Franchise Store anuncia a expansão da loja de calçados Zarkha

31/08/2012

Com o apoio da Franchise, a marca cearense de calçados Zarkha pretende expandir seus planos e abrir novas unidades em outras regiões       

A cearense Zarkha quer ganhar o Brasil e para fazer isso, a marca de calçados masculinos e femininos contratou a Franchise Store – líder mundial em venda de franquias multimarcas no mundo – que prevê seis contratos de franquias nas principais capitais do Brasil, até o início do ano que vem. Por enquanto, já são duas lojas próprias em operação nos principais shoppings de Fortaleza.

No paralelo, os planos da Franchise Store para este ano é crescer 15% em relação ao ano anterior e chegar a 100 marcas.

”A Zarkha oferece produtos sofisticados e apresenta uma arquitetura original e diferenciada. É uma marca consolidada no Ceará e tem ótimas chances para conquistar consumidores de outras regiões”, explica Filomena Garcia, sócia da Franchise Store.

O investimento mínimo em uma franquia Zarkha é de R$ 360 mil, com retorno previsto entre 18 e 24 meses. O faturamento por loja gira em torno de R$ 120 mil mensais, e o ticket médio é de R$ 200,00. Desde que foi lançada, em 2001, a Zarha mantém seus produtos focados nos públicos A e B.

Para mais informações sobre a Zarkha, clique aqui.

Fonte: Portal No Varejo


SC: grupo com Kuerten e Huck investe R$ 10 mi em academias

31/08/2012

Gustavo Kuerten anunciou participação na franquia de academias

O ex-tenista Gustavo Kuerten anunciou nesta quarta-feira a participação na criação de academias da rede Fórmula em Santa Catarina. Kuerten e o irmão Rafael se unem aos empresários Alexandre Accioly, Luiz Urquiza, João Paulo Diniz e Luciano Huck para criar uma série de academias de ginástica em Santa Catarina. O grupo deve investir R$ 10 milhões e inaugurar ainda este ano quatro unidades da rede Fórmula no Estado: uma em shopping center de Florianópolis e as demais nas cidades de Blumenau, Joinville e São José.

Gustavo Kuerten afirmou, durante coletiva, sempre ter sido um “apaixonado” por academias. “Fui conhecer alguns aparelhos inovadores nos Estados Unidos. Hoje estamos trazendo isso para cá, para que meus amigos e as pessoas de minha cidade possam usufruir”, disse.

O ex- tenista número um do mundo também comentou a postura empresarial que vem adotando. “Nos negócios, tal como nas quadras, busco surpreender e inovar”, disse. “Sempre adotei essa postura em minha trajetória no esporte e é o que faço com relação aos negócios do nosso grupo”.

O CEO da Fórmula, Mario Esses, disse que essa é uma excelente oportunidade para acelerar o crescimento da rede. “Além disso, vislumbramos a possibilidade de trazer como parceiro um nome com uma imagem tão forte ligada ao esporte, posição muito bem representada pelo Guga”, explica. A rede de academias pretende chegar até 2015 com 44 unidades próprias e 46 franqueadas em todo o País.

Santa Catarina

A expansão da Fórmula em Santa Catarina é conduzida pela Multione – mais nova das empresas que compõem a Multicorp, holding criada há 14 anos, que tem à frente os empresários Wilfredo Gomes e José Netto. Faz parte do grupo a maior agência de publicidade do Estado, a ONEWG, com faturamento anual superior a R$ 50 milhões.

Para saber mais informações sobre a Rede Fórmula, clique aqui.

Fonte: Terra


Spoleto rebate crítica com ação de marketing bem humorada

30/08/2012

O ator Fábio Porchat, à esquerda, em cena do vídeo “Spoleto 2 – O retorno”

O Spoleto, especializado em culinária italiana, se aproveitou de uma situação inusitada para ativar um canal direto com o consumidor final. Ao identificar que um vídeo de humor sobre a empresa estava fazendo sucesso na internet, a marca procurou os responsáveis e propôs uma parceria. A resposta da marca foi batizada como “Spoleto 2 – O retorno” e está disponível no canal da Franchise Store.

