de franquias de seu portifólio ocupam um mesmo espaço. Atualmente, dez lojas do grupo operam nesse esquema, com as bandeiras Spoleto e Domino’s.

“São marcas complementares: a Domino’s tem venda maior à noite, enquanto o Spoleto tem no almoço”, explica Henrique Pamplona, diretor de marca do Grupo Trigo. Segundo ele, dentro desse conceito é possível aproveitar momentos de consumo diferentes dos clientes, além de diminuir o tempo ocioso da loja. Em média, o Spoleto é responsável por 60% das vendas, ante 40% da Domino’s.

Outros motivos para adotar o modelo store in store são o alto custo dos aluguéis em todo o Brasil e as despesas com mão de obra. Na mesma loja, as duas marcas dividem mesas, cadeiras, cozinha e até gerente. Com isso, a margem operacional do grupo em unidades compartilhadas é 50% maior que em lojas de bandeira única, de acordo com Pamplona.

O bom desempenho também viabiliza a expansão do Grupo Trigo em cidades com até 100 mil habitantes, onde suas franquias ainda não estavam presentes e o risco de investimento diminui com esse modelo.

A estreia ocorreu nesta quarta (12), em Três Rios (RJ), município com 77 mil habitantes entre as capitais Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Localizada no centro da cidade, a nova loja tem 200 metros quadrados divididos em dois andares, salão com 100 lugares em área envidraçada e vista para a praça principal da cidade. O franqueado investiu R$ 1 milhão.

A expectativa é abrir inaugurar 15 lojas no modelo store in store até o final de 2013 em cidades menores, próximas às capitais. Duque de Caxias, Macaé, Campos (RJ) e Taguatinga (DF) têm o perfil e estão na meta. Com 321 lojas Spoleto, 53 Domino’s e 40 Koni Store, as lojas de bandeira dupla respondem por menos de 3% do faturamento do grupo, mas o objetivo é alcançar de 20% a 30% de participação em três anos.

Para saber mais informações sobre o Domino’s clique aqui.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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Spoleto inaugura primeira unidade na Costa Rica

01/12/2012

O Spoleto, restaurante especializado em culinária italiana, inaugura sua primeira unidade na Costa Rica. Essa não é a primeira unidade da rede fora do Brasil, a marca já está presente no México e na Espanha.

A nova unidade está localizada na capital San José, no Shopping Lincoln Plaza. O investimento para a realização do empreendimento foi de R$ 400 mil. No final de novembro será aberto o segundo restaurante da franquia, no Shopping Multiplaza Escazu. De acordo com o planejamento da marca, a previsão é que nos próximos 5 anos sejam abertos 15 lojas no país.

No primeiro dia de operação a nova unidade vendeu 250 pratos. A projeção do faturamento mensal para essa loja é de R$ 120 mil, acima da média das lojas no Brasil, que faturam R$ 100 mil.

Para entrar no país, a rede criou um projeto de restaurante sustentável, intitulado Spoleto 21. O principal objetivo desse novo formato de loja é reduzir custos e otimizar os processos, respeitando os três pilares da sustentabilidade, ganhando eficiência e rentabilidade.

A rede chegou ao país com o modelo de restaurante sustentável, intitulado Spoleto 21, cujo principal objetivo é reduzir custos e otimizar os processos, respeitando os três pilares da sustentabilidade , ganhando em eficiência e rentabilidade.

Para saber mais informações sobre o Spoleto, clique aqui.


Spoleto rebate crítica com ação de marketing bem humorada

30/08/2012

O ator Fábio Porchat, à esquerda, em cena do vídeo “Spoleto 2 – O retorno”

O Spoleto, especializado em culinária italiana, se aproveitou de uma situação inusitada para ativar um canal direto com o consumidor final. Ao identificar que um vídeo de humor sobre a empresa estava fazendo sucesso na internet, a marca procurou os responsáveis e propôs uma parceria. A resposta da marca foi batizada como “Spoleto 2 – O retorno” e está disponível no canal da Franchise Store.

A estratégia é valer-se da oportunidade para ativar o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) da empresa e tornar a experiência uma eficiente ferramenta de treinamento para a equipe. O novo filme apresenta o ator Fábio Porchat em diferentes situações de atendimento, em que demonstra impaciência, e em treinamento no restaurante, onde tenta melhorar sua postura com uma cliente muito indecisa.

