Brasileiro aprende a comprar e puxa vendas nas liquidações

26/01/2012

Diferentemente do passado, o consumidor gasta menos no Natal para aproveitar promoções de início de ano

Com suas necessidades básicas de consumo satisfeitas, o brasileiro agora começa a alcançar uma posição na qual pode planejar seus gastos. Isso inclui, por exemplo, esperar as liquidações de início de ano para comprar o que não precisa ser adquirido antes do Natal. E é aí que as vendas para acabar com os estoques também passam a ganhar importância para o comércio.

Essa maturidade na hora das compras só começa a ser alcançada pela sociedade, contudo, em razão da conjuntura positiva: há 32 trimestres consecutivos o país registra crescimento do consumo das famílias, sustentado pelo aumento da renda e pelo nível de emprego em alta. “O consumidor está mais crítico em relação aos gastos. Isso é resultado de um longo período consecutivo de recuperação do poder aquisitivo”, diz Alex Agostini, economista da Austin Rating.

E o ano começa com perspectivas bastante positivas para o consumo no Brasil. Com as contas razoavelmente controladas e o acesso ao crédito em alta, os consumidores ainda vão receber um bom dinheiro extra ao longo do primeiro trimestre: além da entrada em vigor em janeiro do novo salário mínimo (reajustado em R$ 77,00), os trabalhadores de diversas categorias, como metalúrgicos e gráficos, receberão valores altos referentes à participação nos lucros das empresas – que tem pagamento obrigatório até março.

A expectativa é que pelo menos R$ 50 bilhões sejam injetados na economia neste período, que tradicionalmente concentra pagamentos de tributos como IPVA, IPTU e matrículas escolares. “Esses valores são altos e trazem injeção grande de dinheiro à economia. O fato de o reajuste do mínimo já começar a vigorar em janeiro antecipa o movimento do consumo, diferentemente do que ocorre em anos nos quais o aumento só vem em abril ou maio”, diz Fernanda Della Rosa, assessora econômica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio).

As liquidações do varejo-tradicionais nesta época do ano – também têm servido como impulso ao aumento dos gastos. Depois de um Natal com desempenho aquém do esperado pelos lojistas, as vendas são facilitadas nesse período para redução total dos estoques. Muitos comerciantes, aliás, já começam a adotar a estratégia de fixar parcelas de até R$ 69, ou seja, que caibam no bolso do consumidor que terá R$ 77 de aumento no salário.

E o desempenho do consumo dos brasileiros na primeira semana deste ano confirma essa perspectiva otimista. Os dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) apontam alta de 6,6% nas consultas ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) no período. No fim de dezembro, o indicador apontava um crescimento de 1,7%.

“As liquidações, especialmente de eletroeletrônicos, puxaram esse bom desempenho no período”, diz Emílio Alfieri, economista da ACSP. Ele explica que a inflexão positiva do indicador de venda neste início de 2012 mostra trajetória contrária à registrada no começo de 2011, quando o SPC teve queda nos primeiros dias de janeiro, em relação a dezembro de 2010, passando de 11% para 8,8%.

Quem liquidou concorda: “Estamos otimistas porque a Liquidação Fantástica é sempre um termômetro de como será o primeiro trimestre do ano”, afirma o diretor de Marketing e Vendas do Magazine Luiza, Frederico Trajano. No ano passado, o evento superou as expectativas, que eram de crescer 10% em relação a 2010.



Fim da sazonalidade 



Outro reflexo que o bom desempenho das liquidações tem trazido é o fim da sazonalidade no varejo. “Acabou aquela história de que as coisas no Brasil só começavam a acontecer depois do carnaval”, diz Marcelo Cherto, presidente do Grupo Cherto. “Também vale a estratégia de esticar as promoções e liquidações para além de janeiro”, completa Cherto.