A estratégia é valer-se da oportunidade para ativar o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) da empresa e tornar a experiência uma eficiente ferramenta de treinamento para a equipe. O novo filme apresenta o ator Fábio Porchat em diferentes situações de atendimento, em que demonstra impaciência, e em treinamento no restaurante, onde tenta melhorar sua postura com uma cliente muito indecisa.

“A agilidade faz parte de nosso modelo de negócio. Nossa proposta é baseada na premissa de levarmos uma experiência de restaurante para o ambiente de culinária rápida. Entretanto, nos esforçamos diariamente para oferecer um bom atendimento nesse ambiente de conveniência e rapidez e não queremos que os clientes se sintam tão pressionados como mostra de forma bem humorada o filme”, explica o diretor de marketing e franquia do Spoleto Antonio Moreira Leite.

Saiba mais sobre o Spoleto e como se tornar um franqueado clicando aqui.

Para ver o vídeo na íntegra, clique no canal da Franchise Store.


Franchise Store participa de evento no Shopping Cidade Sorocaba

30/08/2012

A Franchise Store, primeira loja de franquias do Brasil, participa do evento no Shopping Cidade Sorocaba, na Grande São Paulo, nos dias 29 e 30 de agosto. Os empreendedores da região terão a chance de conhecer as oportunidades de negócios que poderão ser comercializadas no novo polo comercial da cidade.

O empreendimento está em construção na Avenida Itavuvu, Zona Norte da cidade, com inauguração prevista para 2013. No dia 29, das 13h às 18h e, no dia 30, das 9h às 18h, no próprio estande de vendas do novo Shopping Cidade Sorocaba, a Franchise Store apresentará seu portfólio de mais de 50 marcas, que contemplam diversos segmentos, como alimentação, vestuário,  serviços, cafeteria, livraria, negócio, entre outros.

Referência no mercado para candidatos que buscam começar a atuar com franquias, a empresa participa constantemente de eventos organizados por administradoras de shoppings em todo o Brasil.

Entre na nossa página no Facebook e saiba como foi nosso último evento, na cidade de Arapiraca, em Alagoas.


Dá para franquias economizarem espaço (e dinheiro)

28/08/2012

Luis Renato Bischof, da Tostare Café: ele criou unidades móveis para fugir dos aluguéis

O valor dos aluguéis comerciais dobrou nos últimos quatro anos. O que as redes de franquias podem fazer para se adaptar ao aumento dos custos sem prejudicar a expansão?

O carioca Michel Jager, de 30 anos, vem gastando um bocado de tempo para lidar com problemas de espaço. Ele é sócio da rede de temakerias Koni Store, do Rio de Janeiro. No ano passado, suas 33 lojas faturaram 47 milhões de reais, 19% mais que em 2010. Quando o preço dos aluguéis começou a aumentar, há três anos, Jager se viu obrigado a diminuir quase à metade o tamanho das unidades, que tinham entre 40 e 60 metros quadrados. “Manter lojas grandes estava corroendo os resultados dos meus franqueados”, diz ele. Recentemente, foi preciso repensar mais uma vez o modelo de expansão. “O mercado imobiliário continuou aquecido e ficou cada vez mais difícil encontrar imóveis pequenos”, afirma.

Jager agora voltou a buscar imóveis maiores, com até 150 metros quadrados, que possam ser compartilhados com outras duas franqueadoras — as redes de restaurantes Spoleto e de pizzarias Domino’s, ambas controladas pelo Grupo Trigo, para quem ele vendeu 80% do capital da Koni Store em 2008.

Nesse modelo, os custos fixos, como aluguel e investimento em equipamentos de uso comum, são divididos entre as lojas. “Como os pontos comerciais pequenos estão cada vez mais disputados, ficou mais fácil encontrar lugares maiores e dividir o espaço com outras marcas”, diz Jager. “Com esse novo formato, podemos acelerar o nosso crescimento.” Até o fim deste ano, ele pretende abrir 12 lojas, algumas das quais em praças de alimentação de shopping centers.