“A agilidade faz parte de nosso modelo de negócio. Nossa proposta é baseada na premissa de levarmos uma experiência de restaurante para o ambiente de culinária rápida. Entretanto, nos esforçamos diariamente para oferecer um bom atendimento nesse ambiente de conveniência e rapidez e não queremos que os clientes se sintam tão pressionados como mostra de forma bem humorada o filme”, explica o diretor de marketing e franquia do Spoleto Antonio Moreira Leite.

Saiba mais sobre o Spoleto e como se tornar um franqueado clicando aqui.

Para ver o vídeo na íntegra, clique no canal da Franchise Store.


Dá para franquias economizarem espaço (e dinheiro)

28/08/2012

Luis Renato Bischof, da Tostare Café: ele criou unidades móveis para fugir dos aluguéis

O valor dos aluguéis comerciais dobrou nos últimos quatro anos. O que as redes de franquias podem fazer para se adaptar ao aumento dos custos sem prejudicar a expansão?

O carioca Michel Jager, de 30 anos, vem gastando um bocado de tempo para lidar com problemas de espaço. Ele é sócio da rede de temakerias Koni Store, do Rio de Janeiro. No ano passado, suas 33 lojas faturaram 47 milhões de reais, 19% mais que em 2010. Quando o preço dos aluguéis começou a aumentar, há três anos, Jager se viu obrigado a diminuir quase à metade o tamanho das unidades, que tinham entre 40 e 60 metros quadrados. “Manter lojas grandes estava corroendo os resultados dos meus franqueados”, diz ele. Recentemente, foi preciso repensar mais uma vez o modelo de expansão. “O mercado imobiliário continuou aquecido e ficou cada vez mais difícil encontrar imóveis pequenos”, afirma.

Jager agora voltou a buscar imóveis maiores, com até 150 metros quadrados, que possam ser compartilhados com outras duas franqueadoras — as redes de restaurantes Spoleto e de pizzarias Domino’s, ambas controladas pelo Grupo Trigo, para quem ele vendeu 80% do capital da Koni Store em 2008.

Nesse modelo, os custos fixos, como aluguel e investimento em equipamentos de uso comum, são divididos entre as lojas. “Como os pontos comerciais pequenos estão cada vez mais disputados, ficou mais fácil encontrar lugares maiores e dividir o espaço com outras marcas”, diz Jager. “Com esse novo formato, podemos acelerar o nosso crescimento.” Até o fim deste ano, ele pretende abrir 12 lojas, algumas das quais em praças de alimentação de shopping centers.

Adaptar-se à alta do preço dos imóveis tornou-se uma necessidade para as redes de franquias. Desde janeiro de 2008, os preços dos imóveis mais que dobraram no Brasil – no Rio de Janeiro, cidade com o metro quadrado mais caro do país, os aluguéis aumentaram 107%, segundo levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, de São Paulo.

“O custo com o ponto está comprometendo a rentabilidade das redes”, diz Filomena Garcia, sócia da consultoria especializada em franquias Franchise Store, de São Paulo. “Muitas empresas estão diminuindo o tamanho ou investindo em formatos alternativos.” É o caso dos quiosques, lojas de 6 a 20 metros quadrados, cujo valor do aluguel é, em média, 40% menor que o de uma unidade convencional.

Além de mais caros, os pontos também ficaram mais escassos. De acordo com uma pesquisa feita pela Colliers, consultoria americana que monitora o mercado imobiliário, 2,9% dos imóveis comerciais estão vagos em São Paulo, menos da metade dos pontos disponíveis em 2010, quando o levantamento começou a ser realizado. Nos shopping centers, onde o espaço é mais disputado pelas redes de franquias, há ainda menos vagas — estima-se que, hoje, apenas 2% das lojas estejam disponíveis.

Nos últimos quatro anos, as redes de franquias inauguraram em torno de 28.000 unidades, totalizando 93.000 lojas franqueadas em todo o país, a maioria delas em shoppings, pressionando os aluguéis para cima. “O tempo de espera por um ponto comercial num shopping, que há um ano era de, no máximo, 90 dias, agora pode chegar a quatro meses”, afirma Filomena, da Franchise Store. “Hoje, dificilmente um ponto fica vago mais do que uma semana.”

