Franquia é opção para abrir seu primeiro negócio

11/01/2013

*Por Filomena Garcia

Passadas as festas de final de ano, é hora de colocar no papel as metas para o novo ano e estabelecer estratégias para atingi-las. E, para muitas pessoas, essas metas envolvem projetos que até então estavam engavetados, como o sonho de ter o seu próprio negócio.

Por mais que a pessoa tenha traços de empreendedorismo em sua personalidade, como sede por inovação, autonomia de suas ações e saiba assumir riscos, é comum que alguns empecilhos dificultem que o sonho se torne realidade. Os obstáculos apontados com mais frequência são as exigência burocráticas, falta de apoio financeiro e as incertezas que o segmento do negócio pode apresentar.

E é por essas razões que muitos empreendedores de primeira viagem estão optando por atuar em franquias. Por oferecer um modelo de negócio já testado anteriormente, riscos minimizados, em relação a um negócio novo, e todo um suporte para quem não possui experiência para operar uma empresa.

franchising permite que o empreendedor trabalhe com uma marca que já é conhecida, com um mix de produtos já definidos, além dos riscos serem reduzidos. A rede é responsável pelo treinamento dos funcionários que o franqueado vai contratar e auxilia na seleção dos colaboradores.

Outro respaldo oferecido pela franqueadora é o apoio na área de marketing, logística e estoque, auxiliando o empreendedor sobre como ele deve se organizar e se programar para realizar a manutenção do mix de produtos comercializados pela marca.

A parte tributária, apontada por muitos empreendedores como uma barreira para ter seu próprio negócio, é outro diferencial no franchising. Para poder oferecer um bom retorno sobre o investimento, com boas margens de lucratividade, as empresas franqueadoras estudam e definem o melhor regime tributário para cada tipo de negócio.

Devido à grande quantidade de marcas que estão enxergando o franchising como uma oportunidade de aumentar sua ocupação de mercado, o empreendedor possui diversas opções de segmento para atuar, podendo optar por um segmento que tenha maior afinidade ou um certo conhecimento de mercado.

É importante que, independentemente do segmento escolhido, o empresário se sinta confortável no universo no qual irá atuar. É mais difícil ser bem-sucedido em um segmento com o qual você não tem a menor afinidade.

Chegou a hora! O ano está só começando e com ele a oportunidade de concretizar sonhos que até então pareciam ser impossíveis de serem realizados.

Image*Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, é especialista em marketing e atua há 20 anos nas áreas de negócios, varejo e Franchising. É co-autora dos livros “Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios e “Marketing para Franquias”

Fonte: UOL

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Expansão apresenta desafios ao franqueado

29/03/2012

As franquias brasileiras faturaram R$ 89 bilhões em 2011, segundo levantamento divulgado no início do mês pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). O resultado representa crescimento de 16,9% em relação a 2010, quando a receita foi de R$ 76 bilhões.

Esse desempenho tem a ver com os grandes eventos esportivos que o País receberá, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Por isso, não é de se estranhar que o setor de hotelaria e turismo tenha crescido 85,9% no período.

Ainda segundo a ABF, o segmento de móveis, decoração e presentes registrou bom desempenho (alta de 35%), seguido pelas empresas que atuam no ramo de esportes, saúde, beleza e lazer (24,3%) e no segmento de negócios, serviços e outros varejos (14,9%). O setor de alimentação teve alta de 14,5%.

O número de redes chegou a 2.031, alta de 9,5% em relação ao ano passado. Dessa maneira, a feira promovida pela ABF em junho deste ano deverá se tornar a maior do mundo, com 500 expositores, superando a Franchise Expo Paris.

Além dos eventos esportivos, o mercado de franchising tem se fortalecido em decorrência do desempenho da economia, da elevação da renda da população e do poder de compra de investidores e consumidores.