Adaptar-se à alta do preço dos imóveis tornou-se uma necessidade para as redes de franquias. Desde janeiro de 2008, os preços dos imóveis mais que dobraram no Brasil – no Rio de Janeiro, cidade com o metro quadrado mais caro do país, os aluguéis aumentaram 107%, segundo levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, de São Paulo.

“O custo com o ponto está comprometendo a rentabilidade das redes”, diz Filomena Garcia, sócia da consultoria especializada em franquias Franchise Store, de São Paulo. “Muitas empresas estão diminuindo o tamanho ou investindo em formatos alternativos.” É o caso dos quiosques, lojas de 6 a 20 metros quadrados, cujo valor do aluguel é, em média, 40% menor que o de uma unidade convencional.

Além de mais caros, os pontos também ficaram mais escassos. De acordo com uma pesquisa feita pela Colliers, consultoria americana que monitora o mercado imobiliário, 2,9% dos imóveis comerciais estão vagos em São Paulo, menos da metade dos pontos disponíveis em 2010, quando o levantamento começou a ser realizado. Nos shopping centers, onde o espaço é mais disputado pelas redes de franquias, há ainda menos vagas — estima-se que, hoje, apenas 2% das lojas estejam disponíveis.

Nos últimos quatro anos, as redes de franquias inauguraram em torno de 28.000 unidades, totalizando 93.000 lojas franqueadas em todo o país, a maioria delas em shoppings, pressionando os aluguéis para cima. “O tempo de espera por um ponto comercial num shopping, que há um ano era de, no máximo, 90 dias, agora pode chegar a quatro meses”, afirma Filomena, da Franchise Store. “Hoje, dificilmente um ponto fica vago mais do que uma semana.”

Segundo estimativas do grupo setorial de fast-food da Associação Brasileira de Franchising, o valor médio dos aluguéis num shopping chega hoje a 250 reais por metro quadrado, o dobro de quatro anos atrás. O custo médio das luvas, como é conhecido o valor que os proprietários cobram para passar um ponto adiante, também dobrou no mesmo período, chegando a 10.000 reais por metro quadrado no ano passado. Por isso, o prazo médio para o retorno do investimento numa franquia instalada num shopping, que girava entre 30 e 36 meses, hoje chega a 40 meses. Para muitos franqueadores, este é, literalmente, o preço a pagar.

Com a inauguração de 72 novos shoppings no Brasil até o final de 2013, a expectativa é que o valor dos aluguéis pelo menos pare de aumentar. “Os novos centros comerciais devem ajudar a equilibrar o mercado, ajustando os preços”, diz Luiz Fernando Veiga, presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers.

Para fugir da briga por espaço, o gaúcho Luis Renato Bischof, de 46 anos, dono de três redes de franquias — os restaurantes de comida japonesa Click Sushi, as cafeterias Tostare Café e as escolas de culinária para crianças Mini Chefs —, mudou recentemente o modelo de expansão. Em vez de disputar a tapa os pontos comerciais disponíveis, ele criou um modelo de franquia móvel, que funciona em um furgão.

Cada veículo da Tostare é equipado com uma máquina de café e uma geladeira para armazenar doces e salgados. Os franqueados podem levar a loja a locais como os estacionamentos de grandes edifícios comerciais ou de grande circulação de pessoas. Já os carros da Click Sushi, que também trazem os equipamentos para refrigerar a comida, podem ficar parados em frente a academias e outros lugares em que haja uma demanda por comida saudável.

O caso do Mini Chefs é um pouco diferente. Nesse modelo, o veículo funciona só como transporte para o professor e para o aparato necessário às aulas de culinária — a ideia é que o franqueado visite os edifícios residenciais, venda o curso previamente e rea­lize as aulas para as crianças no salão de festas do prédio. “Queremos oferecer conveniência aos clientes, levando os produtos e serviços até eles”, afirma Bischof.