Segundo estimativas do grupo setorial de fast-food da Associação Brasileira de Franchising, o valor médio dos aluguéis num shopping chega hoje a 250 reais por metro quadrado, o dobro de quatro anos atrás. O custo médio das luvas, como é conhecido o valor que os proprietários cobram para passar um ponto adiante, também dobrou no mesmo período, chegando a 10.000 reais por metro quadrado no ano passado. Por isso, o prazo médio para o retorno do investimento numa franquia instalada num shopping, que girava entre 30 e 36 meses, hoje chega a 40 meses. Para muitos franqueadores, este é, literalmente, o preço a pagar.

Com a inauguração de 72 novos shoppings no Brasil até o final de 2013, a expectativa é que o valor dos aluguéis pelo menos pare de aumentar. “Os novos centros comerciais devem ajudar a equilibrar o mercado, ajustando os preços”, diz Luiz Fernando Veiga, presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers.

Para fugir da briga por espaço, o gaúcho Luis Renato Bischof, de 46 anos, dono de três redes de franquias — os restaurantes de comida japonesa Click Sushi, as cafeterias Tostare Café e as escolas de culinária para crianças Mini Chefs —, mudou recentemente o modelo de expansão. Em vez de disputar a tapa os pontos comerciais disponíveis, ele criou um modelo de franquia móvel, que funciona em um furgão.

Cada veículo da Tostare é equipado com uma máquina de café e uma geladeira para armazenar doces e salgados. Os franqueados podem levar a loja a locais como os estacionamentos de grandes edifícios comerciais ou de grande circulação de pessoas. Já os carros da Click Sushi, que também trazem os equipamentos para refrigerar a comida, podem ficar parados em frente a academias e outros lugares em que haja uma demanda por comida saudável.

O caso do Mini Chefs é um pouco diferente. Nesse modelo, o veículo funciona só como transporte para o professor e para o aparato necessário às aulas de culinária — a ideia é que o franqueado visite os edifícios residenciais, venda o curso previamente e rea­lize as aulas para as crianças no salão de festas do prédio. “Queremos oferecer conveniência aos clientes, levando os produtos e serviços até eles”, afirma Bischof.

O investimento para se tornar franqueado das unidades móveis das redes de Bischof gira em torno de 55 000 reais, menos de 15% do valor de uma loja tradicional, que chega a custar 400 000 reais. “A rentabilidade, no entanto, é maior nos furgões”, diz ele. As redes comandadas por Bischof faturaram 12 milhões de reais no ano passado, cerca de 30% mais que em 2010. Com as franquias móveis, ele espera que as vendas cheguem a 14 milhões de reais em 2012.

Leia a matéria na íntegra aqui.

Fonte: EXAME.com


Procura-se o franqueado certo

02/07/2012

Redes de franquias estão cada vez mais exigentes na hora de escolher seu parceiro de negócio. Hoje, não basta apenas ter dinheiro

Como acertar na hora de escolher o franqueado? A resposta vale um milhão de dólares. E os franqueadores, cada vez mais exigentes, lançam mão de estratégias de recursos humanos, como análise de perfil, dinâmica de grupo e longas conversas com psicólogos, para encontrar o parceiro ideal. Afinal, dessa associação é que depende a expansão de uma rede de franquias. Um dos maiores desafios é alinhar as expectativas em relação ao desempenho do negócio. O franqueado, por exemplo, precisa avaliar se o candidato pode ser um bom parceiro. Afinal, não basta apenas comprar uma franquia para garantir a expansão do negócio. Longe disso. “É preciso colocar a barriga no balcão”, diz Mario Chady, presidente do grupo Trigo, que reúne as redes de alimentação Spoleto, Domino’s Pizza e Koni Store.

“Hoje, não basta que a pessoa tenha dinheiro, ela precisa estar comprometida.” O consultor Marcelo Cherto, presidente da consultoria Cherto, lembra da história de uma mulher que chegou com um carro Audi A8 blindado em uma grande rede de franquias e perguntou: “Aqui se vendem franquias? Eu quero duas.” Essa história não é um caso isolado. A rede de franquias Sorridents, a maior em número de consultórios odontológicos do País, com 140 unidades em 15 Estados do Brasil, utiliza uma série de ferramentas de seleção com base nas usadas pelos profissionais de recursos humanos para escolher seus franqueados. O primeiro passo é um questionário com 90 perguntas. “A partir daí, nossa diretora de RH traça o perfil do candidato”, diz Alexandre Sitta, diretor de novos negócios da Sorridents.