Com essas mudanças, todo o varejo tem se reestruturado para buscar os clientes em qualquer época. “Vai vender bem quem for mais eficiente e tiver departamentos comerciais e de marketing bem estruturados”, afirma José Eduardo Amato Balian, professor de Economia da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

“Estamos otimistas porque a Liquidação Fantástica é sempre um termômetro de como será o primeiro trimestre do ano



Salário

48 milhões De brasileiros, em média, têm o salário mínimo como referência de pagamento e receberão reajuste de R$ 77 a partir do início de fevereiro.

Recursos

R$ 50 bi É a expectativa de injeção de recursos na economia em razão do reajuste do salário mínimo. Parte disso vai para o pagamento de dívida e parte para o consumo.

Varejo

4% Do total do faturamento do varejo é o que representam os R$ 50 bilhões que entrarão na economia em razão do reajuste do mínimo a partir de fevereiro.

Ganho real

7% É o cálculo de aumento real que correspondem ao reajuste de 14% no salário mínimo, considerando a inflação de 6,5% no ano, que reduz o poder de compra.

Fonte: Brasil Econômico – 12/01/2012

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México na esteira

24/01/2012

Fachada da Franchise Store MéxicoNossa classe média não é a única disposta a comprometer o salário para tentar manter-se em forma. Depois de dois anos em atividade, a Smart Fit, modelo econômico de academias do grupo Bio Ritmo, com mensalidade de R$ 49, chega a 36 unidades no Brasil, inaugura as duas primeiras no México e planeja multiplicar-se pela América Latina.

A expansão internacional da nova marca é resultado de uma parceria com a Sport City, rede mexicana de academias premium com 46 unidades e faturamento anual de US$ 200 milhões. A Bio Ritmo tem receita anual de US$ 70 milhões e 26 academias com a bandeira que leva seu nome. Em março do ano passado, Edgard Corona, CEO da Bio Ritmo, foi à principal feira do setor, em Los Angeles, decidido a fazer negócio com seu modelo de academia “low cost”.

A Smart Fit, ele afirma, tem uma margem pequena, precisa ter volume para gerar lucro. Carlos Gomez Andonaegui, CEO da Sport City, conta que, na época, já estudava lançar um modelo de “gimnasio” mais barato para explorar o potencial da classe média mexicana como mercado consumidor de produtos de fitness.

A Latamgym, empresa encarregada de propulsionar o crescimento da Smart Fit no México e na América Latina, surgiu no ano passado como resultado dessa complementaridade de interesses. A companhia tem sede no México e gestão compartilhada entre Bio Ritmo e Sport City. Segundo Corona, a marca deve, a partir da plataforma brasileira, chegar ao Chile nos próximos anos.

A base mexicana ficará encarregada da expansão pela região que compreende Colômbia e Guatemala. O modelo da Smart Fit se baseia em uma operação enxuta e de fácil replicação. As academias não têm aulas coletivas nem piscina, apenas sala de musculação. Cada unidade comporta cerca de três mil usuários. A inscrição de novos alunos pode ser feita pela internet e os instrutores dão atendimento personalizado apenas em horário agendado. A ambientação e os aparelhos são semelhantes aos das unidades premium. Aqui e no exterior, as academias são idênticas. “Parece que você não saiu do Brasil”, brinca Gomez. Com as inaugurações previstas para este ano – 24 aqui e 12 no México – a Smart Fit somará 74 unidades.

A Sport City faz parte do grupo Martí, dono da rede de lojas departamento Deportes Martí, com 200 unidades no México. Juntas, as duas geraram US$ 450 milhões em vendas em 2011. Alejandro Martí, fundador da empresa, afastou-se da companhia em 2008, quando seu filho de 14 anos fora sequestrado e assassinado. Desde então, ele tem se dedicado à militância contra o crime organizado.