Poder aquisitivo
Só no ano passado, o consumo interno das famílias registrou alta de 4,1%. “Empresas ligadas ao aumento do poder aquisitivo da classe C são as que mais crescem e devem continuar prosperando, especialmente no interior”, diz o diretor da ABF, Ricardo Camargo.

Mas esse ótimo desempenho passa a exigir cada vez mais conhecimento e capacidade dos candidatos a franqueados. A expansão acelerada fez com que marcas conceituadas ganhassem mercado rapidamente e reduzissem as oportunidades para novos investidores. Elas também endureceram os critérios de seleção e chegam a registrar fila de espera para abertura de novas unidades.

O resultado disso foi que empresas menos estruturadas e com pouca experiência ingressaram no setor, o que acarretou uma série de queixas. A expansão das microfranquias (negócio que exige baixo investimento inicial e até dispensa o ponto comercial), por exemplo, preocupa as lideranças do setor.

A Associação Brasileira de Franchising, inclusive, criou um comitê para discutir o segmento no ano passado. “Queremos montar uma cartilha de orientação para que o candidato tenha clareza sobre as necessidades e barreiras desse negócio”, revela Ricardo Camargo.

Imóveis comerciais
O alto custo dos pontos comerciais nas capitais é outro dilema a ser equacionado. “Algumas marcas estão repensando seus formatos ou migrando para o interior do País porque o aluguel nos grandes centros chega a impedir que o franqueado alcance o payback (tempo necessário para que o lucro iguale o valor investido)”, diz o consultor Marcelo Cherto.

O mercado de trabalho aquecido — a taxa de desemprego não é superior a 6% — também fez com que o problema da mão de obra chegasse nas franquias. “As marcas devem incentivar seus investidores a criarem programas de retenção e motivação de talentos porque muitas vezes ele quer fazer algo, mas não sabe como”, diz Cláudia Bittencourt, outra consultora do setor de franchising.

Após ser obrigado a trocar 90% do quadro de funcionários em 2010, Renato Munhoz, dono de duas lojas da Cachaçaria Água Doce em Ribeirão Preto, precisou agir. Ele desenvolveu por conta própria um programa que premia funcionários com remuneração variável conforme o cumprimento de algumas metas, que vão desde o volume de vendas até ações simples como registrar o cartão de ponto.

A iniciativa deu certo e Munhoz reduziu em 60% os problemas com o ponto eletrônico e em 70% as ausências sem justificativa. “O reconhecimento faz o funcionário gostar do que faz. Hoje converso mais com eles para saber o que pensam”, diz o empreendedor, cuja gestão virou referência para toda a rede.

Fonte: Jornal da Tarde


Marina Dalul, sócia-diretora do Grupo Cherto, será palestrante em evento do Iamar

31/08/2011

O IAMAR – INSTITUTO ALAIR MARTINS é uma instituição de natureza sócio-ambiental, cultural e educacional constituída sob a forma de associação civil, sem fins econômicos e lucrativos, fundada em 08/06/2005, com a missão de desenvolver o potencial de adolescentes e jovens para construir visões do futuro e transformá-las em realidade por meio da Educação para o Empreendedorismo, contribuindo para o seu crescimento nos campos pessoal, social e produtivo e na promoção de uma cultura de preservação ambiental.

Marina Dalul, sócia-diretora do Grupo Cherto, será palestrante em evento do Iamar.

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MBA 60 Segundos

15/08/2011

MBA60Segundos 

1% faz diferença

Para Pensar / Pequenas dicas, grandes mudanças

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Marcelo Cherto

Presidente do Grupo Cherto — formado pela Cherto Consultoria, especializada no crescimento sustentável de organizações, e pela Franchise Store, uma loja que comercializa franquias. É membro da Academia Brasileira de Marketing e do Conselho Consultivo Global da Endeavor. Autor e co-autor de 12 livros e mais de 2.500 artigos publicados no Brasil e no Exterior, foi eleito pela Revista Marketing um dos profissionais mais influentes do Marketing brasileiro.

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