A palavra final sobre o candidato a franqueado será dado pela equipe de RH. Por exemplo, se for identificado que a pessoa é altamente empreendedora, ela pode ser eliminada. “Uma pessoa com este perfil não vai querer seguir as regras, algo fundamental numa franquia”, afirma Sitta. O executivo conta que havia um casal que iria vender a casa e juntar as economias para comprar uma franquia da Sorridents. Ao longo das entrevistas, a psicóloga percebeu que o casamento estava em crise e que aquela foi a maneira que eles encontraram para solucionar a questão. “Nós os desencorajamos e ainda apontamos qual era o problema”, afirma Sitta. “Descobrimos que, se não tomarmos conta da pessoa física, a pessoa jurídica não vai para a frente.”

Fonte: Isto É Dinheiro

Para saber mais sobre a Cherto Consultoria, clique aqui.


Spoleto apresenta novo posicionamento da marca

27/06/2012

O restaurante Spoleto, especializado em culinária italiana, adotou um novo posicionamento, com o objetivo de exaltar sentimentos presentes no DNA da marca, como alegria, criatividade e agilidade, mas sempre com foco na qualidade do produto. Nesse  projeto o Spoleto investe R$ 2 milhões, com o qual estima crescimento de 17% no faturamento, no período de junho a agosto.

O reposicionamento da marca é assinado pela Artplan. A campanha com a nova linguagem de comunicação é embasada no conceito “Crie bons momentos aqui” e já pode ser conferida pelo consumidor, pois desde a metade de junho, a marca apresenta o Festival do Gnocchi, primeira campanha já com o novo posicionamento.

O diretor de marketing e franquia do Spoleto, Antonio Moreira Leite, afirma que a nova fase de comunicação da marca pretende explorar a arte presente no DNA da marca desde a sua criação. “Em 2012 nosso investimento será o dobro de todos os budgets já realizados. Escolhemos o Festival para marcar a mudança de nossa linha de comunicação e o novo posicionamento da marca, por ser o gnocchi a massa fresca produzida em nossa fábrica de maior venda e que carrega em si um simbolismo de SORTE”, declara Leite.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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Trigo comemora resultado na ABF Franchising 2012

18/06/2012

 

O grupo TRIGO Spoleto, Domino’s Pizza e Koni Store – encerrou sua participação na ABF Franchising Expo 2012 e celebra o resultado parcial de negócios com novos e antigos parceiros. A holding destaca assinatura de 11 possíveis unidades para as três marcas nas próximas semanas. Dos 360 cadastros (pré-selecionados) preenchidos ao longo da feira, 27% tendem aquecer negócios ao longo do ano com possibilidade de 14% resultarem em fechamento. Presente pela segunda vez na Feira, a rede de pizzarias Domino’s destacou-se entre as marcas do Grupo com 35% dos interessados.

Segundo a diretora de expansão do Trigo Renata Rouchou, o Grupo recebeu muitos interessados de outros estados, principalmente de capitais nordestinas. A rede de comida japonesa rápida Koni Store acredita ampliar sua atuação no Nordeste, devido às fichas preenchidas com foco na região, assim como em São Paulo. O mesmo aconteceu com o Spoleto, já presente em 25 estados e no Distrito Federal, que ainda costuma receber propostas para cidades do interior. A marca apresenta capilaridade nacional e está assinando contratos para seu modelo sustentável Spoleto 21. O modelo Store in Store também ganhou espaço, conquistando possível assinatura.

Para Renata Rouchou, o resultado positivo é a prova concreta das mudanças apresentadas pela holding durante a ABF Franchising.

“A feira foi um bom termômetro para o Grupo Trigo. Considerando os 11 negócios citados acima e os 14% de cadastros que caminham para fechamento nos próximos anos, podemos chegar a mais de 61 novos negócios como resultado da ABF 2012”, afirma Rouchou.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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