As redes de academia brasileiras oferecem um tipo de serviço único e que é muito valorizado no exterior, por isso suas franquias têm grande chance de sucesso, assim como as lojas de moda do porte de Havaianas, Richards e Arezzo, com design internacional e forte apelo para gringos. Essa é a opinião do sócio-fundador do Grupo Cherto, Marcelo Cherto, que aponta os dois setores como apostas para o México, onde a empresa faz sua primeira investida com a Franchise Store, loja de franquias pioneira no mercado.

A empresa atraiu os olhares da consultoria de franquias Feher&Feher, a maior do México. Para não “atropelar” os colegas brasileiros, os mexicanos propuseram a Cherto e seus sócios uma parceria para a abertura da Franchise Store na Cidade do México. O primeiro escritório acaba de ser inaugurado, com investimento de US$ 110 mil.

“O plano inicial de expansão era no Rio de Janeiro, mas o custo do imóvel lá inviabilizou a ideia”, diz Cherto. O escritório começa com 20 funcionários e 110 marcas mexicanas no cardápio. A expectativa é chegar ao fim de 2012 com 200 negócios fechados. “Vamos trabalhar com marcas do Brasil que queiram entrar no México e vice-versa”, conta Cherto. A meta é que o braço internacional represente 25% do faturamento total em cinco anos. Depois de consolidada a parceria com a Feher&Feher, o objetivo é levar a Franchise Store a países como Colômbia, Chile, Peru e Equador.

Fonte: Valor Econômico

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Ortodontic Center abre unidade em Foz do Iguaçu, no Paraná

24/01/2012

A Ortodontic Center, rede de franquias de clínicas odontológicas presente em todas as regiões do país, continua em ritmo acelerado e abrirá uma nova unidade, desta vez em Foz do Iguaçu no Paraná.

A franqueada Elizangela Ruiz, de 32 anos, é cirurgiã dentista especialista em implantodontia. Ela, que já possui negócio próprio, resolveu investir no setor de franchising pela segurança que o setor inspira. “É um negócio já testado, aprovado, com nome forte e suporte ao franqueado, reduzindo assim sensivelmente os riscos do investimento”, afirma.

A escolha da Ortodontic Center se deu devido à credibilidade da empresa. “Por acreditar na capacidade e competência da rede; por estar em ascensão e possuir potencial para um crescimento de mercado sólido no país, tendo assim a possibilidade de crescimento em parceria.”, completa a empresária.

Em 2011, a rede de franquias alcançou o faturamento de R$ 25 milhões. Dando continuidade ao plano de expansão a Ortodontic Center pretende inaugurar 50 franquias em 2012. “Este ano, nossa aposta são as conversões de clínicas, com a facilidade de investimento, a procura pela marca aumenta em 60%”, afirma o franqueador, Fernando Massi.

Sobre a Ortodontic Center

A Ortodontic Center foi fundada em 2002, por quatro colegas formados em odontologia pela Universidade Estadual de Londrina (Fernando Massi, Ana Lucia Massi, Claudia Consalter e Edmilson Antonio) após decidirem se unir e criar uma clínica norteada totalmente por conceitos empresariais: a Ortodontic Center.

A marca é uma rede de clínicas odontológicas que opera por meio do sistema de franquias. O foco principal é o empreendedorismo e a gestão. Ou seja, tornar a odontologia uma atividade de alto retorno financeiro aliando excelência técnica, qualidade material, estrutura interna e o bom relacionamento com os clientes.

Atualmente a rede possui 38 unidades espalhadas em mais de dez estados, além do Distrito Federal.

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Empório Bijux inaugura loja no Shopping Ibirapuera

24/01/2012

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Century 21 Brasil Real Estate expande operação para o Uruguai

24/01/2012

A CENTURY 21 Brasil Real Estate, operação brasileira da CENTURY 21®, maior franquia imobiliária do mundo, expandirá seus negócios para o Uruguai a partir deste ano. A primeira agência da Marca no país será aberta em março, em Punta Del Este. A previsão é de que outras cinco lojas sejam instaladas em território uruguaio nos próximos meses.