O investimento para se tornar franqueado das unidades móveis das redes de Bischof gira em torno de 55 000 reais, menos de 15% do valor de uma loja tradicional, que chega a custar 400 000 reais. “A rentabilidade, no entanto, é maior nos furgões”, diz ele. As redes comandadas por Bischof faturaram 12 milhões de reais no ano passado, cerca de 30% mais que em 2010. Com as franquias móveis, ele espera que as vendas cheguem a 14 milhões de reais em 2012.

Leia a matéria na íntegra aqui.

Fonte: EXAME.com


Empreender pelos motivos certos ajuda a chegar ao sucesso

28/08/2012

*Por Filomena Garcia

Muitas pessoas têm curiosidade em saber como um negócio de sucesso começou, ainda mais se a história for contada pelo próprio empreendedor ao vivo e a cores. O que de fato está por trás desse interesse é muito mais do que mera curiosidade. É a busca, através de exemplos, da inspiração para começar o seu próprio negócio e da coragem para dar de fato o primeiro passo e poder mudar sua realidade.

Isso tudo é valido, e com toda certeza ajuda o empreendedor a aprender algumas lições baseadas nas experiências de terceiros e evitar alguns erros comuns ao longo do caminho. Mas você já viu alguma criança responder “empreendedor” quando alguém pergunta o que ela quer ser quando crescer?

O que mais chama atenção na história da maioria dos empresários de sucesso é que eles não começaram com o objetivo específico de serem “empreendedores” e de terem seu próprio negócio.

Eles acreditaram que poderiam fazer diferente, que poderiam trazer algum novo valor agregado a algo que já existia ou incluir um de seus próprios valores pessoais no negócio, conseguindo resultados diferentes. E não por serem gênios, mas por terem uma crença e atuarem de acordo com ela.

Ou seja, sucesso, status e dinheiro não deveriam ser os principais motivos para se abrir um negócio. Eles são a consequência e a recompensa daqueles empreendedores que, antes de tudo, buscaram o prazer de construir um negócio no qual eles realmente acreditavam. Um negócio em que eles pudessem fazer melhor, diferente ou com maior relevância.

Existem infinitas razões para se empreender, mas o que importa é compreender se a “essência” da sua motivação faz parte dos motivos certos. Você já fez uma reflexão sobre os reais motivos que o estão levando a abrir seu próprio negócio? Talvez eles não estejam errados, apenas na ordem invertida.

 

*Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, é especialista em marketing e atua há 20 anos nas áreas de negócios, varejo e Franchising. É co-autora dos livros “Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios e “Marketing para Franquias”

Fonte: UOL


O município de Palmeira no Paraná recebe a primeira unidade da franquia Ortodontic Center

22/08/2012

Atualmente rede conta com 40 lojas em todo o Brasil

Com 10 anos de mercado, a Ortodontic Center, rede de franquias especializada em clínicas odontológicas, inaugurou mais uma unidade, agora em Palmeira, município brasileiro do estado do Paraná, próximo á cidade de Ponta Grossa. O objetivo da marca é chegar a 100 lojas até 2014

“Nós estamos com planos bem audaciosos para a marca e cada unidade inaugurada é uma grande conquista”, diz Fernando Massi, sócio-fundador da rede Ortodontic Center.

O franqueado Rafael Toporoski, também está bastante otimista: “Acreditamos no potencial e credibilidade da rede devido ao suporte oferecido e também pela capacidade e competência que a marca oferece”. Segundo o novo franqueado a escolha de investir na franquia veio em encontro aos seus objetivos que é a oportunidade de crescer com a marca e de contribuir para a saúde bucal e o bem-estar da população por meio de várias atividades, projetos e campanhas. “Afinal, estamos falando de uma marca referência em qualidade de tratamentos odontológicos”, completa.

Ainda, segundo Toporoski, os planos de negócios da marca são baseados em estratégias, experiência e suporte da rede, possibilitando a troca de experiências. Outros pontos ressaltados pelo franqueado foram a assessoria online, consultoria de campo, assessoria de marketing, gestão, Rh, entre outros.

Para saber mais sobre a Ortodontic Center, clique aqui.