De origem americana, a CENTURY 21 está presente em 73 países, com 122 mil corretores e mais de oito mil franqueados, jurídica e financeiramente independentes. No Brasil, o Sistema está em operação desde julho de 2008, e atualmente conta com 127 franqueados em 21 Estados mais Distrito Federal.

A abertura de lojas da Marca no Uruguai é o primeiro passo de um plano de expansão que pretende abranger outros países da América Latina. O objetivo, segundo o Co-Fundador da CENTURY 21 Brasil Real Estate, Tony Martinez, é ampliar as possibilidades de negócios dos franqueados entre os dois países.

“Nossa presença nos EUA e na Europa cria canais pelos quais os nossos Parceiros podem fechar negócios por meio de outras agências do Sistema”, diz. “Já na América do Sul, nossa presença será extremamente fortalecida com a expanção ao Uruguai, onde esperamos acrescer o nosso negócio em 15% em faturamento já estabelecido em nosso plano de ação agressivo”.

Todas as operações no Uruguai serão conduzidas pelo mesmo grupo empresarial. “Acreditamos que nossa equipe representará excepcionalmente bem a marca no Uruguai. Juntos, nós também estamos negociando parcerias entre os franqueados de agências de ambos os países para aumentar a presença da marca, a capilaridade e o potencial da C21 no mercado imobiliário”.

O Presidente & CEO da CENTURY 21 Brasil Real Estate, Ernani Assis, também será o presidente & CEO da Marca no Uruguai. “Expandir e ser recebidos no Uruguai nos dá muito orgulho. Temos o compromisso e uma responsabilidade muito grande com as famílias uruguaias, e não mediremos esforços para, não apenas implementar boas práticas na indústria local, mas também fazer a diferença oferecendo, com atenção e profissionalismo, tranquilidade e segurança em todas as transações imobiliárias”.

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Griletto cresce 40% em número de lojas em 2011

24/01/2012

A expectativa é que sejam abertas mais 120 lojas até 2015

 

O Griletto, rede de franquias especializada em grelhados e parmegianas e uma das que mais cresce no país, superou as expectativas e vai terminar o ano com crescimento de 30% em faturamento.

“Estamos satisfeitos com os resultados deste ano e continuamos trabalhando para crescer e expandir para as principais praças de alimentação de todo o país”, afirma Ricardo José, sócio-fundador do Griletto.

Dando sequência a seu programa de expansão no País, até o primeiro semestre de 2012, o Griletto pretende inaugurar mais 20 unidades.  No total, hoje são mais de 90 lojas nos principais shoppings do interior paulista além da capital,  Grande São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia e Piauí. Isso significa um crescimento de 40% comparado com o ano anterior.

Servindo comida saudável, saborosa e de qualidade, com preços extremamente acessíveis, o Griletto comercializa mais de 4,5 milhões de pratos por ano.

Em novembro a rede incrementou o cardápio com oito novas opções de pratos. São eles: Polpetinni, Risoto de Queijo, Risoto de Funghi, Risoto de Bacon, Prato Express com Almôndegas, Lasanha aos Quatro Queijos, Talharine com Almôndegas ao Sugo e Fraldinha. O preço dos novos pratos varia entre R$9,90 e R$15,90. Agora são mais de 60 opções de pratos principais, além de acompanhamentos, bebidas e sobremesas.

Segundo a ABF – Associação Brasileira de Franchising, o segmento de franquias que obteve o maior rendimento, com 39% de aumento, foi o de alimentação.

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Fórmula Academia – depoimento Luciano Huck

18/01/2012

Luciano Huck, sócio da rede de academias Fórmula, fala sobre o modelo do negócio e como ele está inserido no atual momento do Brasil. Quer saber mais sobre a franquia da Fórmula Academia? Envie um email para formula@franchisestore.com.br.

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